“AMORES EXPRESSOS”: NOJO ANUNCIADO

Vocês hão de me permitir fugir, muito, dos temas afeitos a este balcão. Até mesmo porque em buteco – os verdadeiros, não as mentiras que tentam nos impor – não se acende vela pra pouco defunto. Em buteco se discute a vida real, o jogo da véspera, a decisão do final de semana, a bunda mais tesuda do covil, esses troços fundamentais que fazem a vida valer a pena. Mas como estamos diante de um fato que envolve dinheiro público, fiquei a fim de fazer a cuíca roncar por essas bandas. Não sei se estamos exatamente diante de um fato – vocês farão seus julgamentos -, ou de um projeto (e desde que o Brasil passou a ser invadido por projetos, formatadores de projeto, coordenadores de projeto, a coisa desandou de vez…), mas é fato que estamos diante de um escândalo. E como escândalo dá pano pra manga, vou dividir com vocês muito mais que minha indignação: minha repulsa, meu nojo, meu ódio e minha golfada olímpica pra cima da coisa. Explico.

Tomei ciência do escândalo lendo o “no mínimo” – leiam aqui. E fiquei sabendo – transcrevendo os trechos mais elucidativos – que:

“O projeto “Amores expressos” vai mandar 16 escritores brasileiros (…) passarem um mês com tudo pago em alguma cidade do mundo, de onde eles se comprometem a voltar com um romance de amor para ser publicado pela Companhia das Letras (embora a editora se reserve o direito de só aproveitar parte do material) (…).

A notícia do projeto, idealizado pelo produtor cultural Rodrigo Teixeira, (…).

Parte do burburinho se explica pelo custo total do projeto: R$ 1,2 milhão, grana vistosíssima num mercado franciscano. O fato de “pouco menos de metade” desse valor, segundo Teixeira, ser dinheiro de renúncia fiscal, captado ou ainda em fase de captação pela Lei Rouanet, contribui para a polêmica – uma polêmica que, justiça seja feita, deveria ir muito além desse caso e envolver um debate sério sobre o próprio mecanismo de financiamento de produtos culturais pelo contribuinte. Não menos ruidosas são as críticas provavelmente inevitáveis à lista de eleitos, elaborada por Teixeira e pelo jovem escritor carioca João Paulo Cuenca, contratado como “coordenador editorial”.

Será que se trata, afinal, de uma jogada de marketing brilhante pela capacidade de “esquentar” uma atividade – a ficção made in Brasil – sabidamente pouco atraente para investidores? Ou de um chamativo bolo midiático em que a ficção entra no papel de cereja? Ou ainda, como escreveu com rapidez no gatilho o escritor Marcelo Mirisola (uma das incontáveis ausências na lista dos 16) em carta publicada na “Folha” de domingo, de uma ação entre “amigos de farra”, com “um ou dois figurões acima de qualquer suspeita” para disfarçar?

“Os critérios de seleção foram de afinidade literária, interesse editorial e química com as cidades de destino”, diz Cuenca, acrescentando que Mirisola “não merece resposta”. Teixeira inclui a palavra “gosto” entre os critérios de seleção, mas isso talvez seja um sinônimo de “afinidade”. “A gente pensou em muitos outros nomes, e pode ser que um ou outro tenha ficado chateado, mas um projeto com 35 seria inviável”, afirma. A decisão de incluir autores que nunca publicaram um livro próprio explica a presença na lista de nomes verdes como Antonia Pellegrino, Cecília Giannetti e Chico Mattoso, enquanto o time dos consagrados é defendido por Sérgio Sant’Anna, Bernardo Carvalho e Marçal Aquino.

Segundo a diretora editorial Maria Emilia Bender, a Companhia das Letras se associou ao projeto porque seis dos selecionados são autores da casa e porque ele dá à editora a oportunidade de “eventualmente abrir seu leque para um autor brasileiro novo, coisa que a gente está sempre buscando”. No entanto, manifestações de insatisfação entre outros escritores da Companhia levam Maria Emilia a frisar que o projeto não é da editora, mas de Rodrigo Teixeira. “A plêiade, digamos, não foi eleita por nós”, diz. Acrescenta que todos os autores, mesmo os que têm vínculo com a casa, toparam correr o risco de ter o livro rejeitado. “Isso nós deixamos bem claro aos organizadores, mesmo porque a lista é bem heterogênea no que diz respeito à experiência”, afirma.

Quem for de fato publicado ganhará da Companhia adiantamentos de praxe no mercado, calculados com base numa tiragem de 3 mil exemplares. Publicado ou não, porém, cada autor embolsará da empresa de Rodrigo Teixeira, limpos, R$ 10 mil a título de cessão de direitos (…). As despesas de viagem não estão incluídas nesse valor.

Sobre a pauta, vagamente reminiscente de primeiro capítulo de novela das oito da Globo – a busca de uma história de amor em alguma cidade estrangeira –, Maria Emilia é cautelosa: “Dependendo do autor, qualquer pauta vale. Ou não”. Rodrigo Teixeira aposta na viagem como “uma forma de abrir mais a cabeça dos autores, independente da qualidade do material que vai sair”.

Em abril, embarca a primeira leva: Antônio Prata (Xangai), Cecília Giannetti (Berlim), Daniel Galera (Buenos Aires), João Paulo Cuenca (Tóquio) e, no único destino doméstico, o jovem goiano André de Leones (São Paulo!). Em maio, Amilcar Bettega (Istambul) e Joca Reiners Terron (Cairo). Em junho, Adriana Lisboa (Paris), Chico Mattoso (Havana), Lourenço Mutarelli (Nova York) e Reinaldo Moraes (Cidade do México). E em setembro, fechando a temporada, Antonia Pellegrino (Bombaim), Bernardo Carvalho (São Petersburgo), Luiz Ruffato (Lisboa), Marçal Aquino (Roma) e Sérgio Sant’Anna (Praga).”

Eu não vou ficar aqui, francamente – como diria meu eterno e saudoso Governador Leonel de Moura Brizola – discutindo o óbvio. O óbvio – e é justamente o óbvio que dá nojo, que provoca engulhos – salta aos olhos de quem toma ciência do (pausa para vomitar) projeto. Mas quero falar sobre outra coisa. Acompanhem.

O “coordenador editorial” do projeto (as aspas não são minhas) é um escritor, a meu ver, que não tem nada – nada, em negrito – a dizer. E jornalista (quer dizer… não é beeeeem jornalista, embora escreva para um jornal; é economista – o que talvez explique tudo). Daí lembro-me da frase que ouvi, dia desses, no Rio-Brasília, de um sujeito a quem respeito, dando sua opinião em voz alta:

– O problema da literatura brasileira contemporânea está no fato de que tem muito jornalista que escreve mal pra caralho querendo fazer literatura…

Deu um gole no maracujá e arrematou:

– … daí só sai merda!

Mas voltemos ao projeto.

O “coordenador editorial” escreve para o jornal O GLOBO. É colega, portanto, da plagiadora (leiam aqui). Colega do jota, o responsável pelos 33 atentados que denunciamos, até o momento. E é sobre as merdas que ele disse que quero me debruçar. Tomem nota da frase escrota de autoria do tal “coordenador editorial”:

“Os critérios de seleção foram de afinidade literária, interesse editorial e química com as cidades de destino.”

Pausa para o vômito.

Antes, porém, um pedido, um desejo: se esses dezesseis agraciados com dinheiro público têm “química com as cidades de destino”, por que não ficam por lá pra sempre? Morrem lá sem nunca mais pisarem aqui? Por que? Vamos voltar.

Escândalo dos escândalos? O “coordenador editorial” não vai apenas coordenar a mamata coletiva. Não! Não! Ele também vai viajar, porra! É, ele, um dentre os dezesseis premiados com uma viagem de trinta dias com tudo pago pelo erário. Como estamos falando de R$1.200.000,00, e como são dezesseis os escolhidos, e como cada um vai passar trinta dias viajando, estamos falando de R$2.500,00 POR DIA para cada um.

Entre esses dezessseis estão, é claro, amigos do “coordenador editorial” e do “produtor cultural”.

Querem vomitar mais? Atenção para o que disse o “produtor cultural”… O “produtor cultural” aposta na viagem como “uma forma de abrir mais a cabeça dos autores, independente da qualidade do material que vai sair”. Maravilha, não? Eu pago, você paga, todos nós pagamos – e caro – para a patota sair voando pelo mundo para abrir a cabeça.

Eu imagino o diálogo no saguão do aeroporto. Diz o “coordenador editorial”, recém-chegado de Tóquio, para a amiguinha embarcando pra Bombaim:

– Vai lá, Totô, vai! Viaja, curta m-u-i-t-o, gasta t-u-d-o, seja p-o-d-e-r-o-s-a e abra essa sua cabecinha. E não se preocupe com a qualidade do material que você tem que escrever, tá?

E ela, dando pulinhos de alegria, rodando a Louis Vuitton:

– Você é tudibom!!!!! Dá beijo aqui, dá…

É de fuder. Com “u”, antes que um babaca queira me corrigir.

É nojento isso tudo. Dezesseis pessoas e uma editora – que já tem seis dos dezesseis como “autores das casa” – agraciadas com um milhão e duzentos mil reais para um passeio 0800, como se diz em balcão de buteco.

Por que um filhodaputa qualquer não pensa num projeto desses ambientado no Rio de Janeiro? Por que não mandar Antonia Pellegrino (sem o negrito) para escrever uma história de amor no Irajá, hospedada trinta dias por lá? Ou não é possível uma história de amor no Irajá? Por que não mandar o “coordenador editorial” – que nunca deve ter atravessado a fronteira que o separa da zona norte – para uma experiência química em Nilópolis, Nova Iguaçu, em Marechal Hermes?

Porque são todos uns merdas. E eu digo todos sem apontar o indicador no focinho de alguém. Todos os que chamo de merdas são todos os babacas que vivem à margem da realidade – por isso não são assunto, nunca, dentro de um buteco -, são todos os que se acham capazes de escrever uma história de amor em terras distantes sem a capacidade, básica, de viver uma história de amor com sua gente, porque são mentirosos, porque são uma invenção da mídia de merda que atropela a moçada que está aí, começando a viver a vida.

A escumalha e a canalha que estende faixinha na janela escrito “BASTA” – contra a violência, latem – acha lindo ver seus filhotes e seus vizinhos mamando nas tetas do erário.

Com licença, meus poucos mas fiéis leitores: vão todos vocês – em quem entrar a carapuça, muito bem! – tomar no cu.

Até.

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28 Comentários

Arquivado em imprensa

28 Respostas para ““AMORES EXPRESSOS”: NOJO ANUNCIADO

  1. Mandou bem, Edu! Marcelo Alves

  2. Edu, vou atrás dessa história. Desmascarar essa corja. Mesmo se a lista dos 16 contasse com escritores talentosos, seria um atentado. Pior é que nessa listinha não tem um só escritor que preste. Um só, Edu.

  3. Edu, leio seu blog faz pouco tempo, acho que uns 10 dias, e admiro bastante a tua postura. PQP, já não bastam os cineastas que mamam nas tetas do governo, com pomposas verbas p/seus filmes, agora temos escritores apadrinhados usufruindo de verbas da renúncia fiscal. É lamentável ver dinheiro público sendo desperdiçado desta forma. por que não mandam um para Mesquita, outro para Taboão da Serra e mais um para o Pontal do Paranapanema e cada um tenta escrever um livro?

  4. Marcelo Alves e Bruno: obrigado pela força com relação a esse assunto, nojento demais e que me dá, de fato, engulhos. Espalhem essa barbaridade. Escrevam, como eu escrevi, para a Cia. das Letras e para o Ministério da Cultura. É preciso que haja grita! Prezado Anônimo: tenho, por princípio, não permitir a postagem de comentários sem qualquer identificação. Mas tenho a impressão, também, de que somente os covardes que buscam a agressão gratuita se valem desse expediente. Agradeço se você puder se identificar: ou por aqui mesmo ou por e-mail edugoldenberg@gmail.com É sempre bom saber quem está do nosso lado nessas lutas aparentemente inglórias. Abraço.

  5. Critérios como “afinidade, interesse e química”, são muito subjetivos para seleção de quem vai torrar o dinheiro público. E ainda que estes conceitos pudessem ser mensurados, não o seriam pelo tal “coordenador editorial”. Pra isso invntaram o concurso, concorrência, banca examinadora, etc. E mais, ainda que fossem observados critérios legítimos de selação, o dinheiro público não se presta a “abrir cabeça de escritor” (o que aliás é uma tremenda viadagem). Aliás, se o tal “coordenador editorial” se considera um dos escritores que precisa “abrir a cabeça”, não creio que ele esteja apto a fazer a seleção. Pobre quando quer abrir a cabeça vai no buteco e bebe 3 doses de cana… “Química” de cú é rola!!! Abraço, Arthur Mitke.

  6. Fala, Mitke!!!!! E não é que é uma tremenda viadagem mesmo esse papo de “abrir a cabeça”? Mas a frase, dita por quem foi dita, dá ainda mais coerência a toda a nojeira, né não? Espalha o troço, malandro, espalha o troço! É preciso que haja grita! Abração.

  7. Boa parte dos nomes dessa lista é da turma do tal de Marcelo Moutinho, outro escritorzinho de merda que você sempre gosta de puxar o saco. Aliás, ele deve estar se rasgando todo por não estar entre os selecionados.

  8. Juca: 01) aponte-me UMA única puxada de saco minha em direção ao Marcelo Moutinho; uma só já vale. 02) me parece que seria mais honesto você se identificar. Deixo aqui, entretanto, seu comentário, que me parece apócrifo, para que ele, Moutinho, responda se quiser. 03) se os nomes são da turma dele – eu não sei, melhor saberá ele mesmo lhe responder, se quiser – eu não sei. Mas são da turma do “coordenador editorial”, o tal que vai pra Tóquio.

  9. Sacanagem mandar o goiano para São Paulo!!! Em vez de escrever, vai se enturmar com outro goiano e formar uma dupla caipira, porra!!! No mais, acho que a idéia de mandar um monte de gente viajar para se inspirar é interessante. Foi o que um monte de americanos talentosos fizeram na década de 1920 em Paris. Hemingway, Fitzgerald e tantos outros. Só que a viagem de navio não era tão cara e a bufunfa era deles.

  10. Acabei de declarar meu imposto de renda e , pra variar, estou chocado. 27,5% é mais que o Quinto Real, que o nosso Tiradentes devia à Coroa portuguesa. Estou, porém, mais tranquilo, por saber que estou contribuíndo para a ida da Antonia Pellegrino a Bombaim. Finalmente descobri o destino dos meus rendimentos. Eu só ficaria mais contente se pudesse escolher os destinos dos escritores. A Pellegrino, por exemplo, eu mandaria pra Mogadício, para que ela abrisse a cabeça no meio da guerra civil na Somália. Não passarão!

  11. Zé Sérgio: me desculpe, mas eu já acho essa idéia uma tremenda babaquice. Ninguém precisa sair do bairro para escrever uma história de amor. Isso aí me cheira à turismo. E à estelionato puro.

  12. Simas,vc está sendo gente fina. Eu mandaria esta corja pra lugar bem pior, se é que vc me entende. Abraço, Arthur Mitke.

  13. Edu, lamento mas não respondo a quem não é digno de assinar debaixo do que escreve. E como diria o Guimarães, “pão ou pães, é questão de opiniães”. Sou amigo do Cuenca, ele não me convidou. Fazer o quê?

  14. Edu, perdoe o meu francês: puta que pariu. puta que pariu e digo mais, puta que pariu. Financiar o meu turismo ninguem financia né? Nada contra os escritores e o escambau. Caguei pra eles. Mas é uma palhaçada federal. Mais uma. Depois eles vão escrever histórias de amor falando do exílio, da patria amada. Ora, vão todos à merda.

  15. Mano Galo: pena que não há lá no meu pedaço, como cá, uma seção “assino embaixo”, pra eu poder retribuir. Assinaria sem mexer uma vírgula. Parabéns! Zé Dinda Sérgio: Se fosse com a bufunfa deles poderiam ir pra onde quisessem, gastar o que quisessem, pra escrever o que quisessem. O problema é que não é, e esse é, ABSOLUTAMENTE, o ÚNICO mérito da questão. Porque senão, meu caro, seria apenas mais uma babaquice da tchurminha de Alice no País da Geléia de Framboesa. O problema todo, em última análise, remete aos mecanismos de financiamento da cultura no Brasil inventada pela escumalha tucana de Ali FHC e os 40 iluminados, que usa dinheiro público com critérios de gestão privados. Alguém aí em cima lembrou o caso dos cineastas, que foram exatamente os que espernearam quando o governo Lula quis por a mão para estancar as tetas gordas da Viúva. No mais, espero que nosso amigo Augusto não destripe o mico hoje, ao tomar sua cervejinha diária lá no QG dos mamadores gerais da república.

  16. >Caro Edu, sou o anônimo que postou: ” Edu, leio seu blog faz pouco tempo, acho que uns 10 dias, e admiro bastante a tua postura. PQP, já não bastam os cineastas que mamam nas tetas do governo, com pomposas verbas p/seus filmes, agora temos escritores apadrinhados usufruindo de verbas da renúncia fiscal. É lamentável ver dinheiro público sendo desperdiçado desta forma. por que não mandam um para Mesquita, outro para Taboão da Serra e mais um para o Pontal do Paranapanema e cada um tenta escrever um livro?” A sociedade tem que se indignar e protestar contra esses sanguessugas de verbas públicas travestidos de intelectuais. Att

  17. >Foi o que eu quis dizer, caros Bruno e Szegeri. A propósito, Sze: que história é essa de QG dos mamadores? :>)

  18. >Fala Edu,Pelo menos para uma coisa a gente tem que tirar o chapéu: O brasileiro está cada vez mais criativo na arte de fazer sacanagens com o dinheiro público.

  19. >Caro Edu,Recebi essa notícia através de um e-mail intitulado “Farra de escritores com o dinheiro público”.Fiquei indignado, como você!Entretanto, ao ler o blog do Joca,* descobri que o dinheiro que financiará as viagens, a estadia dos escritores e o pagamento dos direitos autorais virá da Companhia das Letras e de uma produtora.Dessa forma, acho que cada um gasta o seu dinheiro como quiser!Conheço o Coordenador Editorial e sei que ele não tem nenhuma patota a privilegiar. Certamente, escolheu as pessoas de que mais gosta como escritores. Se essas pessoas são suas amigas, a sorte é delas!Por fim, gostaria apenas de dizer duas coisas: 1- Marcelo Moutinho é a única ausência verdadeira. Ele escreve muito bem! Não compreendi por que não foi chamado. Mas creio que o Coordenador Editorial tem seus motivos.2- Se o Mirisola fosse convidado, ele não faria tanto estardalhaço! Pura inveja!*http://hellhotel.blogger.com.br/

  20. >Cassiano ou Adenor: vamos lá, por partes.01) dinheiro de renúncia fiscal é dinheiro público. A forma como se usa esse dinheiro, fruto de um mecanismo criado pela tucanalhada, é que é privada. E nojenta.02) é vergonhoso (para dizer o mínimo), imoral e nojento que o “coordenador editorial” esteja entre as “pessoas de que mais gosta como escritores”.03) somente o fato de você ser amigo pessoal do Marcelo Moutinho justifica sua frase “única ausência verdadeira”. Cada um tem suas verdades, meu caro. Há, segundo as minhas verdades, muita gente na frente dos dezesseis amigos do “coordenador editorial”.04) não posso responder pelo Mirisola. Se ele quiser, que responda por aqui.Abraço.

  21. >Edu, acho que o moço se referiu a mim poe ser um dos poucos dos “novos” que ficou de fora. Não creio que muita gente leu o que escrevo, mas só gostaria que as possíveis críticas se dessem depois desse trabalho…

  22. >Dinda: Vc conhece bem o QG. Ou vc, por acaso, não bebe lá toda santa noite quando se hospeda em frente, na casa do nosso queridíssimo amigo? Pois é, meu caro. A “tchurma” todinha bate ponto ali…

  23. >Edu,Vi seu comentário no TodoProsa.Não ser escolhido para ir parece um título nobilitário.E ainda tem os 16 cineastas(?) que irão filmar a produção.Ainda não divulgaram os eleitos.A forma de defesa do projeto demonstra chocou muita gente.Um dos simpatizantes Joca, deixou o seu escatológico texto aqui tb!Cruz credo! Eles alegam inveja?Tem um monte de pessoas que não são escritores que acha absurdo.Se você conta o projeto para um francês ele não entende.Isto não é um projeto cultural na mente de um europeu.Imagine esta turma: “-I’m a brazilian writer. I’m here to search a love story.” kkkkkkk

  24. >E como ficou o caso do grande ator e diretor, Guilherme Fontes ?Cadê o Chatô ?

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