UMA SITUAÇÃO KOLYNOS

(crônica publicada no jornal O DIA de 08 de setembro de 1997)

Remexendo gavetas, achei esse recorte de jornal, do ano de 1997, quando eu ainda estava no primeiro casamento, exilado da Tijuca, mas já armando furdunços do arco da velha. A história é rigorosamente verdadeira, divertidíssima, e aconteceu em abril, quando comemorei 28 anos, com uma festa na casa de mamãe. Festa, não. Foi uma senhora festa. Devo dizer, para que vocês tenham pálida noção do que foi, que mamãe, de camisola e chinelos de arminho, pintou na sala às seis da manhã do dia seguinte, chamou-me na chincha e disse, de pé, no corredor:

– Última vez, Edu. Assim não dá. Os vizinhos acabam de entregar aqui um abaixo-assinado pedindo providências!

Um dos pontos altos da festa aconteceu lá pelas duas da manhã. A roda estava formada na sala, Moacyr Luz (recém-chegado de um casamento, já nas alturas) tocando e cantando, quando entra Beth Carvalho (egressa de uma festa na quadra da Mangueira – fazemos, eu e a verde-e-rosa, aniversário no mesmo dia) com alguns ritmistas da bateria. Não preciso – quero crer – lhes dizer mais nada.

Com vocês, Aldir Blanc (e basta clicar na imagem para ler a crônica):

 

crônica publicada no jornal O DIA de 08 de setembro de 1997

 Até.

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1 comentário

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Uma resposta para “UMA SITUAÇÃO KOLYNOS

  1. Dia pesado, conturbado, de decisão. Ainda bem que vem um texto como esse e estraga tudo. Obrigada, meu querido! Beijão.

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