A TURMA É BOA, É MESMO DA FUZARCA

Eu sou um sujeito que, ultrapassada a linha dos 42 anos e mexido demais com os desenhos que vêm sendo feitos sobre meu tecido de vida, ando cada vez mais emocionado, despudoradamente emocionado, constrangedoramente emocionado. Ontem, quarta-feira, o Rio de Janeiro vivia um estado de tensão visível por conta dos olhares e gestos dos torcedores do Vasco da Gama, que enfrentaria, à noite, o pernóstico e pedante Coritiba na final da Copa do Brasil. Uma geração de pequenos vascaínos cansados de tanta decepção, a velha-guarda escolada no vivenciar do que parecia ser uma sina interminável de fiascos, e fui trocando, ao longo do dia, telefonemas com diversos amigos torcedores do Vasco aos quais eu prometia aguda solidariedade durante a partida.

Havia prometido, ainda, a meu pai e a meu irmão, que eu assistiria à partida vestido com a camisa do Vasco – o que por muitos, dotados de uma mesquinhez que eu não conheço, foi encarado como uma traição ou algo assim. Eu, Flamengo convertido aos 5 anos de idade (sou o primogênito de um vascaíno filho de um vascaíno), que já me declarara a meu irmão em determinada ocasião – “por você sou vascaíno” – iria, sim, vestir o manto cruzmaltino em nome deles, Isaac e Fernando, em nome de meu avô Oizer, em nome de um de meus orixás vivos, Aldir Blanc, em nome de minha comadre Mariana Blanc, em nome de minha afilhada, Milena, em nome de Pedro e Joana, netos gêmeos do bardo da Muda, em nome de meu parceiro Cesinha Tartaglia, em nome de Bruno Quintella, em nome do seu Jorge, português boa-praça do bar do Marreco, em nome de todos os vascaínos que me cercam e que têm, cada um a seu modo, lugar no meu cada vez mais combalido coração, hoje renovado de esperanças… que a vida não é de brincadeira, como aprendi com Vinícius.

Às seis da tarde marquei de beber a abrideira com meu querido Luiz Antonio Simas, alvinegro, no Bode Cheiroso, portentoso botequim tijucano na General Canabarro. E às seis chegou-se o Simas vestido como o mais autêntico português: de bermuda, camiseta, meias e chinelo. Erguemos um brinde, ali, à vitória do Vasco. A fim de dar contornos históricos à sua opção de torcer pelo Vasco o Simas deu-me uma aula sobre a escrotidão da história do Coritiba, que negando a grafia Curitiba pretendia apenas ser elite – o que me enoja. Ficamos ali bebendo, na calçada, e eu comecei – confesso – a entrar no espírito da partida.

Um bando de loucas vascaínas, comandadas pela Marta, dona do pedaço, deu de encher bolas de gás vermelhas – é a cor da cruz-de-malta – e a distribuir apitos entre os presentes. O bar, que normalmente fecha cedo, estava em noite de gala. E noite de gala pra turma da fuzarca é sinônimo de cafonice, o que me comove sobremaneira. Fiquei ali diante delas achando graça no movimento. Diante do balcão, aquela coleção de homens que não valem nada, componentes fundamentais em qualquer bar que se preze.

Vinham chegando, aos montes, os vascaínos. Ríamos muito, eu e Simas. Chinelo de dedo, bermuda verde-limão, camisa do Vasco e uma touca amarela – um deles. Meião do Vasco, sandálias Havaianas, um short cor-de-rosa e a camisa do Vasco – outro deles. Um jagunço que bebia na área veio me cumprimentar – “Boa noite, doutor delegado!” – e era meu terno e gravata me dando uma aura de autoridade. Ali só havia a ralé que me emociona, os desalmados, os desgraçados, os escriturários, tarados, loucos e sanguinários (apud Aldir Blanc) que bebiam seu tragos a fim de acalmar o coração cravado na colina.

E penduraram bandeiras, e trataram de ajeitar guirlandas horrorosas de bolas vermelhas nas paredes azuis e brancas, e chegou-se a nós o Vidal, tricolor (talvez o único que eu respeite), derrubamos mais algumas casco-escuro e era hora de ir embora.

Do outro lado da cidade, em Laranjeiras, na Praça São Salvador, me aguardava meu irmão, Fernando, e dois de seus amigos, amigos meus por tabela, Mauro e Milton – três vascaínos de escol.

Simas tratou de ir pra casa e Vidal me acompanhou. Passei em casa, bebemos umas doses de Red Label – remédio fundamental em determinadas ocasiões – troquei de roupa e tomei a direção da São Salvador. Fernando tinha consigo a camisa que eu usaria a fim de que eu pudesse honrar o prometido e realizar um sonho de meu pai: ver seus dois filhos mais velhos vestidos com a camisa do seu Vasco. E assim foi.

Ainda de pé, diante de um bar lotado, vesti a camisa do Vasco.

Foi um tremendo jogo. Emocionante. Desses de causar sístoles e diástoles em pedra. Eu, na confortável posição de espectador (torcendo!, torcendo!) sem o envolvimento passional que só o torcedor nativo tem, agitei a turma da fuzarca que assistia ao jogo no pedaço. Neguinho roendo unha, fechando os olhos, chorando olhando pro chão e eu, cheio de uísque e cerveja, puxava:

– Cadê o ânimo, seus putos! Casaca! Casaca! Casaca-saca-saca!

E vinha o côro.

Disse impropérios em direção a uma loura desequilibrada que comemorou com palmas e gritos histéricos o terceiro gol do Coritiba no bar ao lado. Parti pra cima de três sujeitos que deram de ofender o Flamengo com a bola ainda rolando:

– Esqueçam o Flamengo! Eu sou Flamengo, seus filhos da puta! Concentração no jogo, porra!

E eles me olharam com olhos vazados de luz e respeito.

Chamei por meu avô Oizer quando faltavam menos de cinco minutos pro apito final e virei, num só gole, um copo americano de conhaque que pedi pra amainar o coração acelerado.

Não me deixaram sequer pagar a conta:

– Pelos serviços prestados! – disse-me o Mauro.

A turma, meus poucos mas fiéis leitores, é boa. É mesmo da fuzarca.

Parabéns, franca e sinceramente, a todos os vascaínos que me lêem.

Até.

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41 Comentários

Arquivado em futebol

41 Respostas para “A TURMA É BOA, É MESMO DA FUZARCA

  1. Odeio menos o Vasco depois desse texto. Você é constrangedoramente foda.
    Um beijo.

    • Que bom, Leonor. O Vasco da Gama é um time, como o Corinthians e o Flamengo, intensamente brasileiro e popular. Quanto ao imerecido elogio, “acabeço”.

      • Fellipe Rothmuller

        O Coritiba é tão brasileiro qto o Vasco…Só que de forma diferente…Londrina é tão brasileiro qto Madureira…O país não é só samba, Rio e alcolismo….

  2. marinildac

    Muito lindo, emocionante. A convivência com o diferente na própria família ajuda demais, né? Também gosto dos vascaínos por causa do meu filho.

    Virou hábito seu destruir corações aqui… mas fiquei magoada quando vc falou do amigo tricolor (“talvez o único…”). Sniff…

  3. Alexandre SEP

    Edu, um dia se Nosso Senhor permitir!!! Será uma honra!!! Acompanha-lo em um jogo no novo Maracanã . De preferência Flamengo vs Palmeiras. Estarei vestido de rubro negro…Eu prometo!!

  4. Gerson Rodrigues Junior

    Você é muito louco! Singular, literalmente falando.

    Gosto muito do Vasco, talvez por ser palmeirense, mas se estivesse contigo no bar, torceria como um verdadeiro Tuga, de shorts rosa ou verde-limão e meiões do Vasco.

    Parabéns, Edu!

  5. Zé Alexandre

    te entendo perfeitamente, meu amigo.
    Sou vascaíno, filho de vascaínos e pai de flamenguistas.
    Respeito todas as torcidas e principalmente maior delas.
    Obrigado pelo carinho…a camisa lhe caiu muito bem…um dia também me verá usando a camisa do Flamengo, torcendo junto aos meus.
    Forte abraço.

  6. Eu sou Recifense, suburbano de boa cepa, torcedor do Sport Club do Recife. Assim como você, admiro e respeito o que muitos chamam ‘escória’. Vagabundos, pés-de-balcão, vendedores de amendoim, putas, degredados… Aí reside a alma guerreira do povo brasileiro. A força dos porões onde tentam nos confinar. Parabéns pelo belíssimo texto. Apenas tenho medo de viciar-me. Já sinto uma dependência, quase química, de ler as tuas pungentes palavras. Elas encarnam a essência, a alma, os olhos, as angústias, as frustrações, os prazeres, as dores, da nossa boa gente. Coritiba, Fluminense, São Paulo e Náutico (são os que me lembro agora) trazem um passado repleto do que há de mais espúrio no futebol (“negro aqui não joga”, “somos elite, vocês ralé”, “Não nos misturamos com a imundície”, e outras coisas do gênero).
    É isso aí, querido, distante e desconhecido amigo. Que ao menos sacie essa vontade de beber uma casco-escuro num buteco da Tijuca. Ainda que no Mercado de São José, em Recife. Saudações leoninas, flamenguistas e cruz-maltinas. Axé!!!!!

    Rodrigo Cortez

    • Marquemos essa cerveja, Rodrigo, na primeira oportunidade. Grande abraço.

      • Deixa eu te contar uma história (com H mesmo) do Mercado de São José. Projeto por um Engº Francês, foi Inaugurado em 1875. De lá para cá, após reformas, incêndios, reformas, etc, o Mercado se consolidou num ponto de encontro para uma “turma sem frescuras” do Recife. Lugar ideal, como todo bom mercado público, para quem aprecia cerveja gelada, boas e generosas doses de Pitú, e se farta com a altíssima gastronomia (Dobradinha, Rabada, Sarapatel, Miúdos, Mão de Vaca, Patinho, Etc, – com as devidas iniciais maiúsculas. Essas delícias merecem o respeito).
        Pois bem. Dizem os antigos, e eles asseguram que o fato é verídico, que lá para os idos dos anos 50, num certo fim de tarde, um cliente assíduo do mercado chegou para degustar uma sopa de legumes com carne, a de sua predileção. Servido o prato, fundo como se deve, o tal cliente começou a comer. Depois de alguns minutos, mexendo a sopa com a colher de modo a esfriá-la, percebe o que lhe pareceu um rabo. Mas não um rabo. Um rabo fininho que trazia na sua base uma pequena catita (Aqui, signfica o mesmo que filhote de ratazana). Indignado e aos berros, o cliente chama “Seu Messias”, dono da bodega, e mostra-lhe, apontando com o dedo, o estranho animal em seu prato. Messias, escaldado na água-quente de mais de 30 anos de Mercado, diz: “Deixa de conversa homem.” E pegando o bicho pelo rabo, levando a boca e engolido-o de uma só vez, arremata: “Era um maxixe!”

  7. Daniel A. de Andrade

    Assim como você, Edu, torci pelos rivais. Mas foi em homenagem a meu padrinho e meu primo querido, além de querer a felicidade de bons amigos apaixonados pelo time de Colina. Foi uma grande vitória, de um clube que precisava muito dela e que lutou muito por ela. Um parabéns maiúsculo ao seu irmão, gente da melhor qualidade, ao Cesinha, ao Aldir e a grande massa vascaína! Agora, imagina só a felicidade do seu velho ao se deparar essa foto? (Parabéns a ti também pelo gesto).
    Grande abraço,
    Daniel A.

  8. Rodrigo, só para lembrar: também o Flamengo, hoje o clube mais popular do país, renegou a participação de negros lá no começo. As exceções, quanto a isso, são Vasco, Bangu e uns poucos mais. Quanto ao título de ontem, foi merecido e muito emocionante, sobretudo pela partidaça da decisão.

    • Claro, fundado que foi por tricolores escroques então recém-convertidos. Boa observação.

      • O Fluminense é pó-de-arroz por isso. Pra fazer teste no clube, nas primeiras décadas do século passado, os mulatos passavam pó-de-arroz no rosto, pescoço e braços para “branquearem” os cornos. Sem esse, digamos, disfarce, sequer pisariam no gramado.

  9. Aliás, o futebol chegou ao Brasil como um esporte fundamentalmente de elite, o que gerou inclusive reações de gente como Lima Barreto. O escritor criticava duramente o esporte, comprou muotas brigas pela imprensa e chegou a fundar uma “Liga Contra o Foot Ball”, sem poder imaginar que acabaria de transformando na modalidade mais popular do país (talvez do mundo).

  10. Edu, os jogadores que saíram do Flu formaram o primeiro time de futebol do Flamengo, mas o clube já existia. E foi o clube que, em 1925, tentou impedir a partipação do Vasco no Campeonato Carioca porque este tinha jogadores negros em sua equipe. Nessa história aí há poucos mocinhos.

  11. Como sói, mais um belo e emocionante texto do Edu. E belo comentário, também, do recifense Rodrigo Cortez, logo acima. Comovem a mim, também, a cafonalha cruz-maltina, além da paixão supersticiosa botafoguense e até da arrogância rubro-negra – embora, quanto a estes, não me furte a cultivar a rivalidade com mais vigor, resultado inevitável da cultura futebolística carioca. Sou, portanto, tricolor, embora me envergonhe bastante, sim, o passado (e também algo do presente) do clube – justamente porque estou e estarei sempre, inexoravelmente, do lado do povo, dos brasileiros de verdade, do Bode Cheiroso, do Marreco e dos frequentadores de tantos outros pés-sujos que estão alijados do abjeto “CdB”. Sou tricolor meio que por acaso – meu pai era torcedor do América, e fez questão de que eu não seguisse seu destino sofredor, de modo que acabei trilhando essas plagas elitistas (que uma criança ainda não compreendia), e terminei, então, por cultivar a paixão pelo Fluminense. Enoja-me, contudo, saber que torço pelo mesmo time de figuras pernósticas, como Jô Soares, ou nocivas, como Pedro Bial, embora salvem-me Chico Buarque, Cartola, e Arthur Moreira Lima. E é por isso tudo que, para mim, maior ofensa não é, como comum dizer-se, que o Fluminense é “time de viado” – isso seria até, quiçá, bom, porque o time estaria abarcando pelo menos uma minoria oprimida. Dói-me mais ouvir que o Fluminense é time da elite. O pior é que está certo, mas, como diante da paixão a gente tem pouca escolha, cumpre convocar os tricolores conscientes e de boa índole a tentar mudar essa imagem podre do time. A tarefa é dura, mas uso esse espaço do blog do nobre Edu para publicar esse edital de convocação!

    Abraços, e parabéns aos vascaínos!

    • Rapaz, taí! Ao lado do Vidal, mais um tricolor que merece meu respeito (além dos citados por você, é claro). E escuta: quando é que vamos, depois do inacreditável não-encontro no Portão Vermelho, beber alguma coisa pelo Centro? Um forte abraço.

  12. Fernando

    Casaca! Casaca! Casaca!

  13. Alfredo

    Grande Edu, ontem, mesmo sendo Botafoguense, minha torcida pelo Vasco foi grande. Uma homenagem ao meu querido Sogro, o velho “Chico da Espingarda”. Belíssimo texto. Abraço.

  14. É lindo, lindo, lindo, o que você fez pelo Vasco nestas finais. Sabe o que isso faz? Isso ajuda na luta contra a violência nos estádios. Humaniza as pessoas. Não há time que eu deteste mais neste planeta que o Flamengo, mas saber que uma pessoa maravilhosa como você é flamenguista nos faz, a todos, irmãos no planeta.

    Sabe que o Vasco foi meu primeiro time? Nasci em 1968 e já em 1971 era vascaíno. Fui vascaíno até 1977, quando virei atleticano. Não há como negar, a história do Vasco é das coisas mais lindas que há. Um de meus projetos é, um dia, escrever um livro sobre o campeonato carioca de 1923. De longe, foi o campeonato que mais mudou o Brasil. Para melhor.

    E a aula de Mestre Simas sobre o Coritiba estava corretíssima, como ele sempre está. Há dois estados brasileiros onde sou inapelavalmente rubro-negro: Bahia e Paraná. Impossível não torcer para o Atlético no Paraná. O Coritiba é o time de história mais escrota que há. Juntinho com o Grêmio — o que não quer dizer, claro, que não existam seres humanos maravilhosos torcendo para ambos.

    Abraços e saudades!

  15. Rodrigo Medina

    Torci pro Vasco também. Torci por achar e acreditar que um time como o Vasco tem que disputar titulos e ganhar. Torci por Paulinho da Viola e Aldir Blanc dois mestres que muito me orgulham.

  16. es3vam

    Querido Fellipe Rothmuller,
    Se o Brasil fosse só samba, Rio e alcOOlismo, seria o paraíso na Terra! Pena que, além disso, há chatos, e como há!
    Um abraço!

    • Fellipe Rothmuller

      Não gosto de samba, moro no Sul e bebo bastante (provavelmente mais que vocês todos, cariocas não costumam ser bons de copo…), embora não ache que isso seja a essência de nossa cultura e acho o Zeca Pagodinho bem rídiculo em propaganda de cerveja. Mas tenho uma sugestão: separem o Rio do resto do Brasil (excluindo as Laranjeiras, lógico, que não é carioca de verdade). Afinal, só o que é pobre e miserável tem essência né….? E me corrigindo: alcOOlismo. Afinal, há chatos…E como há!

  17. Nenel Mombrini Kloss

    Foi uma pá de cal na cabeça do falecido miranda, que ensaiava uma volta a direção do Vasco.

  18. Bruno Quintella

    Porra, Edu. Você conseguiu descrever perfeitamente o vascaíno, esse carioca mais suburbano da cidade. O Bode Cheiroso devia estar uma coisa, uma poesia só. Mas bonito mesmo foi saber que você vestiu uma camisa nossa, do Vasco da Gama, em homenagem à família e aos amigos. Do caralho. Talvez esse gesto, não somente o seu, mas o dos jogadores de futebol, de trocar camisas após a batalha campal, seja o mais bonito do esporte. E dos esportes. Obrigado.

    Forte abraço.

  19. caíque

    é isso aí, Edu! também torci desbragadamente pelo Vasco do meu filho Dhani e do meu compdre Ney, que de Búzios, de vez em quando me ligava e vociferava coisas ininteligíveis, de emocionado e biritado. valeu, Vascão! o abraço emocionado de um Flamenguista de quatro costados!

  20. Que bonito, Edu! A sua atitude e o texto. Vc é um dos que vê o futebol como um “exercício de humanidade”. Particularmente, me tocou este trecho: “Ali só havia a ralé que me emociona, os desalmados, os desgraçados, os escriturários, tarados, loucos e sanguinários (apud Aldir Blanc) ” Beijo grande pra vc e Dani!

  21. Roberto Fraga Jr

    Edu,

    Não entendo nada das cousas de futebol, mas me divirto com a farra e a confraternização.

    Muito legal a sua atitude!

    Um forte abraço!

    Roberto Fraga Jr

  22. Mais um excelente texto. Para mim, vestir a camisa do adversario só em caso de risco de vida ou aposta perdida. Se meu pai pedisse para eu vestir a camisa do Botafogo me negaria e classificaria a atitude como chantagem emocional. ahahaha abcs

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