Arquivo do mês: março 2007

>AS BARRIGUDINHAS

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Desde que eu descobri, com a Dani, a Therezópolis Gold, disparado a melhor cerveja que bebi nos últimos muitos anos, e desde que a indiquei ao meu irmão Luiz Antonio Simas (leiam aqui verídico relato do Simas sobre as conseqüências…), que tê-las em casa, as barrigudinhas descansando na geladeira (quase que toda para elas…), passou a ser uma obsessão.

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Deixou de ser uma obsessão para ser uma realidade.

Baixaram aqui em casa, ontem à tardinha, 36 barrigudinhas.

24 são minhas e 12 do Simas.

Na segunda-feira, meus poucos mas fiéis leitores, lhes conto como fui pago pelo bom Simas.

Até.

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INVESTIMENTO DE QUANTO?

Antes mesmo de começar a escrever sobre a barbaridade que foi a matéria de capa da revista RioShow, encartada n´O GLOBO de ontem, uma observação: desde o dia 25 de janeiro de 2007 que o jota não escreve uma mísera linha sobre qualquer desses bares que ele fomentou durante meses (só aqui no BUTECO eu fui capaz de registrar trinta e três atentados, vejam no menu à direita). O jota anda, agora, voltado para o mercado da moda. E tem, evidentemente, seus preferidos. A bola da vez, por exemplo, é um sujeito cujo nome não me lembro, mas cujo sobrenome lembra o som da tosse.

Mas isso não significa, é claro, que os bares de merda que mantêm atuantes assessorias de imprensa tenham ficado sem espaço. Apenas mudaram, digamos, o foco dos seus investimentos na mídia impressa.

E quem os bajula dessa vez?

O coleguinha do jota, o jota éle, apontado como autor de apenas – até o presente instante – dois atentados, esse aqui e esse outro aqui.

O terceiro atentado, porém, é de grandes proporções.

Trata-se de matéria de capa.

revista RioShow de 30 de março de 2007

Eis o título:

BARES LADO B . As redes Belmonte, Conversa Fiada, Informal e Manoel & Joaquim abrem botequins com nomes diferentes para evitar o desgaste de suas marcas

É ou não é um nojo?

Conseguiu, o aprendiz do jota, citar quatro bares na capa da revista.

Quatro, não. Cinco.

A foto que ilustra a primeira página mostra, acintosamente, a placa do Antônio´s Bar e Botequim, e tem pequeno texto no rodapé:

O Antônio´s, na Lapa, é a mais nova cria de Antônio Rodrigues, dono do Belmonte

São, portanto, cinco os bares-de-merda citados na capa (onde o espaço deve ser mais caro).

Na matéria, de quatro páginas, o jota éle cita outros bares e explica, aos leitores, como funciona a máquina. Vamos lá, transcrevendo alguns trechos:

Seguinte: como qualquer bar, as redes de botecos limpinhos e arrumadinhos começaram com um modesto endereço único. Depois, cresceram, apareceram e se tornaram redes. Agora proliferam bares que pertencem a essa galera mas trazem um outro nome na fachada. Assim, Antônio Rodrigues, dono do Belmonte, está à frente do Antônio´s e do Codajás. Abílio Fernandes, criador do Manoel & Juaquim, é hoje o feliz proprietário do Armazém Carioca. Parte da turma do Informal também responde pelo Jiló. E por aí vai.

Por aí vai, mas eu não interrompi a conta. Somam-se aos cinco já citados na capa, o Codajás, o Armazém Carioca e o Jiló. Já são oito. Vamos em frente.

Transcrevendo:

Negócios também foram a motivação de Daniel Guerbatin, que pretende se desligar da rede Conversa Fiada num futuro próximo. Há um ano, ele juntou-se a sete investidores e imaugurou o Gente Fina, no Leblon. Mais elegante que as casas da rede, o bar vive lotado até altas horas.

– O Gente Fina foi pensado como um investimento, de olho na rentabilidade. Mas não acredito em desgaste de marca. O segundo bar é uma tendência, uma forma de oferecer uma outra opção ao público.

Não perdendo a conta, com o Gente Fina, são nove os citados até aqui.

A matéria – que é propaganda pura – traz, ainda, o depoimento de José Octavio Sebadelhe, da equipe que escreve o guia Rio Botequim.:

Boteco é boteco. Esses bares-franquia, queiramos ou não, têm uma onda meio fake. Repara só como muitos desses estabelecimentos adotaram a alcunha de botequim ou boteco. Isso é uma coisa relativamente nova. Quando fizemos o primeiro Rio Botequim, os donos de pés-sujos reclamavam, gritavam que não eram donos de botequins. Hoje a palavra é como um título de nobreza, todo mundo quer ser boteco. O tal do segundo bar não passa de mais uma jogada de marketing. Dono de boteco de verdade não quer crescer porque sabe que vai se perder no caminho.

Um troço, convenhamos, muito próximo do que digo aqui, no balcão imaginário do BUTECO, há anos.

Mas como essa turma investe pesado, pesadíssimo, e como o jota éle de bobo não tem nada, ele arrumou espaço para dois tijolinhos dentro da matéria. No primeiro ele cita o Espelunca Chic e o Esculaxo, este último ainda por inaugurar.

São, até agora, onze os citados.

O segundo tijolinho é dedicado, inteiramente, ao Devassa.

Doze bares citados.

Quanto – essa a pergunta – investiram os mega-investidores nessa matéria?

E só mais uma, pra encerrar por hoje: será que os clientes, os incautos que freqüentam esses lixos, lendo uma matéria dessas, lendo os depoimentos dos mega-investidores, não se sentem uns idiotas fazendo fila nas portas das filiais espalhadas pela cidade e pagando fortunas pelo que bebem e comem, enchendo os bolsos desses caras?

Até.

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SIMAS E SEU PESADELO DA HORA

Ontem à noite estive, na doce companhia do Simas e da Candinha – uma santa – jantando no Huan Lian, restaurante chinês escondido e encravado na Praça da Bandeira, na Tijuca (onde mais eu jantaria?), tremenda descoberta minha e da Dani, comandado pelo Lin e por sua família. Éramos, como sempre acontece, os únicos ocidentais no pedaço. Fartamo-nos com um Pato à Cantão que custou R$40,00. Eu disse isso – o preço – só pra contar que no restaurante metido à besta do Eike Batista, na Lagoa, a mesmíssima iguaria custa pra lá de R$200,00. Pose – como diria o Manoelzinho Mota, com a licença do Simas – é foda. Pigarreio, arroto (o pato) e sigo.

Enquanto jantávamos, eu gemia de saudade da minha garota, viajando a trabalho. Até que eu disse, com o olhar distante, fixado no mais feio lustre de toda a Tijuca, violáceo com detalhes prateados, quiçá da China:

– Detesto dormir sem ela… Não tenho ânimo sequer pra vestir o pijama quando chego em casa…

Foi eu dizer essa frase e a Candida, que chegou a deixar cair sobre a mesa o osso da coxa do pato que chupava, lamentou, grave, fazendo bico e revirando os olhinhos:

– Por que é que você foi falar essa palavra, Edu?!

Eu ia responder, quando o Simas, feito um possesso, tomou a direção do banheiro.

– Que palavra, Candinha?

Ela, checando se ele a ouvia:

– Pijama.

– Pijama?

– Desde que eu dei ao meu irmão, no Natal, um pijama de presente, que o Luiz Antonio reclama um pijama pra ele… É tipíco dele, Edu, um ciumento…

Pausa explicativa: a Candida nunca – com a ênfase szegeriana – chama o marido de Simas. Assim como a Luísa nunca – idem, idem – chama o Prata de Prata.

Volta o Simas à mesa.

caricatura de Luiz Antonio Simas, por Stocker

Tem os olhos vermelhos, a face afogueada. Senta-se. Senta-se e dá um murro na mesa. Entre dentes, num acesso de bruxismo às escâncaras, mas num tom bruno, diz baixinho:

– Você usa pijamas?

Antes mesmo de eu responder, ele emenda:

– Aliás, você tem pijamas?

Eu, não mentindo, mas provocando de leve, respondi como se puxasse pela memória:

– De seda ou de algodão?

Tomei um chute da Candida – que calçava um All Star estampado com personagens de hitórias em quadrinhos – por baixo da mesa.

– Você tem dos dois? – perguntou o Simas, aflito.

– Sem contar os de flanela…

– Flanela? – e danou de chorar feito criança.

Candida me deu outro bico e nem disfarçou:

– Tá satisfeito?

E ficou fazendo cafuné na careca do marido.

Eis aí, meus poucos mas fiéis leitores, um espetáculo kafkiano.

Não há, no alto da cabeça do protagonista de hoje – ou mesmo do lado, atrás – um único projeto de fio de cabelo. Não há a mais remota expectativa de um fio de cabelo. Não há a esperança, mesmo distante, da mais remota penugem. Um tufo, que seja. Nada. O Leo Boechat, por exemplo, é uma Rapunzel ao lado do Simas. Daí a barbaridade que foi assistir a Candinha fazendo carinho com os dedinhos naquela superfície árida como se enrolasse cachinhos imaginários.

Simas foi amansando.

Da aparente revolta passou ao estado de tristeza absoluta.

Fez beicinho.

Deixou cair uma única lágrima do olho direito, que enxugou com o dedo médio da mão esquerda.

E falou, trêmulo, como que discursando, enquanto bebericava o chá de jasmim:

– Candida… me prometa que de amanhã não passa! Ou não durmo nunca mais, Candida! Um homem que dorme sem pijamas é um homem sem-caráter. É um nu. É um indecente indigno! Quero pijamas, Candidas! Vários! Vários! – foi num crescendo.

Ela, doce, sorrindo em direção ao Lin (frase na testa: não ligue, senhor, meu marido é um desequilibrado):

– Prometo, Luiz Antonio…

– Quantos, Candida?

– Quantos você quer, Luiz Antonio?

E ele, de primeira:

– Somando todos, Edu… Quantos você tem?

– Uns vinte.

– Quero quarenta, Candida. No mínimo!

Como se vê, um doente.

Até.

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OUTRO IRRETRIBUÍVEL, PRA DANI

Cá estou eu, de novo, nesse exercício gratificante que é expor, no outdoor imaginário, minha gratidão.

Em fevereiro, quando ganhei da Sônia, a querida Manguassônia, um presente daqueles irretribuíveis, fiz questão de subir as imaginárias escadas em direção à armação de madeira do outdoor igualmente imaginário e expor a belezura de mimo feito por suas mãos mágicas – vejam aqui.

Ganhei, naquela oportunidade, – espero que vocês tenham visto – “um buteco, um mini-buteco, um lindo e comovente buteco, um nicho desses de pendurar na parede, (…). (…) Tem piso e paredes de azulejo, quadros do Rio antigo, um escudo do Flamengo, uma imagem de Nossa Senhora Aparecida, uma imagem de São Jorge, engradados de cerveja, queijos, cerveja na mesa…”.

Mas vai daí que a Sônia não cabe em si de tanto carinho e generosidade, o que explica, e muito, Manguaça e Manguaço, duas pessoas que têm, nos olhos e nos gestos, a marca da doçura da mãe.

Bateu-me o telefone na semana passada e convocou-nos, a mim e à Sorriso Maracanã, é evidente, pra um almoço no domingo.

Pausa para carregar as bocas alheias d´água.

Lula à vinagrete, salaminho, queijinhos, pães, cerveja, caipirinha, aquela cozinha que mais parece um cenário, mais parece o céu no chão. E no almoço, arroz selvagem, uns filés indizíveis, batata ao forno, e a tarde foi, sem o exagero que – dizem – me caracteriza, perfeita.

Mas havia uma razão para o convite.

A Sônia preparara, pra Dani, a mulher que me ensinou a sorrir, um presente do mesmo gênero, com a mesma doçura, mas com a marca do ineditismo, e explico.

Eu já havia visto butecos como o que ganhei (não tão lindos, é verdade). Já vi imagens de santos, imagens de santas, flores, fotografias.

Nunca, uma praia.

praia feita artesanalmente pela Sônia, pra Dani

Atentem para os detalhes e para o carinho que, como maré cheia, invadiu o coração da minha garota (e o meu) no instante em que ganhou o mimo: tem areia de verdade, cadeira e barraca de praia, um livro, um par de chinelos, bolsa com protetor solar e um pente, canga, boné, óculos escuros, os cigarros de palha que minha menina fuma (!!!!!), um isopor com gelo e côco, conchas, uma latinha de cerveja e o marzão e o céu azuis tão presentes na vida da minha Dani

Não é pra qualquer um, não.

Dão uma intensa alegria, esses gestos.

Ainda mais sabendo que não pedimos nada, não encomendamos nada.

Tudo obra e graça de uma relação calcada no amor.

Pura e simplesmente no amor.

Até.

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>A VAIDADE DOURADA DO MENINO PRATA

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Ontem, aqui, lhes contei sobre o acesso de ciúmes do Prata e disponibilizei o making off da entrevista do guri para a TV Bandeirantes.

E hoje quero mostrar, e provar por “A” mais “B”, que o menino anda impossível no que diz respeito a polir, com a flanela imaginária e valendo-se de movimentos circulares intensos, a própria imagem, a própria vaidade.

Cochichou-me outro dia, o Simas, na Folha Seca:

– Você anda adulando demais o Prata. Ele anda impossível. E a tendência é piorar!

O Rodrigo, de dentro do balcão, com aquela rouquidão de fazer a Elza Soares parecer a Piaf:

– Piorar? Mais? O Edu já estragou o Pratinha…

Não concordo com nenhum dos dois. Acho que eles exageram.

Mas há, confesso, um fundo de verdade no troço.

Depois de dar seu depoimento – o que mostrei ontem! – o menino levantou-se furioso do banco e disse:

– Ficou horrível, horrível! Vamos repetir essa merda!

A equipe da TV, devo dizer, entreolhou-se. Eu intervi antes que o bolo desandasse:

– Gente, deixa o menino… Não custa fazer mais uma vez…

E ele dando um tapa no meu ombro:

– Valeu, Edu!

Disse a repórter:

– Então vamos lá… Sente-se e vamos gravar de novo…

– Sente-se? Antes quero uma cerveja!

E saiu, acintosamente, em direção ao bar mais próximo.

Ficaram todos aguardando, até que volta o garoto com a latinha na mão. Bebe devagar. Termina. Arrota. Joga a lata no lixo. E diz:

– Podemos?

– Podemos! – forjando animação, a repórter.

E deu-se a segunda entrevista.

Vocês verão, abaixo.

Eu cortei minha gravação quando antevi a agressão.

A repórter – toda simpática, vocês verão… – disse, logo depois da fala do Prata:

– Eu gostei mais do primeiro…

Ele, num só golpe, levantou-se e partiu, como um huno, em direção à coitada.

Nem o câmera e nem o operador de som deram jeito no garoto, que é raquítico mas manipulava o violão como quem manipula uma borduna, uma clava forte.

Eu o contive.

– Pô, pai, tu é foda… – foi o que disse o garoto.

Que anda mesmo impossível…

http://video.google.com/googleplayer.swf?docId=4250314942232599058&hl=en

Até.

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>TIAGO PRATA, UM CIUMENTO

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Eis aí uma verdade evidente. Evidentíssima, eu diria. Mas que sempre nos surpreende. A vida – já dizia o filófoso Roberto Rivelino (fio-me na informação que me foi dada pelo Simas) – é uma caixinha de surpresas.

Feito o intróito – pífio, reconheço -, vamos à surpresa. Ou às surpresas, sendo mais preciso.

Foi uma surpresa, pra mim, receber o recado que recebi, no começo do ano, do Tiago Prata, o Pratinha – e vocês podem ouvir o recado aqui.

Disse-me ele, na íntegra:

“Eduardo Goldenberg, aqui é seu filho mais novo, Tiago Prata. É, quando puder me dá uma ligadinha. Estou indo em breve para o escritório, tomar uma cerveja, e depois eu queria falar contigo também, uma outra coisa, falou? Um abraço, tchau!”

Vejam bem uma coisa. Disse eu, quando lhes relatei sobre o recado, que foi uma surpresa recebê-lo; um prazer ganhar um filho pronto; e, ainda, gratificante sabê-lo “talentoso, dono de um gosto musical afinadíssimo com o meu, e, o que é mais bonito, mais velho, mais antigo, mais sábio do que eu.”.

Feito o intróito e refrescada a memória, vamos ao que quero lhes contar hoje.

Na sexta-feira passada fui assistir ao show da Beth Carvalho. Eu havia sido convidado; eu e Dani Sorriso Maracanã, evidentemente. E o Prata também. Como minha garota não poderia ir, bateu-me o telefone o meu garoto:

– Pai… a Dani não vai poder ir, né? Posso levar a Luísa então?

Seria um prazer – pensei na hora – estar na companhia do moleque e de minha nora.

Eis que chegou a sexta-feira e encontramo-nos na entrada do guichê. Fomos à mesa dos convidados.

Retirei meus dois convites: SETOR VIP / MESA 109

O Prata retirou o dele: PLATÉIA B / MESA 1.468

Deu-se o abuso:

– Pô, Edu… Tu fica lá em cima… Vou ficar com a Luí…

Eu ri de fazer tremer o menino.

Disse a ele:

– Dê seu jeito. Fale com alguém da produção. Se vira!

Fui ao bar enquanto o novel casal dirigia-se a uma mocinha com uma camisa onde se lia “PRODUÇÃO”. Voltaram os dois com sorrisos francos:

– Consegui! Vou ficar com vocês!

– Muito bem… – eu disse, orgulhoso do garoto.

– Disse que não poderia deixar meu pai sozinho…

Ri. E o Prata disse, fino, à Luísa:

, vou mijar. Güentaí.

Foi ele dobrar o biombo e ela cravou os olhos, lindos (meu garoto tem bom gosto), nos meus, horríveis. E disse:

– O Tiago está arrasado…

E eu, interrompendo o gole:

– Com o quê?

Ela deu uma olhada em volta:

– Ciúmes…

– Desembucha…

– … do tal do Borgonovi.

– Hein?!

– É… ele disse que você não fala mais dele no BUTECO, só nesse Borgonovi…

Vejam isso.

Acompanhem comigo e notem bem do que é capaz a vaidade humana.

O Prata, a quem já dediquei dezenas de textos, confessou-se possuído pelo ciúme. Vamos à definição do Houaiss:

“1 estado emocional complexo que envolve um sentimento penoso provocado em relação a uma pessoa de que se pretende o amor exclusivo; receio de que o ente amado dedique seu afeto a outrem; zelo (mais us. no pl.)

2 medo de perder alguma coisa”

A fim de não deixar ainda mais complexado o menino – ainda em fase de desenvolvimento – abro a semana, então, com um momento exclusivo – ninguém mais tem isso!!!!! – do Prata.

Trata-se do making off da reportagem feita pela TV Bandeirantes.

Amanhã é terça-feira. Depois temos a quarta, a quinta e a sexta-feira.

Digo essa obviedade apenas para arrematar com a promessa: a semana inteira será dedicada a ele.

Eu mimo mesmo, pô!

http://video.google.com/googleplayer.swf?docId=8108905035542439500&hl=en

Até.

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>MARCÃO: UMA ESCOLA

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O Marcão, que se diz o prógono do movimento que leva homens como, por exemplo, o Borgonovi, a dormir sem vergonha alguma em público (de prefefência em bares), realmente faz escola.

Mostrei-lhes o Borgô dormindo acintosamente em Niterói, dentro de um bar, durante uma roda de samba – aqui.

Implacável, no mesmo dia mostrei-lhes o Marcão dormindo muito mais à vontade, durante uma festa com centenas de pessoas, e o samba comendo solto também – aqui.

Ontem, como lhes contei, fui ao Rio-Brasília. Lá encontrei o Simas e tive a chance de conhecer o Eduardo Rodrigues e o Stocker.

Este último não fez por menos: antes de dormir – vejam as fotos abaixo – gritou:

– Vou dormir à la Marcão, pô! Dá licença!

Faz escola, realmente, o Marcão.

Stocker no Rio-Brasília, 24 de março de 2007
Stocker no Rio-Brasília, 24 de março de 2007

Até.

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