>NOTÍCIA PELA METADE? DENUNCIE

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Ainda sobre a ostensiva e lastimável campanha do jornal O GLOBO que vem fomentando o denuncismo aqui no Rio de Janeiro (leiam DENUNCISMO, aqui, e AINDA O DENUNCISMO, aqui): ando impressionado, mesmo, com a quantidade de chamamentos espalhados pela cidade, em diversos outdoors, feitos pela campanha publicitária que incrementa o troço.

São frases como “CARRO NA CALÇADA? FOTOGRAFE!”, “ENGARRAFAMENTOS? AVISE!”, “RUAS ESBURACADAS? DENUNCIE!”, algo assim.

Vocês já imaginaram uma campanha invertendo os pólos?

“PLÁGIO? DENUNCIE!” – e eu denunciei um plágio às escâncaras, cometido pela jornalista Ana Cristina Reis, aqui. Mandei alguns emails, à época, para o próprio jornal, para a própria plagiadora, para alguns colegas seus de redação. Alguma resposta, mísera que fosse? Não, em absoluto. Salvo uma resposta curta que me foi enviada pela jornalista Cora Rónai, lamentando o ocorrido, nada.

“PRECONCEITO NA IMPRENSA? DENUNCIE!” – e eu mandei, também, emails apontando o odioso teor das notas publicadas no SEGUNDO CADERNO do jornal O GLOBO, como lhes contei aqui. Alguma resposta? Não, é claro.

Pimenta nos olhos do outros – parece-me adequado o ditado à situação – é refresco.

Pensei noutra frase: “NOTÍCIA PELA METADE? DENUNCIE!”.

E eis que hoje, passando os olhos no jornal O GLOBO, dou de cara com a seguinte nota, no SEGUNDO CADERNO, na coluna GENTE BOA, a mesma que, dia desses, publicou as tais duas notinhas dignas de repúdio (vejam o teor das notas aqui):

nota publicada no jornal O GLOBO de 11 de novembro de 2008

Ô, desfaçatez!

Por que eles não dão nome aos bois?

Vamos ao texto da nota: “O Bar Luiz comemora em grande estilo, no sábado, sua parceria com o chope da Femsa. Haverá festa na Rua da Carioca, com a Orquestra Tabajara e a bateria do Salgueiro, entre outras atrações. Será instalado um palco de dez metros, o Beer Station, um caminhão de cerveja que vira bar com seis chopeiras.”.

Minhas observações:

01) por que não dizem que “o chope da Femsa” é o intragável chope SOL? Por que esconder o nome do produtado fabricado pela cervejaria mexicana, dona das marcas SOL e KAISER, no Brasil?;

02) é digno de comemoração o fim de uma parceria que começou em 1888? “Desde a fundação da Manufatura de Cerveja Brahma, Villiger e Companhia em 1888, o Bar Luiz só comercializa produtos Brahma”, está no site do próprio BAR LUIZ, que pode ser lido aqui (possivelmente, em breve, este site estará fora do ar);

03) a tal coluna, intitulada GENTE BOA, que quando inaugurada (bem me lembro) pretendia ser defensora das tradições mais caras à cidade (jamais o foi), deveria, ao contrário, lamentar profundamente a troca inexplicável que só pode ter como pano de fundo muito dinheiro e desrespeito pelo consumidor.

Vamos ver como a imprensa e os tradicionais freqüentadores do secular BAR LUIZ, os que têm alguma força no que diz respeito à formação de opinião, vão reagir.

Eu, humílimo, de pé diante do balcão imaginário do BUTECO, digo com certa tristeza: não ponho mais os pés no BAR LUIZ.

Uma das razões que me levava sempre à rua da Carioca era o chope, cremoso e muitíssimo bem tirado, tanto o branco como o preto, como esses dois aí embaixo, na feliz fotografia da Marina, que fizemos para a exposição BARES E RESTAURANTES (leiam aqui).

BAR LUIZ, fotografia de Marina Furtado Couto

Pequena confissão: soubesse eu desse movimento suicida (trocar o chope da BRAHMA pelo da SOL) e o BAR LUIZ não teria entrado na exposição…

Ah! E para protestar contra esse crime, vá ao site do BAR LUIZ e, valendo-se do formulário lá disponibilizado (aqui), solte o verbo!

O que diria meu saudoso e eterno governador, Leonel de Moura Brizola, diante de tamanha vilania?

Lembrei-me dele ao dar de cara com sua assinatura no livro de ouro do BAR LUIZ

“Todas as pessoas que cultivam a tradição amam o Bar Luiz! Com as homenagens do Leonel Brizola, em 12/08/02”

assinatura de Leonel Brizola no livro de ouro do BAR LUIZ

Até.

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38 Comentários

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38 Respostas para “>NOTÍCIA PELA METADE? DENUNCIE

  1. >Deixei lá no site deles o seguinte comentário: “Acabo de saber, através do jornal O Globo, da suicida parceria que os senhores fecharam com o chopp da Femsa (que nada mais é do que o intragável chopp SOL). Nasci no Rio, moro em São Paulo e volto à Cidade Maravilhosa, sempre que posso. Um dos motivos de minhas visitas anuais é justamente o chopp do Bar Luiz. Ou melhor, ERA. Não mais colocarei os meus pés neste estabelecimento, que sempre primou pelo respeito à tradição e ao gosto do povo carioca, que JAMAIS substituirá o delicioso chopp Brahma por essa coisa nojenta chamada Femsa ou SOL. Lamentável, senhores, lamentável. Essa parceria será um tiro no pé. Adeus”

  2. >Edu, qualquer que seja a justificativa, prá mim é uma baita de uma falta de respeito. Eu já tive a oportunidade de ver a lendária serpentina de prata com 100 metros, fabricada pela Krupp há mais de cem anos, e quando o bar foi fundado, foi com chopp da Brahma, pô!Perdi a vontade de voltar lá. Como diz o meu filho, “perdi geral!”Um abração.Caíque

  3. >Grande, Bruno! Os caras precisam saber, mesmo nós sabendo também que eles não vão voltar atrás, que a lastimável escolha terá conseqüências, e eles só saberão disso se a clientela chiar. Também mandei meu recado. E espero que muita gente o faça. Beijo.Caíque: maravilha! Mande bala também no site do BAR LUIZ. Solte o verbo! Abração.

  4. >Uma lástima…aliás, o Bar Luiz vinha, quero crer, meio que dando indício de que ia fazer merda. Escreverei sobre isso. Beijo

  5. >Concordo, Simão, e anseio pelo seu parecer sobre a coisa. A filial aberta, há muitos anos, no BarraShopping. Depois, a abertura de um quiosque na orla de Copacabana. Sinais evidentes de que a tradição, há muito, se esvaíra. Gostaria muitíssimo de saber, dos donos, o por quê disso tudo. Beijo grande, até quinta na QUITANDA ABRONHENSE, hein!

  6. >Nao eh preciso nem mesmo ir aas filiais para saber que o Bar Luiz nao eh o mesmo ha alguns anos. A qualidade da comida caiu assustadoramente. Os pratos ficam prontos na cozinha aa espera de serem pedidos por algum cliente, tipo lanchonete. O file a milanesa atual nao eh nem sombra do que era antigamente! A unica coisa que continuava a mesma era o chopp, que ainda me fazia ir la de vez em quando.A mesma coisa aconteceu ha alguns meses com o Bar do Adao, no Grajau, mas na ordem inversa: primeiro trocou o chopp Brahma por Sol e depois abriu filial em Botafogo.Enquanto o Bar Brasil continuar o mesmo, eu sou feliz!Beijos! Saudade!

  7. >Lamentável! Sem sombra de dúvidas cortarei o Bar Luiz dos pontos obrigatórios de visitação da cidade maravilhosa! E quem souber onde encontro uma salada de batata substituta, faça o favor de avisar a esta paulistana decepcionada!

  8. >Betinha: grande verdade, querida, quanto ao BAR BRASIL. Podemos sempre nos enganar quanto aos outros, não é verdade? Mas é tão pouco crível que o BAR BRASIL siga os mesmos caminhos do BAR LUIZ…, que a gente até ganha lufadas de orgulho por freqüentar aquele tesouro na Mem de Sá, né? Pobre BAR LUIZ. E confesso a você (reiterando o que já escrevi no texto) que estou curioso para ver a repercussão disso na imprensa e entre os ditos formadores de opinião. Beijo imenso, saudade ainda maior.Vanessa: o BAR LAGOA, na Lagoa, honra sua tradição e serve chope da BRAHMA e uma salada de batatas perfeita. São vários, mas o que me ocorre no momento, é o LAGOA. Beijo.

  9. >Fique tranquila, Betinha. Estive semana passada com o Pepe, um dos donos do Alemão e muito amigo de meu falecido pai, e ele me disse que é Brahma até morrer.

  10. >Pequenos pitacos:1) Não cuspa pra cima, Galo. Quem diria isso do legendário Bar Luiz, mais antigo e mais tradicional bar do Brasil, há meros quatro ou cinco anos passados??? Ou do indefectível Adonis??? Ou mesmo do Adão, do RB, do butiquim da praça S. Salvador…? Esse mundo é movido a dinheiro. O nosso, aquele outro, está acabando.2) A salada de batata é insubstitível. A do Lagoa é muito boa, mas perde.3) Se aprendi minimamente alguma coisinha nesse ano e meio “do outro lado do balcão”, podem ter certeza de que os proprietários estão andando para as opiniões dos freqüentadores ou as possíves conseqüências comerciais para a casa. Uma troca dessas envolve um valor de “luvas” astronômico. Bem mais, possivelmente, do que se eles simplesmente vendessem o bar. Quer dizer, VENDERAM! Então, matematicamente, não importa o que vá acontecer, capisce?

  11. >Bom ponto Betinha. Não conheço vocês, não tenho nada pessoal contra nenhum de vocês, e acho até louvável que sejam defendidas as tradições da Cidade Maravilhosa. Sem dúvida, o Bar Luiz é um patrimônio da cidade e seu chopp, sua cozinha e seu serviço devem ser preservados. O que me surpreende é a questão da qualidade do chopp Sol. Frequento o bar do Adão, citado aqui, e sempre me deliciei com o melhor pastel da cidade (isso comprovado em inúmeras reportagens sobre botecos). E, para os que não sabem, o chopp no bar do Adão é o chopp Sol, há mais de um ano, e é sempre muito bem tirado. Desde que mudou o chopp, o movimento não caiu em nada, pelo contrário, aumentou! Tem estado difícil sentar lá para bater um papo e beber com os amigos…Esse movimento todo tem uma questão por trás: a arrogância da Ambev. Desde que foi criada a gigante, após (inexplicável) aprovação do Cade, sua posição de mercado faz com que o tratamento dado aos clientes seja o pior possível, inclusive o tratamento dado aos clientes mais tradicionais, como o Bar Luiz. Sua arrogância e prepotência por deter quase 80% de mercado faz com que vários clientes desejem sair de uma condição de “quase-escravidão”, com inúmeras faltas de produto, atrasos de entrega, condições comerciais deturpadas, em busca de parcerias que permitam sobrevivência mais digna. É nesse contexto que as cervejarias Petrópolis (dona das marcas Itaipava e Crystal) e Femsa (dona das marcas Kaiser, Sol, Bavária, Gold e Xingu, além de representante da Heineken no Brasil) têm buscado oportunidade de mercado, oferecendo produtos tão bons ou melhores (qualquer teste cego mostra que a fórmula mágica que veio de outro planeta da Skol é na verdade uma bela mistura de cereais não maltados, como milho e arroz, extremamente aguado). Assim como vocês, clientes, têm total direito a escolher o bar onde vão beber, os bares, clientes de diversos fornecedores, têm o total direito de escolher seus produtos, avaliando sempre a qualidade e o melhor a oferecer aos seus consumidores, dentro de um contexto saudável de negócios. Bem, essa é a minha opinião. Respeito a de vocês, mas gostaria que vocês se atentassem a esse fato e buscassem as verdadeiras causas desse movimento que está só começando.

  12. >Ok. Bar Lagoa, mas no lugar da salada de batata, ficarei com o steak tartar que certamente é um dos melhores que já comi!Tudo isso dói.Beijo.Vanessa

  13. >Felipinho: salve o BAR BRASIL, querido! Certamente, assim que a Betinha voltar (e veremos, todos, o Redentor de braços abertos oferecendo o colo pra musa do homem da barba amazônica e um pouco, também, de todos nós), beberemos por lá!Szegeri: vou responder a seus pitacos…1) não estou cuspindo, querido, nem pra cima e nem pro chão. Eu não cuspo. Sei que o mundo, hoje, é movido a dinheiro. O nosso, aquele outro, não está acabando, não. Só está diminuindo. E de tamanho, apenas. Continuamos grandes.2) a salada de batata, há muito, bem disse sua musa, não era mais a mesma. A do BAR LAGOA está melhor. Faço questão de levá-lo lá na sua próxima vinda ao Rio. Será domingo, para Flamengo e Palmeiras?3) sei que os “proprietários estão andando para as opiniões dos freqüentadores ou as possíves conseqüências comerciais para a casa”. Mas nós não podemos deixar de fazer nosso protesto. Concorda?Beijo.Rodrigo: pululam os RODRIGOS aqui no balcão. Mas sei, pelo texto, que você não é nem o Ferrari, nem o Sousa e nem o Medina. Gostaria de lhe agradecer o pitaco. Muito elucidativo, mas permita-me…a) eu já bebi o chope SOL, e confesso que não gostei;b) eu nunca fui de freqüentar o BAR DO ADÃO, e nem acho que seja tudo o que dele dizem, como também não acho que reportagens sobre botecos possam comprovar a qualidade disso ou daquilo, sinceramente, embora respeite, evidentemente, sua opinião;c) o chope SOL, de lá, pode ser “sempre muito bem tirado”. Mas vai ser, sempre, um chope SOL;d) se o “movimento não caiu em nada, pelo contrário, aumentou!”, talvez seja uma prova evidente de que o freqüentador do lugar não seja, exatamente, um apreciador de um bom chope. Você já procurou saber se a venda de chope manteve-se no mesmo nível? Seria uma boa!;e) concordo integralmente com o que diz respeito à “arrogância da AMBEV”. Mas há que se pensar numa solução, jurídica que seja. Eu, por exemplo, adoraria ingressar com uma ação de obrigação de fazer, tendo o BAR LUIZ de um lado e a AMBEV de outro, exigindo entrega de produtos, cumprimento de prazos etc. Mas é que no fundo – pode ter certeza disso! – esses bares se ressentiram e se ressentem muito mais da pouca força que passaram a ter para exigir luvas da BRAHMA do que do mau atendimento da empresa;f) também concordo com sua opinião sobre a SKOL, uma bebida intragável;Um forte abraço, seja muito bem chegado e volte sempre!

  14. >Edu, permita-me o radicalismo, e eu só vou entrar na questão da marca do chopp.Há coisas na vida que, depois de tanta história gloriosa, não deveriam nem ser contestadas. No caso de quem gosta de beber – e, especificamente, beber chopp -, é óbvio que chopp é Brahma e o resto é tentativa. E só para isso não ser unanimidade, abro duas exceções: os Antarcticas do Pingüim, em Ribeirão Preto, e do Box 32, no Mercadão de Florianópolis.Na minha modesta opinião, a Ambev deveria é deter o monopólio do mercado só para acabar com merdas como Kaiser, Sol e Itaipava. Acho que eu estou me tornando uma velha rabugenta…Abraços!

  15. >Edu, Rodrigo tem de quilo, meu caro. Olha Edu, te confesso que não sou conhecedor em matéria de chopp, tomei chopp acho que umas três vezes na vida ( inclusive no BAR SABIÁ), aqui em SAMPA. Mais o que te falo é o seguinte: Estive conversando com o dono da espelunca que freqüento, ele disse que a ITAIPAVA, fez de tudo, para ele comprar cerveja deles, e deixasse a BRAHMA de lado. Coisa que não aconteceu. Devido ao respeito que ele tem com seus freqüentadores que amam a BRAHMA e se trocasse a cerveja, poderia trocar de profissão pois o buteco iria a falecia. Abraço

  16. >Rodrigo Medina: você só bebeu chope três vezes na vida?! Você bebe o quê, cara?!Gostei da atitude do dono da espelunca que você freqüenta: coisa de quem tem palavra.E por falar nisso… a quantas anda o lance da moldura do autógrafo do Szegeri?Abraço.

  17. >Edu, meu caro!Moro aqui na periferia de São Paulo, quase nenhum lugar aqui se encontra chopp. Pra ser mais preciso apenas numa padoca aqui perto tem e não é Brahma. Não tenho o costume de tomar chopp, sou mais cerveja mesmo. O autografo do Fernando anda parado ainda. abraço

  18. >O Rodrigo, dessa vez, mandou bem pra caralho! A AmBev é a pior empresa com que tive a oportunidade de negociar em toda a minha vida, da barraca da feira ao lado de casa à Microsoft. Sem tirar nem por! O meu grande sonho na vida era dar uma banana para o chope Brahma. Mas infelizmente ainda não é possível, estão anos-luz à frente. A empresa que chegou mais perto, infelizmente, perdeu a mão da história de uns tempos pra cá. Voltamos à estaca zero. A solução? Óbvia: estatizar a Brahma!

  19. >Rodrigo Medina: sem comentários.Szegeri, meu irmão: o Rodrigo mandou bem mesmo. Mas pela primeira vez, e não “dessa vez”. Trata-se de outro Rodrigo, querido. Não é nem o Folha Seca, nem o Sousa, que trabalha comigo, e nem o descumpridor de promessas… Abração.

  20. >E.T. Discordo completamente do item “e” do comentário do mano Edu ao supra citado texto do Rodrigo:1) Não há solução jurídica, querido. Creia. Nem para você, o maior advogado do Brasil.2) A expressão que você usa “exigir [qualquer coisa] da Brahma” é destituída de qualquer correspondência semântica. Não se consegue exigir NADA deles. Eles não dão literalmente NADA para NINGUÉM. Salvo esmolas, no seu exclusivo interesse imediato, a seu talante e critério.3) Ressentem-se os bares, óbvio, de NENHUMA força. Mas ressentem-se, SIM e MUITO, da arrogância, desprezo, PÉSSIMO atendimento, MÁ-FÉ, arbitrariedade, impessoalidade, e quantos etcéteras formos capazes de aqui acrescentar.

  21. >Szegeri: você pagaria meus honorários, querido, incluindo diárias em SP? É evidente que há saída jurídica. Uma linda ação de obrigação de fazer fulcrada na boa-fé que deve reger os contratos, consagrada no novo Código Civil, cumulada com perdas e danos, pedido de tutela antecipada com fixação de multa moratória… Confie em mim, querido. Beijo.

  22. >E.T. 2 – A última vez que comi a salada de batata do Luiz foi no ano passado, na gloriosa companhia vossa, do Capitão Gola e do Deco. Estava perfeita, como sempre. Na mesma ocasião, aliás, experimentei pela última vez a do Lagoa, que ainda então perdia. Como a Betinha está há meio ano fora do Brasil, permita-me não assimilar bem esse “há muito”. Certamente, trata-se de uma questão de gosto. A do bar do Zé também era honesta, mas num patamar francamente inferior.

  23. >Pois iremos, então, ao BAR LAGOA. O.K.?E nesse meio tempo, até sua chegada, pesquisarei com mais atenção as saladas de batata daqui.Beijo.

  24. >Seus honorários, querido, são impagáveis. Eu, modesto que sou, se ganhasse na megasena, acharia mais em conta pagar uma pequena junta formada por Modesto Carvalhosa, Cândido Dinamarco e Fabio Konder Comparato.

  25. >Iremos. Mas não poderemos comparar com a do finado Bar Adolph, infelizmente…

  26. >A última vez que fui ao Bar Luiz foi no carnaval. Dou razão à Betinha: o milanesa já era. Já a salada de batatas achei boa. Num almoço desses no Centro, comi um milanesa espetacular, só não lembro onde foi. Só lembro que não tinha nenhum palmeirense nas mesas.

  27. >Szegeri: mantenha isso em mente… Eu acho rigorosamente viável uma ação para enquadrar a AMBEV.Zé Sergio: e quem não dá razão à Betinha, animal? Quanto ao milanesa, lembre-se, esclerosado. Lembra da rua, pelo menos?

  28. >Edu, aqui não tem meu caro. Mais não é desculpa, eu prefiro cerveja mesmo. Fernando, me desculpa pelo o seu autografo não acharia na minha modesta opinião que levaria tão a serio o negocio. Vou aparecer qualquer dia no Ó. AbraçoRodrigo Medina

  29. >Rodrigo Medina: não vá ao Ó antes de cumprir o prometido; não sei se será uma boa idéia. Não é possível que você tenha coragem. Mas que coisa…

  30. >Agora só falta eles eliminarem o colarinho …

  31. >OK meninos! Ficarei sem a salada de batatas, até segunda ordem! Beijos.

  32. >Edu: deixei clara a miha decepção. Tasquei lá:”Prezados: vocês tiveram a coragem de trocar o melhor chope do Rio – da Brahma, através da lendária serpentina do Bar Luiz – pelo da Sol??????? Mas o que é isso???? NADA justifica tamanha falta de respeito. Não acredito em nenhum acordo comercial que justifique o mau gosto. Não volto mais.”

  33. >Antes de ficarem apenas descascando, deveriam antes ir ao bar e provar o chopp, para depois poderem falar algo.Não gostando do chopp, ok.Estão igual criança que não come legumes dizendo que não gosta, mas que nunca experimentou.

  34. >ô thiago, meu camarada: eu não gosto do chope da sol e é com conhecimento de causa. o bar e restaurante havaneza (é com “z” mesmo), onde às vezes eu costumava almoçar, ali na teófilo otoni, em frente à souza cruz e à eletrobras, trocou o brahma pelo sol. eu inclusive ganhei os cartuns de publicidade da brahma que existiam lá, do millôr e do jaguar. aí eu – desprendidão, saca? – provei. aaaaaaaaarrrrrgh! péssimo. nunca mais voltei. continuo amigo dos donos, mas aquilo eu não bebo. e outra coisa (aí, edu!) eu descobri que quem forneceu várias vezes o chope pro bar luiz, que na época era adolf (mudou com a guerra) foi o meu avô, que era vizinho do noel na teodoro da silva e trabalhou na brahma por 35 anos, se aposentando em 1952. putz! aí tomei pro lado pessoal, né não?abraços daqui de niterói procês.caíque.

  35. >Caíque: você nem deveria ter se dado ao trabalho de responder ao agressivo Thiago.Eu também já provei do SOL (nem dá pra chamar de chope) e não gostei.Abração.

  36. >Edu e demais amigos,A foto tirada pela Marina para a exposição já é com o chopp Sol (claro) e Xingu (escuro). Isso é possível afirmar pois conheço as bolachas de ambos. Acho que a melhor solução seria fazer um teste cego. Tenho certeza que muita gente aí vai se surpreender… Mas fica apenas como sugestão.Grande abraço!

  37. >Eu toparia o teste cego, Rodrigo, se alguém conseguisse organizá-lo. E tem de ser cego, mesmo. Pois basta ter olhos de ver para saber, diante da caldeireta, o que é Brahma e o que não é!Abração.

  38. >Teste cego tem de ser feito com quem bebe e não com curiosos. Podem fazer sem susto, porque não tem como errar, chopp da Brahma, é chopp da Brahma e pronto.Não sabia que esta polemica em torno do Bar Luiz estava tão grande, postei algumas coisas no meu blog (http://contoseencantos.blogspot.com/2008/11/uma-morte-mais-do-que-anunciada.html) e hoje navegando me deparo com o de vocês.Se me permitem, gostaria de acrescentar um link para este post no meu blog e elogia-los pelo bom gosto.

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