Arquivo do mês: janeiro 2005

>12,2kg JÁ SE FORAM…

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Doces figuras, permitam-me novamente dividir com vocês a intimidade do meu banheiro. Tendo começado a dieta em 30 de novembro de 2004 com 96kg, eis-me hoje, 27 de janeiro de 2005, pouco menos de 60 dias depois, com 83,8kg, acumulando uma perda de 12,2kg. E isso mesmo aviltando o rigor que me foi prescrito, encarando cerveja de vez em quando, uísque outras tantas, vinhos ocasionais, caindo dentro de comidas vetadas e ontem mesmo tendo devastado o M&M que a Iara, uma de minhas doces afilhadas, deixou pra trás quando voltou pra São Paulo.

Mas aproveito pra dizer, publicamente, que recuperaria os mais de 10kg perdidos, e outros quantos fossem necessários, se isso representasse o sorriso da mulher que me ensinou a sorrir, a Dani Sorriso Maracanã, de volta. E eu perderia mais, tudo o que fosse preciso, para dar a ela o sossego e a alegria recuperada logo depois da visita ao calça branca que tem um cocar no consultório.

Se isso não foi de todo claro, foi de propósito. Meus pajés contemporâneos e particulares, papai, mamãe, Fefê, Szegeri, Betinha, Aldir e Banana, que acompanharam de perto os quinze dias de sufoco que sugaram da minha menina a energia que ela me repõe dia após dia, entenderão. E isso basta.

E como superei em 2,2kg minha meta para os primeiro 60 dias, meus amigos, me segurem no Carnaval que eu vou com tudo. Da África à Sapucaí!

Até.

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>SEGURA PRA NÃO CAIR 2005

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Doces figuras, o bloco carnavalesco SEGURA PRA NÃO CAIR fez, no último dia 23 de janeiro, seu quinto desfile. Em 2001 homenageando Noel Rosa, em 2002 Beth Carvalho, em 2003 Martinho da Vila, em 2004 Aldir Blanc e em 2005 João Bosco. Na foto acima, Ângela Bosco, Aldir Blanc, João Bosco, Simone, Dani Sorriso Maracanã e Mari Blanc, na concentração, minutos antes da partida do bloco que, este ano, arrastou mais de 5.000 pessoas pelas ruas de Vila Isabel. Acham muito 5 mil? Vejam as fotos do desfile aqui e aqui. Não havia um espaço vazio, nem nas ruas, nem nas calçadas, nem nos bares do trajeto.

O absurdo sucesso do bloco deveu-se, apesar de eu ter sido alvo de milhares de beijos e abraços de agradecimento pela festa, ao esforço de uma pá de gente a quem quero agradecer daqui, publicamente. Espero que não me falte a memória. Vamos lá:

Ainda em dezembro do ano passado, Sérgio Barreto comprou feijão, carnes, arroz, couve, laranja, e as mãos mágicas da Tetê foram responsáveis pela Feijoada do Segura, na casa da Maria Paula, que além da casa cedeu o gelo e as tinas, regada a muita cerveja doada pela Betinha, e os presentes fizeram doações fundamentais para o bloco, assim como alguns que não puderam comparecer ao furdunço, todos listados em seguida, presentes e ausentes: Maria Paula, Miguel, Guerreira, Dani Sorriso Maracanã, Fefê, Brinco, Betinha, Flavinho, Cícero, Alex, Marquinho, Dedeco, Márcio Branco, Mauro, Sônia, Manguaça, Manguaço, Marcelo, Rogerinho, Fumaça, Mestre, Marlene, Zé Colméia, Vinagre, Giulia, Cachorro, Cris e Duda.

Também em dezembro, eu, Mariana Blanc, Fernando de Lima e Edmundo Souto fizemos o samba, que fez um tremendo sucesso nos ensaios e no desfile, que já é apontado como o melhor samba do SEGURA desde 2001.

Os patrocinadores foram chegando junto, e graças ao Miguel, Maria Paula, Pedro, Juliana, Serginho, Cacá, ao pessoal da Physical, da CoralSign e do Guaraná Zom, contamos com o patrocínio dessas três últimas marcas juntamente com a Wise Up, a Sottomare, a Blue Star Video, a BuickSound e o Banco BRJ, fundamentais para a viabilidade do bloco, assim como Cachorro e Fefê, do Estephanio´s Bar, ponto de concentração do bloco.

A Duda, como no ano passado, preparou as alegorias e os adereços, para que o bloco saísse ainda mais bonito.

Já em janeiro, o nosso homenageado, João Bosco, esteve na quadra da G.R.E.S. Unidos de Vila Isabel, onde foi apresentado ao Diretor de Bateria do bloco, Mariozinho e Mug, para uma matéria do jornal O GLOBO, e onde pôde ver de perto o sacode da bateria da azul e branco, com Peri, Macaco Branco, Cassiano, Luís Paulo, Cláudia, Marcão e outras feras.

Também em janeiro Shashá e Yayá foram escolhidas porta-bandeira e princesa da bateria do bloco, e as duas fizeram tão bonito que foram alvo de matéria no Jornal do Brasil de ontem, 24 de janeiro.

Em 09 de janeiro fizemos nosso primeiro ensaio, e contamos com a força do Caio, cavaco nervoso que sacudiu a rua levando o samba. Neste ensaio, Julia Bosco apareceu com Rodrigo, seu namorado e passista de primeira, e garantiu a presença do pai no ensaio seguinte.

Em 16 de janeiro, João Bosco esteve no segundo ensaio com a Julia e o Chico, seus filhos, com Rodrigo e Rafa, e a multidão enlouqueceu quando João, juntamente comigo, com Fefê, Dedeco e Mariana, cantou “O Mestre Sala dos Mares” ao som da bateria e acompanhado pelo grande 7 cordas, Felipe Barros, e pelo cavaco campeão do Guilherme Sá. Pelo som dos dois ensaios, obrigadíssimo ao Vágner e ao Filipe DJ, que garantiram qualidade pra facilitar o samba na boca do povo!

Na semana do desfile, eis que entra em campo, depois de semanas trabalhando na surdina em prol do SEGURA, outra craque na engrenagem do bloco, Ângela Bosco. Ângela alugou 2 ônibus, com 50 lugares cada um, convidou 100 amigos para a festa, e tudo começou em sua casa, na Gávea, quando foi lançada no Rio de Janeiro, à boca pequena, a cerveja Bossa Nova, da Bahia. Vejam as fotos aqui. Estavam na festa além de Ângela e João, obviamente, uma pá de amigos do casal, entre eles a galera da Bahia, da cervejaria, Marilene Dabus (saudações rubro-negras!), Paulo César Grande, Cláudia Mauro, Julia Bosco, Rodrigo, Chico Bosco, Rafa, Simone, Olivia Byington, Stella Caymmi, Claude do Amaral Peixoto, Fernando Bicudo, Thomas Stoewsand, Luciane Araújo, Tiago Lins e Silva, Ioná, Susana, Patrícia, Silvana, Vitória Caldas, Jorge Sanchez, Bel Ferreira, Tania Menai, Aninha Albuquerque, Itaal Shur, Nádia Maria, Aspásia Camargo, Eni Moreira, Marie Laure, Mu Chebabi, Ney Conceição, Ana Bruno, Thereza Eugênia, Zélia Ferreira, Alfredo Gosso, Lucinha, Annick Thebia Melsan, Bianca Pucheu, Cristina Kler, Daniela Costa, David, Fabiana Gemmal, Fernanda Santos, Ivo Lucchesi, Lylian Berlin, Luisa Lima, Marilene Gondin, Rafaela Amoedo, Rodrigo Vila Verde… UFA!… e mais muita gente… Esses nomes me vieram pela memória e pelos registros de emails que tenho durante a negociação com as camisetas! Camisetas, aliás, que foram vendidas todas!

À banda boa do Nem Muda Nem Sai de Cima, presente em peso com a camisa do SEGURA, retribuindo o mesmo carinho que nutrimos pelo bloco da Rua Garibaldi: Serjão, Gilda, Marquinho, Tupiara, Lula, Basile, Lélio, Nilson Amorim, Virgínia, Mello Menezes (autor da nossa camiseta e homenageado nos 10 anos do Nem Muda Nem Sai de Cima).

Durante o desfile, outra galera fundamental pra que tudo saísse a contento. Uma galera que brinca um pouco menos mas que se diverte dando uma força isolando a bateria, ajudando o trajeto do caminhão, tomando conta da porta-bandeira, da princesa da bateria, e eles merecem meu muito obrigado, um puta beijo e um abraço arretado: Dalton, Tartarugão, Quebrado, Mangusto, Carlos, Mauro, Isaac, Mariazinha, Dani Sorriso Maracanã, Brinco, Cris, Cachorro (o fotógrafo oficial da festa!), Simone (é, meus amigos, a própria… há no filme uma cena linda da Simone com os braços enormes abertos, tomando conta da bateria e se acabando de cantar o samba com um sorrisão estampado não escondendo a alegria de estar ali!), Duda, e mais muita mas muita gente mesmo que eu não sou nem capaz de saber devido ao lugar que ocupo durante o desfile. Como foi fundamental a Beth, que ficou segurando a onda dentro do Estephanio´s enquanto o couro comia no meio da rua. Os garçons do Estephanio´s, outros bambas. Como foram fundamentais no percurso de mais de 3 horas, o violão certeiro do Felipe, o cavaco do Guilherme, o gogó do Dedeco, do Fefê, do Cristiano (que veio da França para o desfile!!!!!), da Mariana, da Simone, do João Bosco, do Aldir Blanc, da Olivia Byington, gente que foi revezando nos microfones não deixando o samba cair.

E o momento épico do desfile, quando paramos na esquina da Rua Dona Maria com a Rua Almirante João Cândido Brasil, pra assistir João Bosco e Aldir Blanc cantando juntos “O Mestre Sala dos Mares”. De arrepiar!

Não foi possível sequer voltar ao ponto da concentração devido ao absurdo número de pessoas que se espremiam na esquina, como as fotos comprovam.

Mas entrou pra história, definitivamente.

Obrigadíssimo, mesmo, do fundo do coração, a todos, rigorosamente todos que apareceram por lá, ajudando a abrilhantar a festa. Gente que veio de longe, de São Paulo (alô Fernando e Paula Szegeri, Iara, Maria Elisa!), gente de Volta Redonda (alô Banana, alô Beto!), da Bahia (alô Gisele!), enfim… a todos. E à família Vila Isabel, em peso: Buba, Lu, Dhaffiny, Stephanny, Dinha, Mestre Mug, Nininha, Mariozinho, Dinha, Macaco, Pivete, Marcão, Cabeludo, Mauro, inúmeros ritmistas de mão cheia, e aos camaradas do caminhão de som, Ivan e Mathias!

Mesmo.

Até.

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A FAMÍLIA VILA ISABEL

Ninguém, com um pingo de caráter, é o que reza o dito popular, troca de time durante a vida. Uma vez Flamengo, sempre Flamengo. Flamengo, até morrer, eu sou.

O mesmo dito valeria, pensei durante anos, para as Escolas de Samba? Pensei por vezes que sim, outras tantas vezes achei que não.

Eu, que desde o berço aprendi a guardar com orgulho a Academia do Samba no coração, Salgueiro, minha paixão, minha raiz, tive – e já contei isso por aqui – o coração invadido, a princípio timidamente e depois de forma arrebatadora, pela azul-e-branco fundada pelo seu China, o velho sonhador, que criou a tal Vila bonita que me encantou, com a licença de Martinho da Vila e do Ruy Quaresma.

“No meio da quadra, tão familiar, bebi, fiz amigos e cantei…”, disseram novamente o Martinho e Moacyr Luz, e eu endosso. Buba, Lu, Stephanny, Dhaffiny, Mestre Mug, Mariozinho, Macaco Branco, Marcão, Luís Paulo, Wallan, Cassiano, Peri, Jaquetão, Cláudia, Dinha, a família Vila Isabel pediu licença sem cerimônia nenhuma e hoje a Vila Isabel é a responsável pela transfusão do sangue vermelho, tingido também de azul, que corre nas minhas veias com muito menos gordura entre elas, diga-se de passagem.

Ontem, 20 de janeiro, dia de São Sebastião do Rio de Janeiro, houve ensaio técnico da Vila Isabel no Sambódromo, e de presente eu ganhei “apenas” o seguinte: um repique, que me foi passado pelas mãos da Lu, que aparece na foto com o Buba e a Dani aqui em casa logo após o ensaio, com o qual desfilei uns 20 minutos fazendo parte da nota 10 sob o comando do Mestre Mug.

Seguramente, uma das maiores emoções que já vivi. Dormi ainda sorrindo, nos braços da mulher amada, sem nenhum remorso por subverter o dito popular.

Até.

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>MAIS 1kg SE FOI DESDE 13 DE JANEIRO…

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E assim prossigo, felicíssimo, minha escalada morro abaixo. Em 13 de janeiro, a primeira foto posta no BUTECO, com 85,4kg.

Em 18 de janeiro, 84,9kg.

E hoje, essa marca aí, 84,4kg.

Não é demais repetir que tudo começou em 30 de novembro de 2004, com 96kg. E minha rigorosa médica deu-me como meta, até 30 de janeiro de 2005, a marca de 86kg.

Ou seja, tenho aí, por enquanto, 1,6kg para “queimar” durante o Carnaval!

Até.

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A MULHER QUE ME ENSINOU A SORRIR…

Doces figuras, já disse isso aqui um sem fim de vezes: desde quando eu vivia isolado do mundo, quando eu era um vagabundo sem ter um amor, apesar de vivendo junto – sabe aquela história da pessoa errada? -, acalentava um sonho em forma de desejo. Londres é longe demais do Rio de Janeiro e tudo o que eu tinha era um cartão de visitas com um endereço britânico que jamais recebeu uma mísera carta minha. Mas eis que a mulher que eu queria voltou de viagem e justamente quando vacas tentavam destruir meu pasto eu a reencontrei. Foi um golpe de mestre, confesso, e naquela mesma noite do reencontro, o bairro de Vila Isabel, a Acadêmicos do Salgueiro e a Praia de Ipanema nos uniram, e para sempre.

A mulher que me ensinou a sorrir.

É à Dani que quero dedicar esse poema:

Em teu sorriso cabem todas as minhas dores,
que eram dores de amores
e hoje são dores de prazer.
Em teus braços, em teu colo,
onde me deito,
no conforto de teu peito,
cabem minhas ilusões.
Se me faltam as palavras nessa hora,
se eu me sinto sem talento,
para tudo lhe dizer,
eu recorro, sem remorso e sem vergonha,
sem o intento de mentir,
ao meu grande amigo Aldir,
autor dessa grande sacada
que copio e que repito,
pois no fundo é bem bonita
a declaração de amor:
sem você, Dani,
não sei nem fazer cocô.

Até.

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E ASSIM CAMINHO COM HUMILDADE…

Manhã de 18 de janeiro de 2005…

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>HOJE É DIA DE MANGUAÇA

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Doces figuras, a foto está escura mas meu carinho é claro.

Hoje, 14 de janeiro, é aniversário dessa figura deliciosa, impagável, um dos muitos frutos que a árvore Estephanio´s rendeu.

Freqüentadora do bar desde a primeira edição, na Rua Visconde de Itamarati, era chamada por nós de Heleninha, a personagem da Renata Sorrah numa novela da TV Globo. Bebia e chorava muito, não necessariamente nessa ordem, mas conjungava os dois verbos sempre em conjunto e em grande escala.

Atravessou o tempo conosco, atravessou a Praça Varnhagem, ganhou cadeira cativa na edição do bar na Rua dos Artistas, atravessou meu peito a pé e atingiu meu coração, cidadela onde poucos pisam.

Deixou de ser Heleninha e passou a ser Manguaça, Manguacinha.

Parabéns, meu amor. Fica daqui, do buteco, minha homenagem. Saiba que qualquer maneira de amor vale a pena. Todo meu carinho.

Até.

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