>O MESTRE E O PUPILO

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São palavras de José Sergio Rocha – com as quais eu, um homem temente a Deus, é preciso dizer, não concordo de jeito nenhum: “O universo teve origem num ovo cozido seguido de duas empadinhas e algumas cervejas”.

Bruno Ribeiro, que esteve no Rio na semana passada como eu lhes contei aqui, jornalista como o Zé Sergio, fez questão de, diante daquele a quem reverenciou como a um mestre, pedir lições práticas de como comer – passo-a-passo (como escolher, como descascar, como salgar etc) – um ovo cozido de buteco.

A seqüência de fotos mostra tudo. Inclusive (notem o grau de seriedade que José Sergio Rocha empresta ao que ele chama “arte de comer ovo cozido”) o Bruno, pupilo orgulhoso naquela tarde, depois da aula, fazendo sugestões que o mestre, generosamente, anotou em seu inseparável caderninho.

É importante observar (será o punctum?) – é hilário! – o coroa de verde claro, ao fundo, sentado dentro do buteco, espichando o pescoço pra tentar entender o que se passava ali, na nossa mesa.

José Sergio Rocha no CANTINHO DO CÉU, na Tijuca, 20 de novembro de 2008
José Sergio Rocha no CANTINHO DO CÉU, na Tijuca, 20 de novembro de 2008
José Sergio Rocha no CANTINHO DO CÉU, na Tijuca, 20 de novembro de 2008
José Sergio Rocha no CANTINHO DO CÉU, na Tijuca, 20 de novembro de 2008
José Sergio Rocha no CANTINHO DO CÉU, na Tijuca, 20 de novembro de 2008
José Sergio Rocha e Bruno Ribeiro no CANTINHO DO CÉU, na Tijuca, 20 de novembro de 2008
José Sergio Rocha e Bruno Ribeiro no CANTINHO DO CÉU, na Tijuca, 20 de novembro de 2008
Bruno Ribeiro no CANTINHO DO CÉU, na Tijuca, 20 de novembro de 2008
José Sergio Rocha e Bruno Ribeiro no CANTINHO DO CÉU, na Tijuca, 20 de novembro de 2008

Até.

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7 Comentários

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7 Respostas para “>O MESTRE E O PUPILO

  1. >Eu estava lá e digo: Impossível é reproduzir no buteco a inacreditável série de peidos que os dois soltaram nos minutos seguintes a essa exibição de puríssima arte e que nos fizeram abandonar a mesa por alguns minutos.Beijo!

  2. >Simas, meu velho…Há uma meia verdade em vossa afirmação. O autor dos peidos era tão somente o Zé Sérgio, posto que não faço punctum na frente dos outros. Note que, na última foto, estou justamente repreendendo o biltre. Eu dizia exatamente o seguinte: “Foi você, assuma! E não adianta acender o cigarro para disfarçar”.

  3. >Obviamente quem está peidando é o cara de verde lá atrás, logo após seguir à risca a receita do Zé.

  4. >acho que conheço o homem da camisa verde de algum lugar… ele é da Tijuca?

  5. >Para não fugir ao tema, velho Galo, a cosmogonia zesergiana nada tem de contrária à fé na criação como obra divina. Ocorre que, justamente o Criador, após ingerir o indigitado ovo cozido, as empadinhas e tomar umas geladas, como não podia deixar de ser, peidou solenemente. O universo é um peido divino!

  6. >Que overdose esse caminhão de fotos de ovos cozidos! Chega, Edu, pelo amor de Deus, chega de ovo cozido.

  7. >Simão: preciso do início ao fim! Parabéns.Bruno: não lhe assiste a verdade…Sophia: e como é que eu vou saber?! Quem é? Quem é?Szegeri: seguindo sua lamentável lógica, houve, em seguida, um arroto. Gesto porco. Nasceu, ali, o Palmeiras. Tsc.

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