Arquivo do mês: março 2009

SOBRE A REPORTAGEM D´O GLOBO DE DOMINGO

O jornal O GLOBO, no domingo passado, fez das suas. Publicou uma matéria odiosa, cuja manchete, na capa (com acusações sem qualquer comprovação ou mesmo indício de veracidade), me fez perder o prumo.

Errei na mão, confesso publicamente, quando publiquei o texto OS PORCOS D´O GLOBO. Não devo e não posso mais perder meu tempo, meu preciso tempo, com O GLOBO. Quando tomei a sábia decisão de cancelar minha assinatura, me predispus a sequer lê-lo pendurado nas bancas de jornal da cidade. É o que vou fazer.

E vou retomar – preciso disso – o rumo que estabeleci, há tempos, para o BUTECO. Antes de bater na primeira tecla do teclado hei de me perguntar sobre o que pretendo: e, definitivamente, ficar dando trela – como diria minha bisavó – para o jornal O GLOBO não está entre meus objetivos.

Caio sempre na tentação de corresponder às expectativas de quem me lê e de quem dá mais importância à minha opinião do que eu e ela (a opinião) merecemos. No domingo pela manhã minha caixa de e-mails já estava com várias mensagens me cobrando uma posição diante da ignomínia. Já havia recados na caixa postal do celular. E eu vim, hepático ao extremo, escrever sobre o troço.

Errei na mão – repito.

Melhor fez, anos atrás, Leonel Brizola. Foi à Justiça e obteve direito de resposta contra esse cogumelo de poder.

Vejam esse vídeo aqui, e saibam quem foi e do que foi capaz Leonel de Moura Brizola.

E leiam o que escreveu, com muito mais sobriedade, a professora universitária Maria Rachel Coelho:

“Assino esse artigo, indignada, com as duas matérias veiculadas pelo Jornal O GLOBO nos últimos dois dias. Estou perplexa com a falta de respeito e desconsideração em relação à memória de Leonel de Moura Brizola . O GLOBO, de forma inconsequente, veicula afirmações de fatos infamantes, não verdadeiros e assumidamente sem nenhuma prova concreta, fatos que sequer geraram investigação policial à época.

Cumpre lembrar que a calúnia contra os mortos é punível, de acordo com o artigo 138, § 2º. Deve-se explicar que, apesar de os mortos não terem qualquer tipo de conduta, o legislador optou por punir o desrespeito à memória dos mortos e preservar o sentimento da família do de cujus. Assim, aquele que imputa falsamente fato definido como crime ao falecido, fazendo menção à pessoa deste quando vivo, comete o crime de calúnia.

A matéria revela dossiês do CENIMAR e CISA que afirmavam que houve cobrança de propina do jogo do bicho e de empresas de ônibus mas que os relatórios não apresentam provas e não indicam ter originado investigações formais.

Segundo matéria do O GLOBO de domingo:

…”houve acordo entre o alto escalão do PDT e os banqueiros do jogo do bicho”…

Segundo o relato, os recursos supostamente arrecadados com o bicho iriam financiar duas ações: ampliação da rede do PDT no país e montagem da caixa para futura campanha do governador à Presidência da República.

Custo a acreditar que o Jornal O GLOBO, ao invés de se preocupar e usar seu espaço e seus profissionais com os escândalos atuais, de forma maldosa traz como manchete de primeira página num dia de domingo uma afirmação: “SNI: BRIZOLA RECEBIA PROPINA DE EMPRESAS DE ÔNIBUS”, em letras garrafais, e ao final da reportagem, reconhece que nenhuma das acusações foi provada nem originou investigação policial. Afirmação, repito, maldosa e contraditória uma vez que ele fez a interveção e encampou todas as empresas de ônibus em seu governo.

A encampação das empesas de ônibus foi anunciada em dezembro do citado ano, dois meses após uma greve dos rodoviários paralisar o transporte público no estado. Foram estatizadas 16 companhias, que controlavam uma frota de 1.817 coletivos. No mesmo dia, o governo depositou em juízo indenização de Cr$ 215 bilhões. Os empresários resistiram à medida, mas não conseguiram derrubá-la na Justiça. Ao justificar sua decisão, Brizola os acusou de fazer caixa dois, deixar parte da frota nas garagens e financiar mordomias com o valor cobrado aos passageiros.

Constata-se curioso que esses documentos, que só demonstram como atuavam os órgãos de espionagem da ditadura que colocavam arapongas para investigar até a vida privada do governador, atuação sem limite ético ou legal, não tenham sido usados na época.

Trago,ainda, um trecho da sentença da ex-deputada Denise Frossard, à época , juíza do caso, que condenou os 14 bicheiros.

Na sentença proferida em 21 de maio de 1993, desarquivada pessoalmente por mim e digitalizada por um de meus estagiário, a então juíza Denise Frossard começa a fundamantação de sua sentença, proferida em 21 de maio de 1993, exatamente mencionando, que toda investigação começou exatamente por determinação do então Governador Leonel Brizola às autoridades competentes da época.

N´O GLOBO desta segunda-feira, em continuidade à perseguição, numa reportagem de página inteira, a Manchete é que “MILITARES CULPAVAM BRIZOLA PELA ESCALADA DA VIOLÊNCIA” . Causa estranheza a omissão ao fato de seu sucessor Moreira Franco, quem primeiro recebeu em seu gabinete os bicheiros , todos condenados, como o primeiro a começar a destruição do maior projeto educacional do século que este país já teve em sua história.

Não tenho procuração da família para fazê-lo mas como cidadã brasileira tenho o dever de proteger a memória de um dos homens públicos mais importantes na história deste país. Isso é uma falta de respeito e uma atitude covarde com o governador que nem está mais entre nós para se manifestar.

Ninguém foi tão perseguido e investigado como o governador Leonel Brizola e nunca conseguiram macular sua imagem em vida.

Não vão conseguir fazer isso agora. Se não respeitam os que estão por aqui, nem tampouco o Estado Democrático de Direito, ainda com um sistema manipulador em todos os sentidos, que pelo menos respeitem os mortos e os nossos sentimentos.

ESTADO DO RIO DE JANEIRO

PODER JUDICIÁRIO

TRIBUNAL DE JUSTIÇA

JUÍZO DE DIREITO DA 14 a. VARA CRIMINAL DA COMARCA DA CAPITAL

SENTENÇA PROFERIDA NO PROCESSO N. 28.104 FLS. 70

O Inquérito 003/86 embasou a denúncia quando já contava com 04 (quatro) volumes e ao tempo da apre sentação – e recebimento – desta, foi tombado neste Juízo sob n. 28.104, permanecendo o Inquérito 002/86 (n. 28.103) com seus quatro volumes e dois anexos, como peças informativas em apenso a este feito.

Em 21.06.85, S. Exa. o então Governador deste Estado, Dr. Leonel de Moura Brizola, em memorando dirigido ao então Sr Secretário de Justiça acostado às fls. 21 – 1. volume, assim se manifestou, verbis:

“A imprensa vem divulgando noticias e comentários os quais, se verdadeiros, constituem denúncias e criticas muito graves e que comprometem e atingem as próprias instituições policiais do Estado.

Por outro lado, manifesto a minha insatisfação pelo andamento das investigações e identificação dos responsáveis pelo funcionamento dos diversos centros de jogatina que a própria imprensa vem denunciando. A opinião pública está adquirindo a convicção de que ocorre cumplicidade de funcionários da policia. Ainda mais quando as investigações se arrastam insatisfatoriamente, sem a firmeza e eficácia que eram de esperar.

Determino, pois, a V. Excia., que articule as medidas e iniciativas necessárias com os Srs. Secretários da Policia Civil e Militar e com o Sr. Procurador Geral da Justiça, a fim de que esses casos venham a ser elucidados, com a identificação do responsáveis, quanto também estabelecendo planos de ação e mecanismos preventivos em relação a tais ocorrências.”

Em breve, de volta às amenidades.

Até.

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>BAR DO ALEMÃO, SP

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Pode parecer, ao primeiro incauto, implicância minha esses adendos que ando fazendo aos textos do Moacyr Luz publicados em seu blog, recém inaugurado.

Mas não são, em absoluto. São – digamos – frutos dessa minha mania de ser preciso do início ao fim até mesmo em matéria de registros, ainda que à primeira vista os adendos não tenham ligação direta com o assunto tratado pelo compositor. São, eis a verdade, adendos-frutos da minha memória, já que os textos do Moacyr (esse foi o primeiro) têm me despertado boas lembranças.

Quando ele contou a história do samba CACHAÇA, ÁRVORE E BANDEIRA eu me lembrei, de pronto, do dia em que ele despencou-se da Tijuca para a Lagoa, para a minha casa, onde registramos a primeira gravação, caseira, é verdade, do belíssimo samba em homenagem a Carlos Cachaça. Escrevi sobre isso, aqui.

Ontem, terça-feira, o Moacyr escreveu PIRAJÁ, leiam aqui, sobre fatos ocorridos em São Paulo, em 1999.

Imediatamente fui arremessado ao passado e lembrei-me da gloriosa excursão a São Paulo inventada pelo Aldir em 1996. É o seguinte: por ocasião de seus 50 anos, Aldir Blanc lançou, além do CD ALDIR BLANC 50 ANOS, o livro UM CARA BACANA NA DÉCIMA NONA. E o Jô Soares, então no SBT, convidou o bardo tijucano pra uma entrevista.

Tudo certo, negociação fechada, o Aldir exigiu – e foi atendido – um ônibus desses que só faltam voar, fretado para levar uma turma grande de amigos até São Paulo, todas as despesas pagas eu nunca soube por quem, se pelo Sílvio Santos ou pelo Marco Aurélio, que era muito dado a essas loucuras em prol dos amigos.

Eu já escrevi, de leve, sobre esse dia, aqui, quando homenageei o saudoso Marco Aurélio.

Pois bem.

Chegamos a São Paulo depois da mais longa viagem por terra de que se tem notícia – paramos dezenas de vezes na estrada para repor os isopores industriais com gelo em escamas e latas de cerveja – , partimos pro hotel e de lá, no mesmo ônibus, pros estúdios do SBT, no Sumaré.

Finda a gravação, e capitaneados pelo Pelão, fraterno amigo do Aldir,tomamos o rumo do BAR DO ALEMÃO, na avenida Antarctica, onde uma tremenda roda de samba varou a madrugada.

De posse da minha NIKON N70, mecânica (não existiam as digitais… e eu ainda não conhecia o Szegeri – será que o homem da barba amazônica estava lá e eu nunca soube?????), fiz alguns registros, e eu divido dois deles com vocês.

BAR DO ALEMÃO, São Paulo, 1996, fotografia de Eduardo Goldenberg
BAR DO ALEMÃO, São Paulo, 1996, fotografia de Eduardo Goldenberg

Até.

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>SALÃO AMÉRICA

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Vira e mexe eu falo dele, do glorioso SALÃO AMÉRICA (leiam aqui).

É lá, toda semana, que vou sentar-me na cadeira do fundo do salão, sob a batuta da navalha do seu Ernesto, pra fazer a barba e, eventualmente, cortar o cabelo à máquina.

Sempre me comovo quando estou por lá.

Penso sempre com meus botões enquanto caminho em direção ao salão:

– Há quanto tempo freqüento o salão! Há quanto tempo!

Confesso que eu sabia que era há muito.

Mas hoje à noite, ainda há pouco, mostrando uns álbuns antigos pra duas de minhas sobrinhas queridas, deparei-me com a prova cabal de que vou lá há exatamente 39 anos e dois dias.

álbum de família

A pouco mais de um mês de completar 40 anos, uma grande surpresa e uma grande descoberta!

Dedico a descoberta a meu velho pai, em cujas mãos estavam as minhas, seguramente, no longínquo 21 de maio de 1970. E à minha mãe, que teve o cuidado de fazer o registro.

Até.

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CACHAÇA, ÁRVORE E BANDEIRA

Bacana a história contada hoje cedo pelo Moacyr Luz em seu blog, recentemente inaugurado.

Em CACHAÇA, ÁRVORE E BANDEIRA (leiam aqui) ele conta sobre a criação do samba, com esse mesmo nome, que fez em parceria com Aldir Blanc para homenagear o Carlos Cachaça. Leiam lá, leiam lá.

Deve ter sido logo depois do telefonema dado pelo Moacyr pro Aldir

Eu ainda morava na Lagoa e recebi, também do orelhão, uma chamada de um emocionadíssimo Moacyr. Ele e o violão tomaram um táxi, desembarcaram na Epitácio Pessoa e subiram ao sexto andar, onde eu morava.

Eu havia comprado recentemente um computador equipadíssimo.

E foi nele, valendo-se de um microfone mínimo, que o Moacyr fez a primeira gravação de CACHAÇA, ÁRVORE E BANDEIRA.

Até.

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>AINDA SOBRE O PLÁGIO

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Como lhes contei aqui, o escancarado plágio cometido por Ana Cristina Reis completou, no último dia 19, 4 anos. Completou 4 anos, também, o silêncio vergonhoso da imprensa e de seus colegas. E vejam vocês que coisa…

Uma jornalista, cujo nome não digo nem à fórceps, mandou-me um e-mail no próprio dia 19. Vamos a ele, devidamente editado para preservar a identidade da moça:

“Oi Edu! O (…) me encaminhou o link do post novo sobre o plágio da ACR. (…). Por motivos óbvios, não posso fazer qualquer denúncia. Para mim, infelizmente, é importante manter um bom relacionamento com quem escreve, e principalmente, edita um suplemento super lido (ELA) no Globo… Você já mandou email pra algum diretor executivo de lá? Trabalho com (…). (…)… Certamente a diretoria do GLOBO soube disso na época. Mas a (…) da Ana Cristina (eu adoraria que essa história vazasse e tivesse desdobramentos, (…)) tem muito prestígio na casa… já faz quatro anos que isso aconteceu… Talvez ela tenha recebido uma reprimenda, mas ficou tudo abafado… Muito jornalista importante já rodou por muito menos, mas em jornais mais sérios… O GLOBO é uma piada…”

Vejam que coisa, vejam que coisa!

Antes de prosseguir, uma pequena digressão: deve ser horrível viver e trabalhar assim, adulando gente de quem não se gosta. A autora do e-mail acima reproduzido (não lhe direi o nome nem à fórceps) refere-se à Ana Cristina Reis de forma bastante agressiva. Ocorre que que ela precisa dos favores (favores?!) da editora do “suplemento super lido”. Deve ser super chato precisar de uma uma pessoa super malquista para conseguir espaço em um jornal super piada. Francamente.

Antes, um adendo.

Não vejam com ironia o que vou lhes contar: jamais (com a ênfase szegeriana) referi-me à ACR de forma agressiva. Jamais. Quando o fiz – se fiz – foi como reação, apenas. A única questão que me chama a atenção é essa: como é possível a uma plagiadora a incolumidade diante do escancarado plágio? Como?

Em frente.

Engrossando o caldo, a Ione (leitora de Brasília e outrora vizinha da Tijuca, como lhes contei aqui) mandou a pranchada:

“Edu, acho que já comentei contigo da extrema semelhança entre um livro dessa moça – Meu Reino Por Um Cashmere – e um de uma americana (igualmente blargh) chamado ‘Wear More Cashmere’… Nenhum dos dois presta, mas acho que aquele que foi copiado consegue ser ainda pior – formal e materialmente!”

Vejam que coisa, vejam que coisa!

Alguém aí – por favor, por favor! – tem alguma explicação para a origem e a manutenção do poder da plagiadora? Alguém aí sabe de mais algum feito, digamos, da dita cuja?!

Até.

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>HÁ 4 ANOS… O PLÁGIO

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Há exatos 4 anos – o troço deu-se em 19 de março de 2005 – Ana Cristina Reis publicou no desprezível caderno ELA, publicado aos sábados no jornal O GLOBO, uma matéria intitulada BISTRÔS PARISIENSES que é, a bem da verdade, plágio escancarado de uma matéria idêntica publicada no NEW YORK TIMES.

Ouço daqui a voz do leitor:

– Mas você lê o NYT, Edu? Vende na Tijuca?!

E eu respondo, falando sozinho com o monitor à minha frente:

– Vender, vende. Uma banca na Praça Saens Peña e uma outra na esquina da rua do Matoso com a Doutor Satamini seguramente vendem. Mas eu não o leio.

Meu dileto amigo Luiz Carlos Fraga foi quem me bateu o telefone na manhã de uma sexta-feira para me contar o escândalo. Ouvi sua história, recebi por email a inequívoca prova da vergonhosa conduta da colunista e publiquei no BUTECO, em 30 de junho de 2006, ACR E UM PLÁGIO, leiam aqui.

Quero lhes dizer que entre a notícia que recebi do Fraga e a publicação (a denúncia, na verdade) do texto no BUTECO passaram-se mais de trinta dias, e sabem por que? Tentei, diversas vezes, obter qualquer resposta de Ana Critina Reis. Tentei obter qualquer resposta do ombudsman do jornal. Escrevi pra um, escrevi pra outro, mandava os emails (não foram muito, é verdade, eis que me falta tempo e alguma paciência) sempre com os destinatários em cópia aberta e não obtive qualquer resposta ou satisfação (seria o mínimo).

Minto.

Uma pessoa me respondeu lamentando muito a história toda: Cora Rónai.

De lá pra, pouca coisa mudou.

Quando apontei o flagrante (vocês lerão), referi-me a Ana Cristina Reis como “a solteirona pernóstica”. Hoje ela é casada.

Nada mais mudou. Nada.

A matéria-plágio foi publicada em 19 de março de 2005 enquanto a original, do NEW YORK TIMES, o foi em 13 de março de 2005, seis dias antes, por Mark Bittman, intitulada DOES THE AFFORDABLE PARIS BISTRO STILL EXIST? OUI..

Leiam a matéria aqui.

Quatro anos depois – parabéns, Ana Cristina Reis!!!!! – quem sabe alguém consegue explicar o que foi que houve nesse episódio?!

Até.

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>A CARA DO FLUMINENSE

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Li agora pela manhã no HISTÓRIAS DO BRASIL, do Simas – vejam aqui – e não acreditei.

Quer dizer… acreditei. As torcidas tricolores, Fluminense e São Paulo, são mesmo chegadas a uma frescurada.

E tinha que ser o incansável homúnculo, o homem capaz de trazer à tona tão importante notícia.

nota publicada na coluna GENTE BOA do SEGUNDO CADERNO de O GLOBO em 17 de março de 2009

Sem sacanagem: parece que a FLU BOUTIQUE está preparando para brevíssimo o lançamento do KIT FRED. E vejam vocês se isso é possível.

Vocês se lembram do Lulu Santos, em recente entrevista, dizendo que a torcida do Fluminense era a mais bonita e cheirosa do Brasil?! Pois como disse o Tutty Vasques (vejam aqui), a torcida do São Paulo recorreu!!!!! E a diretoria do clube paulistano já prepara, contou-me o Borgonovi, o lançamento do KIT MORUMBI para fazer frente à necessaire da mais nova aquisição do tricolor das Laranjeiras.

O que diria Nelson Rodrigues sobre isso?

Até.

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