PRECONCEITO EM ESTADO BRUTO

PRAÇA SAENS PEÑA (leiam aqui e aqui) vai ser lançado hoje exclusivamente em um único cinema na Tijuca porque os “especialistas” (aspas de propósito) disseram que o título restringe o público aos moradores da Tijuca.

Nojento.

Fosse assim e CIDADE DE DEUS nem teria passado nos cinemas.

Tão nojento quanto nojenta foi a crítica (e aquilo não foi crítica, foi uma babaraheliodorada sem fundamento algum) feita pelo DJ Filipe Quintans (não confundam com Felipe Quintans, nosso Felipinho Cereal).

Até.

P.S.: atendendo sugestão de meu mano Bruno Ribeiro, eis aí, abaixo, a “crítica” (aspas também de propósito) do covarde “crítico” (idem) do JB (cliquem na imagem para lê-la ampliada). Eu não tenho nada a dizer sobre o que escreveu o DJ que assina a “crítica”. Apenas que a Tijuca tem – por mais que contra isso lutem os que agem perniciosamente contra ela – importância o suficiente para que soe ridícula a última frase do troço. Bobo e principiante – e sem NENHUMA (com a ênfase szegeriana) autoridade -, franca e sinceramente, para dizer o mínimo, é… isso deixa para lá, como diria Stanislaw Ponte Preta (que adoraria o filme, diga-se!).

11 Comentários

Arquivado em cinema

11 Respostas para “PRECONCEITO EM ESTADO BRUTO

  1. >O que diz a crítica? Disponibilze-a! Rebata-a com a categoria tijucana que lhe é própria! Não deixe os detratores falarem sozinhos!

  2. >Bruno, meu irmão: está já disponibilizada a desonestidade em forma de crítica, assinada por um DJ que eu conheço, já que freqüentava o ESTEPHANIO´S quando ainda estudava (salvo engano meu) cinema. O troço não merece rebate. É tão mal escrito, tão torpe, tão baixo e tão cheio de valores sem fundamento, que não merece mais do que eu já disse, no P.S. criado por sua causa. Um beijo.

  3. >Edu,nunca ouvi falar neste indivíduo, mas tá na cara que é um babaca. Ainda não vi o filme, porém está claro que a crítica deste DJ é carregada de rancor. Pau na canalha!Abraço.

  4. >Isso não é crítica de cinema. É vigarice pura.

  5. >é exatamente isso, principalmente mau escrito. e na verdade, essa pseudo crítica sim é bobagem de principiante…

  6. >Uma gelada no bar do Chico pra quem adivinhar onde esse sujeito mora…

  7. >É… Tinha um tal de Filipe Quintans que dava de DJ no Estephanios. Mas não conheço o caboclo e nem faz parte de minha família. O autêntico sou eu. 🙂

  8. >Juliano: o sujeito não é babaca, não. É bobo, apenas. Bobo, extremamente bobo – basta lê-lo. Um abraço.

  9. >Salve Edu!O que me deixou mais puto foi quando ele descambou da crítica cinematográfica para a crítica geográfica, agredindo grosseiramente, sem qualquer motivo, a Tijuca. Ou será que o recado que ele quer passar é que somente se pode poetizar no Rio o eixo Ipanema/Leblon e as favelas?Um fraterno abraço!

  10. >Felipe: esse cara não passa recado, meu caro, ele passa atestado. Compreende?

  11. >Edu, não vi o filme, mas já está aqui agendado nas coisas que tenho que fazer. Critica é algo dificil de encarar. Quando boa dá nervoso. Quando ruim dá revolta.

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