ROBERTA SUDBRACK NA ZONA NORTE

A vida me reserva mesmo muitas surpresas quando o assunto é trazer assuntos aqui pro balcão do BUTECO!!!!!

Acabo de chegar do SALETE, portentoso restaurante na rua Afonso Pena, onde bebi chopes em quantidade industrial e comi um filé à francesa perfeito, como sempre.

Estou eu lá, mandando mais um chope pra dentro, quando vejo quem entrar no SALETE? Quem? Quem?

A cozinheira que me bloqueou no TWITTER (vejam aqui). Ela mesmo, Roberta Sudbrack (importante ler esse texto aqui)! Entrou de boné, passou por mim e eu a cumprimentei:

– Boa tarde, Roberta!

Resposta?

Não.

A cozinheira passou direto e enterrou mais fundo o boné na cabeça. E não foi por ter me reconhecido (sabendo de minhas ressalvas poderia ter feito o que faz o Moacyr Luz quando me encontra, ele que finge que não me vê ou vira a cara mesmo). Não. Foi antipatia aguda e absoluta. Ouvir, ela ouviu.

Daí pensei. Vou ao TWITTER. Vai que não é ela.

Mas era. Vejam aí.

A cozinheira foi, hoje pela manhã, conhecer o MERCADÃO DE MADUREIRA (e é evidente que seguindo as dicas babacas de O GLOBO, como eu lhes disse ontem aqui), achou tudo parecido com a Jordânia (meu Deus…) e depois esticou no SALETE.



Até.

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8 Comentários

Arquivado em gente

8 Respostas para “ROBERTA SUDBRACK NA ZONA NORTE

  1. >Bom, Madureira, que se assemelha à África para a maioria dos pobres de espírito que vivem o mundo descolado da Zona Sul, lembrou a Jordânia para a Sudbrack. Será que ela acha que a Jordânia fica na África?

  2. >Acho que não é o caso. A Jordânia tem muita erva (humm), temperos, mas nada crioulo assim.

  3. >Tivesse você latido, talvez a cozinheira boa pra cachorro teria dado atenção…

  4. >Pelos comentários "outro mundo" e "surreal", parece que, para a "chef", uma visita à Zona Norte se assemelha a um safari…Passou um atestado de miséria cultural e preconceito.Lamentável!Um fraterno abraço!

  5. >Ela achou surreal ouvir El dia en que me quieras num táxi… Meus Deus, como essa gente carece de rua!

  6. >Bruno Ribeiro, você chegou primeiro e arrematou meu comentário. É isso que eu ia dizer. O que tem de surreal nisso, no Mercadão ou no Salete? Caralho!

  7. >A Roberta tem razão, mesmo, quando diz que o Mercadão é um outro mundo. Só que ela não se deu conta de que, ao ir à Madureira (ê, saudade!), teve a grande oportunidade – a única de sua vida, quem sabe – de conhecer um pouco do mundo real, onde existem pessoas de verdade, no sentido mais completo (e belo) da palavra.O triste é saber que a surrealidade do mundo de Roberta jamais a fará perceber isso…

  8. >o salete fica um pouco longe de niterói, e mais ainda de itaipú, onde eu me escondo. mas só de ouvir o nome eu – e meu filho também – fico com água na boca pensando nas empadas…abração.caíque

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