PALMEIRAS: UM FENÔMENO NO RIO

Há tempos que estou para escrever sobre o assunto que hoje me traz aqui, ao balcão. Há tempos. É testemunha disso meu irmão paulista, o fabuloso homem da barba amazônica, Fernando José Szegeri. Eu já comentei com ele, algumas vezes, em diversas oportunidades, sobre esse troço que, quero confessar, não compreendo bem. Talvez saibam dar uma explicação para o fenômeno os estudiosos do assunto, como Luiz Antonio Simas, como Bruno Ribeiro, como o próprio Fernando José Szegeri (notem que escrevi, sem qualquer peso na consciência, o nome completo desses três grandes brasileiros, amantes do futebol). Como o Ivan Soter, que não me lê mas que poderia ser provocado por um de meus poucos mas fiéis leitores (assim quero crer), Rodrigo Ferrari, o Folha Seca, que tem acesso ao Ivan como um padre à sacristia. Dito isso, em frente.

Sei que a afirmação que farei (e que é fruto de uma observação diária e que já dura anos!) incomodará a alguns de meus leitores de São Paulo. Consigo ouvir daqui os protestos dos corinthianos Claudio, Favela, Julio Vellozo e Leonor Macedo (em ordem alfabética para não ferir suscetibilidades), consigo ouvir os são-paulinos Dado e José Szegeri (pai do homem da barba amazônica) bradando contra mim, consigo ouvir a chiadeira do Gordo, santista desde criança – não dá pra citar todo mundo, pô!. Consigo, mesmo, saber que vou criar polêmica – mas o que vou lhes contar, meus poucos mas fiéis leitores, é a mais pura expressão da verdade.

Antes, pausa: terminei esse parágrafo e uma dúvida me acomete… Será mesmo, o Favela, torcedor do Corinthians? O Favela é tão apaixonado pelo futebol de várzea que, pra mim, e dentro de mim, ele é Anhangüera, apenas Anhangüera.

Todos os dias – eu disse todos, com a ênfase szegeriana – eu esbarro com pelo menos uma pessoa envergando, orgulhosa, a camisa do Palmeiras. E eu disse “pelo menos uma” porque às vezes – estou sendo preciso do início ao fim – eu esbarro com duas, três, quatro, cinco camisas do Palmeiras, no mesmo dia, em horários e locais diferentes.

Ontem, por exemplo, estava eu almoçando no local de sempre, numa modesta galeria comercial em Laranjeiras, quando sentou-se diante de mim um sujeito com uma camisa do Palmeiras, antiga, da Adidas, com patrocínio da Coca-Cola, um clássico! Eu estava justamente terminando de almoçar. Levantei-me, fingi que estava fazendo uma ligação e – clique! – fotografei a camisa do caboclo. Fotografia feita, vali-me das tecnologias que mal-domino e mandei o flagrante para o homem da barba amazônica (foto abaixo).

camisa do Palmeiras no Rio de Janeiro, fotografia de Eduardo Goldenberg, pelo celular

Em segundos, estrilou meu celular. Eu, com o humor preparado pelo BINA, fui eufórico:

– Fala, mano!

E ele, pela primeira vez eufórico em muitos anos:

– Escreva sobre isso! Escreva sobre isso! É chegada a hora!

Eu ia começar a responder quando ele continuou:

– Antes que eu me esqueça…

– Diga.

– Sabe se aquele cara, o Rodrigo, já emoldurou meu autógrafo?

– Não…

Ouvi uma fungada – algo como um princíprio de chôro ou mesmo um simples muxôxo – e ele continuou:

– Voltando ao assunto…

– Diga.

– Escreva, Edu! Quando eu conto ninguém acredita!

E eu, prometendo a ele que o faria, disse:

– O.K.! Pode deixar. Amanhã mesmo!

Despedimo-nos efusivamente e eis-me aqui cumprindo minha palavra (eu cumpro a palavra que empenho).

Eis o que eu queria lhes dizer sobre o Palmeiras…

No Rio de Janeiro, por razões óbvias, é fácil dar de cara com camisas do Flamengo, do Vasco, do Fluminense, do Botafogo, do América.

Mas por que razão – esta a pergunta que faço com as mãos espalmadas pedindo ajuda – a camisa do Palmeiras é onipresente na cidade do Rio?!

Aqui na Tijuca – vão tomando nota, leitores palestrinos!!!!! – o troço chega a ser vergonhoso. Não é só o Imperador, garçom do falecido Rio-Brasília, vejam aqui, que exibe, orgulhoso, a camisa do Palmeiras. Vira-e-mexe, na Tijuca, surge o alviverde imponente – e eu quase sempre disco pro Szegeri:

– Mais uma!

– É impressionante!

E ele gargalha de lá, cofiando a barba (ouço o farfalhar de sua densa barba negra).

Quando o Palmeiras joga, então, você tem a impressão, em plena Tijuca, de que está caminhando pela rua Turiassu ou descendo, animadamente, a avenida Francisco Matarazzo.

Dia desses, inclusive, eu estava dentro do 239, voltando pra casa. Era dia de jogo do Palmeiras (não me lembro qual, nem à fórceps). O ônibus parou no sinal (no farol, palestrinos), na esquina da Frei Caneca com a Marquês de Pombal, onde há um buteco de primeira, vagabundo, como devem ser os grandes butecos. E do teto do bar – creiam! – pendia uma enorme, uma gigantesca, uma impressionante bandeira do Palmeiras. Diante do balcão da espelunca, uns dez, doze, sei-lá-quantos homens vestidos a caráter bebiam e faziam algazarra, como se estivessem devastando sanduíches de pernil com cerveja numa das kombis da Turiassu e prestes a entrar no estádio. Liguei, evidentemente, pro homem da barba amazônica. Ele, gemendo:

– Mentira, Edu…

– Juro! – e fiz o som dos dois beijinhos com os indicadores em cruz, apoiando o celular entre o ombro e a orelha esquerda.

– Quando eu for ao Rio quero conhecer esse buteco!

E é assim, meus poucos mas fiéis leitores. Desconheço a razão desse fenômeno. Pois é, de fato, um fenômeno.

(agora mesmo é que serei vaiado pelos paulistas não-palestrinos)

Muito raramente – muito, muito mesmo! – encontro alguém com a camisa do Corinthians (no reveillón e no Carnaval, com a cidade invadida por turistas, vê-se mais). Guarani, Santos, Portuguesa, Ponte Preta, São Caetano, Bragantino – encontrar uma dessas é quase que impossível, mas vê-se, uma na vida e outra na morte.

O que eu nunca vi (com a ênfase szegeriana) – nunca!!!!! – foi uma camisa do São Paulo.

Campeão não sei quantas vezes, campeão disso, campeão daquilo, a camisa do São Paulo nunca – e digo isso com 100% de certeza – foi vista por essas plagas.

Com vocês, por favor, a palavra.

Até.

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152 Comentários

Arquivado em futebol, Tijuca

152 Respostas para “PALMEIRAS: UM FENÔMENO NO RIO

  1. >É óbvio, querido: para além dos limites do Morumbi e dos luxuosos Jardins, ninguém torce para o São Paulo. Ninguém! Beijo.

    • Tiago

      Vou cometer a ofensa de contrariar o Bruno! Mas o TRIcolor do Jardim Leonor é torcida predominante, com dois (e isso é uma imensidade por lá) butecos, na minha Aparecida!!! Desde os tempos do meu avô, infartado por três vezes e depois da segunda proibido de ver jogos do São Paulo (o que eu desobedecia informando a ele sobre o jogo em andamento), Aparecida é sãopaulina!!!!!

    • Moacir De Bonis

      Então… Eu creio que esta constatação tem alguns pontos a serem relevados:
      1 – Reza a lenda que um homem com aparência de rico chamado Lucas Matarazzo, foi deixado no Morro da Mangueira, na década de 40. Ele foi deixado lá para “retomar o gosto pela vida”. Segundo a história, lá ele voltou a ser um homem feliz… Uma das grandes aventurs de Lucas Matarazzo era percorrer o morro e distribuir cartazes do Palmeiras… “Vocês já torcem por algum time? Não? Pois bem, agora são Palmeiras”.
      2 – Após a derrota da Seleção na copa de 50, o país vivia a “síndrome de vira-latas”, e apenas um ano depois do maracanazzo, o Palmeiras disputava a Final da Copa Rio (Mundial de Clubes da época) contra a Juventus. Apoiado por mais de 100 mil torcedores o Palmeiras adentrou em campo com a bandeira do Brasil acima do escudo e sagrou-se campeão mundial derrotando a Juventus por 2×1. No antigo Maracanã havia uma placa de agradecimento ao apoio dos torcedores cariocas.
      3 – Na década de 60 era o único time paulista a rivalizar com o Santos de Pelé. Na década de 60 apenas dois times paulistas foram campeões: Santos e Palmeiras.
      4 – O Palmeiras ou Palestra Itália é o mais conhecido clube de origem italiana. No Rio não existe um clube forte de origem italiana como o Palmeiras.
      5 – Existe uma aliança entre a Força Jovem e a Mancha Verde. Em alguns jogos entre os dois clubes, em algumas ocasiões, não houve divisão de torcidas.
      6 – Campeão do século XX do futebol brasileiro, foi o único clube a conquistar todos os títulos possíveis.
      7 – O torcedor do Palmeiras é fanático. Ele é Palmeiras, não importa como nem onde… é meio difícil de explicar, mas creio que a frase que mais sintetize isto foi dita pelo jornalista palmeirense Joelmir Betting: “Explicar o que é ser palmeirense a um não Palmeirense é humanamente impossível… Explicar o que é ser Palmeirense a um Palmeirense é completamente desnecessário”.

      Abraços,

      Moacir

      • Ricardo

        Acrescento, permitam, a esta sóbria resposta o fato de que, à epoca de Zico, em que o Flamengo era Brasil lá fora e simpático aqui dentro, o Palmeiras perdia mas também ganhava dos caras. Sempre impôs respeito. Acho que clubes paulistanos de maior tradição são o Palmeiras e o Corinthians, mas a projeção nacional do timão é muito mais recente, posterior ao fanatismo que impede torcedores de admirarem times rivais.
        Tomara o Verdão retome seu prumo. Abraços.

  2. >Edu, menos. Você disse que no Rio de Janeiro é fácil encontrar alguém com a camisa do … América ? Não sacaneia. A frase poderia ser “é fácil encontrar o Felipinho Cereal, o Rodrigão e o Murilão com a camisa do América”. A torcida do mequinha é atualmente formada por um diminutivo e dois aumentativos.Beijo.

  3. >Edu, nunca – nunca mesmo – haverá fenômeno maior na Cidade Maravilhosa do que aquele que houve em 05 de dezembro de 1976. No mais, voltamos! E eu ainda tenho esperança no Mengo!Abraços.

  4. >Bruno, meu caro: acho que você não compreendeu qual o fenômeno que quero desvendar… Por que, querido, por que o Palmeiras e apenas o Palmeiras, dentre todos os times brasileiros (exceto os do Rio, é claro), veste um número considerável de seres humanos nessa mui leal e amada cidade de São Sebastião?! Beijo, mano.Simão: sacanagem é você escrever “mequinha” com letra minúscula… Beijo.Cláudio: seu arroubo não elide a questão que me atormenta. O que se viu em dezembro de 1976 foi apenas – sim, apenas – a invasão de corinthianos, que só aconteceu, diga-se, graças à diminuta torcida do Fluminense, que permitiu o troço. Sobre o assunto que tratei no texto… alguma palavra? Abração!

  5. >Edu, talvez o motivo seja a torcida do Vasco, que tem um acordo de cavalheiros com os alviverdes e transitam livremente entre si. Ali no Pq. Antártica, também se vê a camisa cruzmaltina em grande quantidade. Então, o que você vê só pode se tratar de vascaínos – com exceção do Imperador.Abraço!

  6. >Craudio (que vem a ser o claudioyidajr): com a devida vênia, sua explicação não me convence. Eu conheço centenas de torcedores do Vasco da Gama. NENHUM deles tem a camisa do Palmeiras. É evidente, meu caro, é evidente, que são palmeirenses os caras aos quais me refiro no texto. Prossegue minha dúvida. Abraço.

    • Moro em Quixadá / Ceará e posso dizer que aqui tem muitos torcedores do Verdão. Tem mais flamenguista, o Fla tem muitos torcedores no nordeste que se acostumaram a somente a assistir à TV Globo, mas a torcida do Palmeiras também é grande por aqui. Abraço.

      • Ronny: não existe “flamenguista”. Somos todos Flamengo. Um abraço.

      • André Rodrigues

        O que acontece é que no Nordeste o cidadão torcer para o Bahia e para o Flamengo, torce para o Náutico e torce para o Flamengo.
        Esse tipo de torcedor eu não conto como flamenguista e sim como torcedor do Bahia/Náutico.

      • Muito bem, André:

        01) não existem “flamenguistas”; somos Flamengo;

        02) o mais importante é o cara que se diz Flamengo ou você que não conta como? Francamente.

        Um abraço.

  7. >Edu, é preciso dizer há quanto tempo acontece esse troço das camisas alviverdes colorirem o Rio. Será que antes de 1970 era assim? Vejamos…Credito o fenômeno ao paulita mais carioca do Brasil, justamente ele, Fernando José Szegeri. A cada ida sua ao Rio – e foram muitas, incontáveis, nos últimos 38 anos, né? -, uma massa se converte. Em cada carnaval uns cem foliões – no mínimo – do Bola Preta viram palestrinos ao esbarrarem com o homem. Em cada buteco que o barbudo entrou, em todos os cantos da cidade, alguém foi contaminado por sua forza fanática.Sua influência é assim. Não se brinca com o Szegeri, não, você bem sabe disso. Só o Rodrigo que ainda não sacou isso…Beijo.PS: Sou corinthiano pra caralho, velho. Mas sou, antes, Anhangüera!

  8. >Edu, entendi sim. Mas não sei qual é a razão de haver tantos palmeirenses no Rio. Talvez possa ser a influência grandiosa e atemporal que Fernando José Szegeri, este brasileiro onipresente, exerce sobre todos nós.

  9. >Eita! Acabo de ler o que escreveu o Favela. Chegamos, pois, à mesma conclusão. Acho que matamos a charada…

  10. >Edu e amigos, volto após longo período de ostracismo para comentar a predominância do Glorioso Clube Esmeraldino do Parque Antárctica na mais bela cidade do mundo:1) Há o bom senso do povo carioca;2) Há o bom gosto do povo carioca;3) Há a beleza da cidade e do povo carioca; e4) Não sei se explica, mas é uma história linda que compõe a linda história do Rio e do Palmeiras. Na década de 50 – ou seria de 40, não me lembro – um sujeito perambulava perdido pelas cercanias do morro da Mangueira – roto, doente e sem um vintém de mel coado no bolso. Um autêntico indigente. Pois esse cidadão foi, como manda a hospitalidade desse magestoso povo, adotado pelos moradores do morro de Mangueira. Era ele um autêntico e doente palmeirense. O sujeito em questão virou uma espécie de bem-amado na Mangueira, um mascote, um amuleto. Safo, ele começou a pregar seu amor pelo Verdão. De maneira que, pelo menos na Mangueira, angariou muitos adeptos.Quem conta essa bela história é Dona Neuma, enrolada numa bandeira do Alviverde, numa revista do Palmeiras que comprei quando moleque-de-tudo e tenho, até hoje, em minha casa. Comprometo-me a levar o exemplar ao Rio para que você, Simão e outros arqueólogos tenham acesso.Um abraço,Borgonovi

  11. >Favela e Bruno: com uma diferença de 4min, vocês chegaram à mesma conclusão – como bem disse o mano de Campinas, às 11h16mmin! Há que se considerar essa tese.Aguardemos as consistentes opiniões dos demais.Beijo!

  12. >Que beleza, Borgonovi!!!!! Que história! Escaneia a revista, pô! Eu duvido que na UJS ou que no PCdoB não tenha scanner!Beijo, saudade sua.

    • marcelo

      Eu também tinha essa revista… inclusive na capa está a Dona Neuma com a bandeira do Palmeiras… É interessantíssimo… Tenho uma fita cassete também, que retrata a vida do pessoal da Mangueira, os sambas de lá, etc., e nesse vídeo, aparecem uns 2 caras com a camisa do Palmeiras.

      • Bruno

        Eu também tenho esta revista… Realmente muito linda, a foto!
        Mas que a torcida do Palmeiras não é qualquer coisa, não é mesmo!
        Muitos cariocas nutrem essa simpatia!

  13. >Edu, Acredito que pode ser influência do F.J. Szegeri sim. Certa vez você escreveu que o sujeito já nasceu do jeito que é, sabe-se lá há quantos anos. Pode ser esta a explicação, talvez.Seja como for, na Rua Efigênio Sales, no Cosme Velho, onde moro, há um apartamento no qual, diariamente, paira na janela uma imensa bandeira branca, com um “P” verde inserido dentro de um circulo, também verde. Desde que lá moro sempre tive a convicção de que em tal residência habitam palestrinos. Vou bater uma foto do pavilhão e dia desses encaminho.Grande abraço,

  14. >Meus leitores: vejam que lindo o que me ocorreu agora!”(…) um sujeito perambulava perdido (…) – roto, (…) e sem um vintém de mel coado no bolso. Um autêntico indigente. Pois esse cidadão foi, como manda a hospitalidade desse majestoso povo, adotado (…). Era ele um autêntico e doente palmeirense. O sujeito em questão virou uma espécie de bem-amado (…), um mascote, um amuleto. Safo, ele começou a pregar seu amor pelo Verdão. De maneira que, (…), angariou muitos adeptos.”Esse é o Szegeri, pô!Que lindo!

  15. >Daniel: faça isso, malandro! Fotografe a bandeira palestrina. Aproveito o ensejo e peço aos que me lerem aqui, o mesmo: mandem para mim, pelo edugoldenberg@gmail.com, fotografias de camisas e bandeiras do Palmeiras que vocês encontrarem por aí. Quero dar sustento probatório à minha declaração.

  16. >Aqui em Niterói, depois do Botafogo e do Canto do Rio, a maior torcida é a do Moleque Travesso.

  17. >Essa história do Borgonovi é maravilhosa, merecia um post inteiro só pra ela! Endosso o coro: escaneia a revista, pô!E eu diria mais, mano, em relação à tese defendida por mim e pelo Favela: creio que pensamos e escrevemos ao mesmo tempo. Demorei quatro minutos para postar porque tenho a mania de reler e corrigir o que escrevo, antes de enviar. Tivesse eu postado no momento em que terminei a primeira versão do comentário, talvez os horários de publicação, pelas minhas contas, fossem rigorosamente idênticos!Que lindo!

  18. >Ah, temos também torcedores fanáticos do Ferencvaros. Eles têm até facções (Fúria Ferenquina, Jovens Magiares, Comando Budapest etc.) e uma charanga com violinos e guitarras ciganas. São um pouco violentos. Não é raro acontecer até assassinatos sempre que o Ferencvaros enfrenta o Debreceni, que tem torcida um pouco menor.

  19. >Zé Sergio: como sempre, querido, sua contribuição foi – como dizer? – imprescindível.Bruno: com relação a isso, mano, a esses fenômenos, melhor poderá dizer Luiz Antonio Simas. Mas eu diria que o Espírito que soprou no ouvido do Favela, em São Paulo, soprou em Campinas, ao mesmo tempo, no seu ouvido. Beijo.

  20. >É isso, Edu. As peças vão se encaixando! O Borgonovi provou, inconteste, o que mano Bruno Ribeiro e eu dissemos sem medo de errar.Veja: o Szegeri, desde longínquos tempos, é Mangueira. Depois, passou a torcer também pela Portela. Só tem uma explicação: Decidiu, um dia, sair do Morro de Mangueira – onde fora adotado por D. Neuma, para “pregar” o verde nas bandas de Madureira. Tia Surica, então, o adotou. E assim o Rio vai ficando palmeirense…Grande Szegeri!

  21. >Favela: que história bonita, essa!!!!!

  22. >Velhinho, deixe comigo que o Ivan vai saber desse texto, aliás, ele lê o Buteco, bem como uns 90% dos frequentadores da sua livraria do coração (quero crer que os outros 10% não tenham computador).Quanto à questão dos palmeirenses, não tenho resposta, nem sei dizer porque, apesar de flamengo, eu tenha mais simpatia pelo Verdão entre os paulistas, embora também goste do Corinthians.Mas uma coisa eu sei: outro grande brasileiro que vive aqui no Rio e torce para o Palmeiras é o Ratinho, emérito tirador de chope do casual Retrô. O que reforça a teoria da supremacia palmeirense entre os times de Sampa no Rio.Abraços,Digão

  23. >Digão: Flamengo é com letra maiúscula, pô! Logo você!Aguardo, ansioso, a explicação do bom Ivan.Bom tê-lo de volta ao balcão.Grande beijo.

  24. >Me mijei de rir com essa perola da historia hungara no Brasil do Ze Sergio. So faltou um clube de linguas de origem turca do outro lado da ponte. Se eu fosse para Niteroi alguma vez na vida teria um medo terrivel dos torcedores do Ferencvaros.

  25. >Edu, meu caro. Essa estória do autografo deu o que falar. Calma Favela, meu caro, que sei o quem o Fernando é. Não apenas o Fernando, mais o Bruno, você, o Edu é uma turma da pesada. Aprendi muitas coisas com vocês. Sei meu caro Szgeri que estou lhe devendo o prometido, mais farei. Abraço

  26. >Flavinho: é o que eu digo sempre sobre o Zé Sergio… ele traz contribuições que em muito ultrapassam nossos parcos conhecimentos sobre as coisas importantes da vida! Beijo, saudade de você!Rodrigo: não adianta prometer, cara. Você já o magoou o bastante. Faça. Pare de falar e faça. Emoldure logo a porra do autógrafo dele. Faça uma simbólica inauguração em sua casa. Convide o malandro. Fotografe. Registre tudo para a posteridade. Se você tivesse, de fato, aprendido muita coisa como diz (com o Favela, com o Brunão, com o próprio Szegeri), já teria cumprido a palavra empenhada há muito tempo. Se o problema for dinheiro, diga. Nós nos cotizaremos e pagaremos o serviço. Um fraterno abraço.

  27. >Uau! O Borgonovi matou a pau! Que história! Adorei o post! Tomei a liberdade de colocar um link do texto no meu BLOG.

  28. >Seja bem chegada, Vanessa. E obrigado pela citação. Beijo.ps: você conhece o Borgonovi? Ele não mata NADA a pau. Seguramente você não o conhece…

  29. >Eu não conheço o Borgonovi. Mas ele mandou muito bem. Aliás, fiquei curiosa pela tal reportagem com a Dona Neuma, enrolada numa bandeira do Alviverde. Bem, se ele escanear, você bem que podia me enviar, não?! Beijo.

  30. >As teorias, as deixo por conta dos especuladores. Sou apenas um modesto observador do gênero humano. E o fato, nobres senhores, caríssimo Galo, é que esse fenômeno que você constata na Cidade Maravilhosa, capital espiritual do Brasil, se repete EM TODOS OS MAIS RECÔNDITOS ESCONSOS DESTA NAÇÃO. E olha que eu andei! Vi camisas alvi-verdes de Santa Catarina ao Amapá. Vi no interior do Pará(e há testemunhas!) uma velha roleta daquelas de parque de diversão, onde se aposta em um dos dois times, o enorme círculo dividido em triângulinhos que alternavam distintivos do Flamengo e do Palmeiras! Indagando o dono do parque sobre o porquê da escolha, ele disse: “se puser Remo e Paysandu, sai briga no bar todo dia. Então, resolvi colocar os dois times maiores times do Brasil!”

  31. >Edu eu também acho que isso é culpa do Fernando José Szegeri. Mas existe sim uma união entre as torcidas do palmeiras e do vascu, e é comum ver camisas do vascu nos jogos do palmeiras e vice-versa, acho que isso tem uma pequena influência.Queria mandar um grande abraço para o Zé Sergio e também pro Simas, porque as nossas torcidas foram amigas durante muitos anos e foi uma pena ter acabado a amizade por causa de brigas banais, e queria revelar uma coisa extremamente secreta. Se eu não fosse Santista eu seria Botafoguense e iria morar no Rio!Um brinde ao Fernando José Szegeri (o verdadeiro fenômeno), ao Botafogo e para o meu Glorioso Alvinegro Praiano!Abraço Edu!

  32. >A partir de amanhã só piso na Folha Seca com a camisa do São Paulo!

  33. >Você pode Carol, você pode.E Edu, no caso não era nome próprio, mas tudo bem, você está certo. Lendo agora ficou mesmo chato o Mengo em letra minúscula e os outros em caixa alta. Mas, como você bem me alertou uma vez, não somos flamenguistas, somos flamengos.E nunca duvide: estou sempre por aqui.Beijo,Digão

  34. >Há que se chamar a atenção para um detalhe importantíssimo, que não deixa dúvidas quanto à procedência da foto tirada pelo Edu e que ilustra tão bem este post. Ela realmente foi feita no Rio de Janeiro: o rapaz tem à sua frente um copo de Chá Matte Leão! Em que outra cidade do Brasil, que não a Maravilhosa, alguém consegue almoçar ingerindo chá de erva mate?

  35. >Mano Szegeri: modesto, você, como sempre. A constatação coletiva aponta para isso… O andarilho que foi parar na Mangueira, entre 40 e 50, é você, redivivo, responsável pela massa palmeirense no Rio de Janeiro. E como você andou (segundo disse) pelo Brasil todo, fecha-se o círculo da verdade… Você é o semeador da paixão palestrina em todo o país. Beijo.Gordo: quando é que você aparece de novo aqui, hein?! Abração, saudade sua.Digão: quem é a Carolina, querido? Beijo.Brunão: é que o restaurante é um natureba radicalíssimo! Beijo.

  36. >Edu,Como cliente antigo deste boteco, tomo a liberdade de postar entre esses grandes brasileiros que aqui estão. Eu, como palestrino fervoroso, devo informar que a ligação Palmeiras / Estação Primeira foi lindamente relatada pelo grande palestrino Jota Christianini aqui:http://terceiraviaverdao.blogspot.com/2008/02/estao-primeira-de-mangueira.htmlQuando fui ao Engenhão ver Botafogo x Palmeiras, foi comovente ver alguns irmãos cariocas perguntando se morávamos no Rio e dando o endereço de outro boteco, lá pelos lados de Copacabana, que também reúne palestrinos em dias de jogo. Camisas “Devotos de São Marcos – Rio de Janeiro” eram vistas ao borbotões.Abraço,Luiz.”Somos palmeirenses, sempre fomos!” – Dona Neuma

  37. >ATENÇÃO FLAVINHO. Site do jornal O Fluminense”: a PM de Niterói acaba de prender torcedores que trocavam tiros na Alameda São Boaventura. O clima no Fonseca é tenso. No Horto Florestal, a torcida do Fenerbahce fazia um churrasco de confraternização quando o local foi invadido por uma facção rival, ligada ao Galatasaray. Os dois times são da Turquia. Houve troca de tiros por mais de meia hora. Uma bala perdida acertou um torcedor húngaro que passava do outro lado do canal, comendo um italiano. Italiano é como o povo de Niterói chama o salgado conhecido do outro lado da baía como joelho. O hooligan magiar, que pertence também a uma gangue, a Fúria Ferenquina, foi socorrido por uma multidão de palmeirenses, inicialmente revoltada com a informação de que a vítima havia comido um italiano. Quando tudo ficou esclarecido, levaram o húngaro, que além de baleado levou muita porrada (“Fogo amigo é o caralho!”, berrava o húngaro, todo ensanguentado), para o Hospital Azevedo Lima. Os palmeirenses foram interrogados na 76ª DP e disseram que estavam a caminho do Parque Antártica, vindos de Jundiaí. O delegado, também fã do esporte, após declarar-se torcedor do Juventude, dispensou o grupo e anunciou que nas próximas horas, com retratos falados espalhados por toda a cidade, vai prender todos os turcos brigões.

  38. >Velhinho, a Carol você conheceu rapidamente no dia do meu aniversário, lá na Folha Seca. Não disse que quem vai à livraria do seu coração freqüenta o Buteco? Ela está meio chateada comigo pelo meu comentário, mas quero dizer em minha defesa que antes de conhecê-la eu não tinha nenhum motivo para gostar do tricolor paulista. Agora já estou até torcendo para ela encontrar logo uma camisa para vender pois estou saudoso, ela anda meio sumida e quero crer que seja por isso.Beijo, querido,Digão

  39. >Gente, o que é que o Dinda bebe?

  40. >PORRA! Queria saber o que o Edu anda bebendo para inventar essa multidão de palmeirenses no Rio. Só se for na Tijuca.

  41. >Olá Edu! Viajando a trabalho neste final de semana, passei pela Comunidade Quilombola do Camburi – Ubatuba. Trata-se da última praia do estado de São Paulo, que faz divisa com o Rio de Janeiro. E para minha grata surpresa, encontrei o Sr. Leonel (morador local) com o boné do Verdão. Postei a foto no meu blog. Dá uma espiada lá. Beijo.

  42. >Entre os quilombolas, então, estejam certos de que o Glorioso é absolutamente predominante, por lógica elementar. As fotos, Zé Sérgio, as fotos não mentem!

  43. >Edu, desculpe o atraso para vir aqui dizer a minha tese. O caso é que só há uma explicação: não é o número de palmeirenses no Rio de Janeiro que tem aumentado. É você que tem um azar do caraleo para encontrá-los, todos. Vá se benzer!Um beijão!(Leonor Macedo)

  44. >Leonor: fui me benzer, acredite. Tentei várias linhas – digamos assim.O pai de santo era palmeirense.Um pouco mais à frente, noutra casa, o babalaô tinha uma bandeira do Palmeiras estendida na janela.Fui tomar um passe: o médium estava com a camisa do Palmeiras por baixo do jaleco branco…E o padre, da Capuchinhos, também (a batina não cobria o escudo todo).Impressionante!Beijo.

  45. >Será pelo fato da torcida do Vasco ser unificada com o Verdão num momento em que o time carioca passa por um campeonato ruim?

  46. >Achei o seu blog procurando por Palmeiras RJ. Realmente, o número de palmeirenses aqui no Rio é imprecionante! E eu sou apenas mais um a exibir orgulhosamente o manto sagrado pelas ruas do Rio!Aliás, alguém conhece algum bar (de preferencia na Zona Sul) onde os palestrinos se reunem pra assistir aos jogos?Obrigado!!Parabens pelo POST!

  47. >Emerson: na zona sul? Não sei, não. Mas na zona norte, pertinho do Sambódromo, há um buteco na esquina da Frei Caneca que chega a estender bandeira e tudo. É impressionante. Um abraço, seja bem chegado.

  48. >Edu tenho um amigo que é fanatico pelo palmeiras e quero muito ajudar a ele.Ele me pediu que eu procurasse um bar em niterói ou no RJ que tivesse encontros de palmeirenses para ele poder ir assistir os jogos. Queria que você me desse o endereço de algum. , por favor me ajude. obrigado.

  49. >Engraçado…. sou Palmeirense de familia Palestrina.Gosto tanto do Rio como de São Paulo, e não sei o porque, mas gosto muito do America.Qdo viajo para a cidade maravilhosa levo meu estoque de camisas do Verdão.e qdo estou em casa sempre que é possivel uso com orgulho o manto sagrado do America FC Campeão dos campeões de 1982.Parabens pelo texto.

  50. Drt

    >Interessantissimo mesmo !ha anos venho observando. até informalmente, em reportagens no publico, nas regiões centrais já vi varias pessoas com a camisa do palmeiras. minha teoria é a seguinteo palmeiras é o clube menos 'paulista' dos grandes de sp.o spfc pelo nome, o corinthians é excessivamente mostrado pela midia de sp, o que aborrece os espectadores do rio, o santos era muito popular na epoca do pelé no rio, mas decaiu demais.o palmeiras sempre grandes jogadores cariocas no elenco – da guia, djalma dias pai e filho, zinho, cesar, edmundo. e agora luxa, diego souzaa cor da camisa verde e branca. nao tem correspondente com outro clube do rio de janeiro.muitos titulos, especialmente na era parmalatrealmente o palmeiras é o mais popular entre os cariocas.

  51. >Caro Edu,sou palmeirense no Rio de Janeiro e temos um grupo de quase 60 pessoas que se reunem em Botafogo para assistirmos juntos o jogo do glorioso palestra.Pode apostar que o número de paulistas que vem trabalhar aqui é grande, não é o meu caso, pois sou sergipano.Abraço!

  52. >Caro Edu,tenho ido ao Rio com certa frequência, fico em média 1 semana a cada 45 dias, sempre em um hotel no Flamengo. Da última vez, tinha que ir a uma feira em Macaé. Nessa viagem vi algumas camisas sendo usadas por garotos perto das zonas urbanas, normalmente a verde-limão. Outro dia tinha um rapaz numa das "Casas do Alemão" com a namorada e vestindo a camisa, cheguei perto do casal só para ouvir o sotaque, para minha surpresa o cara tinha um sotaque carioca bem forte. Tenho vergonha mas sempre tento tirar uma foto disfarçado.Saudações Palestrinas e parabéns pelo blog, muito legal!

  53. >Em viagens ao Rio, principalmente nas cidades do litoral fora da baixada Fluminense, já havia notado tal fenômeno, pensei que fosse apenas por sorte minha, mas pelo visto é realmente fato reincidente.Parabéns pelo post,CassianoPalmeirense de SP

  54. >Há algum tempo, eu ia muito ao Rio. Só vi uma camisa do VERDÃO uma única vez, num restaurante na Cobal de Botafogo. Acho que uma explicação possível para a popularidade do Palmeiras no Rio é o fato de ter vencido a Copa Rio em 1951, logo após o fracasso do Brasil na Copa do Mundo em pleno Maracanã. Foi uma lavada da alma nacional, valeu para todas as torcidas. A memória coletiva, porque a memória histórica é pouco divulgada, permanece. E viva o VERDÃO que, em homenagem ao Rio, hoje pega o Flu no Parque Antarctica. Estarei lá, de camisa nova.

  55. >Eduardo,Sou de SP, sócio e fanático pelo Alvi-verde, e recebi link se seu texto por email e gostaria de parabenizá-lo.A nossa torcida não se auto denominando “fiel” , “religião” ou coisa do gênero, e que precisa ir na televisão toda hora falar disso pra convencer os outros, e até a eles próprios desse papo furado. Nós sabemos nosso valor, e isso já nos basta!O número de blogs sobre o Palestra é insano (devemos der mais de 100)e a maioria deles é muito boa também !! Inclusive atingimos a própria diretoria do Clube…Segue o meu e de mais uns malucos…http://bianco.futblog.com.br/Grande Abraço

  56. >Caro Edu,Eu, palmeirense desde 1972, fiquei muito feliz em saber que no Rio há muitos palestrinos.Ainda terei a oportunidade de conhecer o Rio de Janeiro e, certamente, irei ao boteco em que se reunem os palestrinos.Abraço,marcelo rio preto.

  57. >Fala Edu. Muito legal o blog, tenho acompanhado há algumas semanas.Sou paulistano e palmeirense, e vou te contar a minha teoria:A torcida do Palmeiras é diferente das outras de sp. O sao-paulino é aquele torcedor arroz de festa, que só torce quando o time tá ganhando e não usa a camisa fora do estádio. O corintiano (eca) é o torcedor da massa, apaixonado pelo time e tal, mas ainda assim é muito restrito a sao paulo. Já o torcedor palmeirense tem uma relação diferente com o clube e com a camisa. O palestrino vem de família, sou palmeirense porque meu pai me ensinou a amar esse time e essa camisa. O Verdão amargou uma fila de muitos anos sem títulos, e ainda assim a gente usava a camisa na rua, como quem diz: Olha aqui, eu amo essas cores, e torço por elas mesmo sem nunca ter gritado "campeão". O palmeirense tem orgulho da sua origem, e faz questão de ostentar a camisa.Um dos motivos da popularização no Rio pode ser, também, o sucesso do time na década de 90. Em qualquer conversa de boteco, se você tentar listar os melhores times que viu jogar, aquele Palmeiras está presente. Grande blog, parabéns!AbraçãoDaniel Rodrigues

  58. >Ser Palestra é muito além dos limites imaginários de municípios, de estados, países , etc.Um Palmeirense sempre carrega consigo o orgulho de ser e exibir as cores Palestrinas

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  63. Izzo

    Edu, sou Palmeirense e existem algumas coisas que podem explicar esse fenômeno. Primeiro: O Palmeiras é a terceira maior torcida do Brasil. A Politíca criada pela direção do time do Jd. Leonor e suas alianças tentaram tirar do Palmeiras o posto de Principal rival do Corinthians. Na teoria eles dizem que já são a terceira maior torcida do Brasil, mas na prática isso não se confirma e o que acontece no Rio e no Nordeste é um exemplo disso. Segundo: Existe um fogo cruzado entre Flamenguistas e Corinthianos com relação a ser a maior torcida do Brasil. A torcida do Corinthians não é nada bem vista no Rio de Janeiro. Ou estou errado? Terceiro: Desculpem os São Paulinos fanáticos, mas a maioria dos torcedores do Jd. Leonor é modista e se concentra em SP. Era raro ver a camisa deles aqui de 1996 a 2005 e a concentração de camisas nas ruas vão diminuindo nesses ultimos 3 anos.

    Gostei de conhecer o site.
    Abraço.

    • Obrigado, Izzo. Quanto à torcida do Corinthians não ser bem vista no Rio… não sei. Sei que os tricolores até hoje não engolem (de vergonha) a história da invasão. Um abraço, volte sempre!

  64. Carlos

    Em minhas cercanias, diga-se Triângulo Mineiro, posso afirmar que Palmeiras também impera. Incrível como Uberlândia, Uberaba e até Araxá encontram-se camisas verdes pelas ruas e não é só em dia de vitória. Parabéns pelo site.

  65. Obede

    Com belos anos de atraso leio esse texto sobre o meu Palestra. Minha primeira explicação se faz no fato de sermos espertos e não perdemos a primeira oportunidade de fugirmos de Sampa para o Rio. Abraços e grande blog!

  66. JEFFERSON FERREIRA

    Esse fenômeno vem desde a conquista da Copa Rio de 1951 onde mais de 150 mil espectadores torciam para o Palmeiras contra a Juventus-ITA. Flamenguistas, vascaínos, tricolores, botafoguenses, etc, se uniram para dar um título mundial – como foi considerado à época – para o Brasil.

  67. Saandroo

    Como palmeirense, obviamente fico feliz com sua constatação e com seu blog mui aconchegante e gostoso de se ler. Eu sempre ouvi falar que o Palmeiras era o time paulista “mais simpático” aos olhos dos torcedores cariocas. A razão disso desconheço, mas vou com a opinião de alguns aqui de que quando o Palmeiras venceu a Copa Rio em 51 arrebatou muitos torcedores do Rio e a história ficou.

    Abraços

  68. Rafael Rastelli

    E quem explica a paixão e o amor?

    Não vem com títulos, com favores, com estádios ganhos…

    Sou do Paraná, do interior, juro, de minha casa até meu trabalho (entre uma cidade e outro, bem próximas, 20km), nunca fiquei um dia sem ver 1 camisa do parmera. Nunca.

  69. Marcio

    Viajo muito para o Paraná, nunca para Curitiba, sempre para o interior, e me pergunto sempre a mesma coisa, POR QUE TANTAS CAMISAS DO PALMEIRAS?? Lá nunca vejo as camisas dos times locais, nem em dias de jogos, mas do Palmeiras sempre!!! Deve ter alguma explicação…

  70. Fred

    Minha namorada morou no Rio durante um ano. Toda vez que eu ia para lá visitá-la, ficava contando as camisas também. Era impressionante! Muitas camisas do Verdão!

  71. Gutavo

    A gostosa da Piovani fez uma palmeirense no cinema. Será que é isso?

  72. Pingback: PALMEIRAS: UM FENÔMENO NO RIO « Divino, o blogue do Ademir

  73. Toki

    Talvez eu seja um dos de verde que o Edu veja por aqui! Palmeirense e perambulando pela Cidade Maravilhosa faz mais de 20 anos!

  74. Mauro

    Esse fenômeno é algo inexplicável… É a mais pura expressão do Orgulho Palmeirense, um sopro que cada esmeraldino recebe quando respira pela primeira vez! Onde quer que eu vá eu levo pelo menos um Manto Sagrado e o envergo com todo o respeito que ele merece!
    Parabéns pelo belo rebuscado texto e, como não poderia deixar de citar, pelos excelentes comentários. É bom conhecer um espaço bem frequentado! Cheguei aqui por um link que postaram no site http://www.3vv.com.br!

  75. adriano

    Eu moro aqui no Píaui, e é impressionante o tamanho da torcida do Palmeiras. Talvez só perca pra torcida do Flamengo e empatado com Vasco, por isso não estou surpreso com esse fenômeno no Rio.

  76. Doutor Natel, o presidente maroto

    A afinidade entre Palmeiras e Rio é óbvia. Ambos vivem de um passado glorioso, porque é doloroso demais ter de voltar os olhos para uma decadência que dura décadas. Enquanto o primeiro vive das sacoladas que aplicava no Spac e no Germânia e de títulos do tempo do Hermes da Fonseca, o segundo vive das lembranças do Cassino da Urca, Confeitaria Colombo, Fon-Fon, Machado de Assis andando compenetrado pelas ruas do Centro, dos tempos em que fora Capital. A boa notícia, para todos nós que gostamos da Guanabara, é que o Rio está dando a volta por cima. Já ao Palestra restará ficar ainda por muitos e muitos anos relembrando as sovas que aplicava no Germânia. Eis a minha praga.

    • Ô, Ricardo… o Rio não “está dando a volta por cima”. O Rio nunca se deixou abater, meu caro! Somos subversivos desde o berço!

      • Doutor Natel, o presidente maroto

        Só tenho palavras bonitas para o Rio de Janeiro. Agora, curioso foi a Adidas relançar a camisa dos anos 80, que foi vestida por Aragonez, Ditinho, Buião, Reinaldo Xavier, Benazzi e por aí afora.

    • Lucas Dr. Sin

      Prezada viúva de Natel, relembrar é viver. Períodos turbulentos acontecem nas histórias de clubes imensos com torcedores de verdade, como é o caso do Palmeiras. O Palmeiras é grande desde sua fundação como Palestra. E não à toa é campeão do século, pois tem grandes conquistas permeando toda nossa história. Mas o mais importante é que nossa torcida não depende de títulos e modismos, de ações escusas e de afirmação constante na mídia patrocinada. Somos torcedores apaixonados de fato, e não “fã clube” como os simpatizantes pelo time de Jardim Leonor. Que aliás, já tem 3 anos sem ganhar nada. Período que se estenderá e que com certeza minará cada vez mais o número de “torcedores”, que só se interessam quando o time está por cima. Eis a minha praga.

  77. Muito bom o post e ainda há quem duvide que o Palmeiras é um time de massa. Um salve para todos os palestrinos cariocas.

    Forza Palestra!

  78. Caro Edu, li com atenção seu belo texto. Primeiro porque me foi passado por um mano (veja bem que disse mano não porque somos filhos da mesma mãe mas porque chamar os outros de mano é coisa típica de corinthianos) que é um palmeirense militante. Segundo porque temos (nós, corinthianos) uma relação especial com o Rio por conta da invasão de 76 (da qual me orgulho de ter no curriculum) e seu texto foi prendendo minha atenção na esperança de que, lá na frente, eu fosse ler que era incrível que os palmeirenses igualassem ou chegassem perto do número de pessoas com a camisa do Timão.
    Confesso que estou arrasado. De fato, o Palmeiras vem se tornando, pouco a pouco, aquele Coringão Maloqueiro e Sofredor (que agora parece ter acertado a Mega Sena) e que quanto mais apanha mais é amado. Não bastasse ocupar este espaço ainda invade o Rio de Janeiro?
    Tô quase mudando de time…

    • Luís: a única camisa do Corinthians que há na Tijuca é minha, presente que me foi dado (duas, aliás) por uma corinthiana que você, possivelmente, ao menos de nome conhece: Leonor Macedo. Na Tijuca, meu nobre (Maracanã, Vila Isabel, Andaraí, Grajaú e adjacências), só dá Palmeiras mesmo!

  79. Pingback: Não Tem Explicação!? «

  80. Maluquinho

    Nao vou ser hipócrita. Vim aqui pra ler o que você escreveu do Palmeiras. E até tomei a liberdade de indicar o link e destacar uns trechos lá no meu blog, dedicado exclusivamente ao Palestra! Mas confesso que voltarei mais vezes. Muito bom não só o texto, mas a defesa dos argumentos nos comentários. Merece ser lido.

  81. Ricardo Orichowski Vespa

    Sei que o lance é o fenômeno no rio, mas digo que isso ocorre em todos lugares que já passei. Em 2008, por coincidência, na Bolívia, a unica camisa de clube grande brasileiro que vi vestindo seres humanos daquelas bandas foi do Palmeiras, exceto uma do Sport Recife, até o simbolo do Palestra pichado na quarta ou quinta estação do “trem da morte” que sai de Puerto Quijarro.

  82. Marcos

    Caro, bacana conhecer seu blog. Vou favoritar!

    Acho que é uma soma de fatores.. o tal causo da Mangueira com certeza é um deles. Acho que o Internacional Interclubes de 51 também ajudou muito a criar uma simpatia, já que fazia apenas um ano que os brasileiros, especialmente os cariocas, sentiam as dores do Maracanazzo. Esse título foi arrebatador para todos.. na narração da partida é possível ouvir ao fim um enorme coro gritando Palmeiras Palmeiras…

    Além disso o Palmeiras é muito maior do que a imprensa contemporânea mostra. Muito maior mesmo, tanto é que apesar da seca de títulos estamos no topo do ranking da CBF. A imprensa paulista dá um tratamento muito desrespeitoso ao Palmeiras e ao seu torcedor, nos tratam como se fossemos coadjuvantes e só apontam nossos defeitos, mascarando as notícias negativas de Corinthians e SPFC. Mas a história é tão grande que engole esses jornalistas.. Entretanto temos que voltar a ganhar títulos pra não deixar ela morrer..

  83. Obrigado!! Qualquer torcedor do Palmeiras sai daqui emocionado! Abrass

    Posso divulgar seu texto e o blog né?

  84. Emerson Diego Ernandes da Silva

    Cara creio e acredito com os olhos cheios de lágrimas de tanto dar risada com está história que vós nos conta, gostaria de mostrar isto aos meus amigos e colegas de trabalho.. Seria possível me mandar este link ao meu email particular. Sr, pode ter certeza se as tuas, histórias forem tão empolgante e mais tão alegres assim você não irá ganhar mais um leitor e sim milhões e centenas de leitores… Abraço

  85. Emerson Diego Ernandes da Silva

    Muito boa a sua história! Aqui em casa todos torcem para o Palmeiras e chega às vezes de dar até briga, por exemplo: alguém chega e pergunta – Pra que time você torce? Uns respondem Palmeiras, já outros puxando com o meu coro dizem: – Que Palmeiras, que nada, é Palestra, menino, Palestra! Vamos direto na raiz, na nossa força maior força! Palmeiras quer dizer Palestra.

  86. Pierre/Osasco - Palmeirense desde criancinha.

    Edu, seu buteco é ótimo, muito “gente fina”, vim aqui para conhecer esta história de ter muitos paletrinos no RJ.
    O Palmeiras tem torcida em todos os lugares, só ver os jogos no nordeste, tem muita gente lá tambem.
    De qualquer forma quando for ao RJ irei neste bar alimentar a massa de torcedores.

  87. Lucas Dr. Sin

    Eduardo, que belo e emocionante texto. Meu irmão me recomendou que eu lesse e realmente valeu a pena. Há inúmeras bons argumentos para explicar o fenômeno. E o mais legal de ver são alguns corinthianos e são-paulinos nos comentários se doendo, tentando combater e desqualificar os fatos. Com certeza este texto alegrou muito minha semana. Saudações palestrinas e parabéns.

  88. alex

    O Palmeiras foi meu primeiro amor, desde muito pequeno me apeguei a este clube que passava por uma fila sem ganhar títulos. Mas via naquele time, naquela camisa, naquele povo um sentimento sem igual. Minha familia sempre foi 90% palmeirense, mas ninguem me obrigou a ser torcedor do Palmeiras. Fui eu que escolhi não torcer, mas sim amar este clube! Meu caráter, minhas ideologias giram em torno deste clube que eu simplesmente não vivo sem ele.
    A cada vitória e títulos, tenho mais orgulho de ser palmeirense, mas a cada derrota e a cada desclassificação vexatória ( muitas nesses últimos anos ) a Paixão só aumenta. AQUI É PALMEIRAS, PORQUE NASCEMOS VERDADEIROS E ASSIM CONTINUAREMOS

  89. Os palmeirenses não aguentam mais ser motivo de chacota dos rivais em SP, estão se mudando para o RJ para ter um pouco de sossego… rs

  90. Guilherme Azevedo

    Isso se deve porque sempre fomos assim, lado B (apesar de sermos a 3a maior torcida do país), contra tudo e contra todos, imprensa, policia e rivais… Nos momentos de adversidade e dificuldade é que vestimos nosso manto com orgulho, naturalmente, sem precisar de campanhas da imprensa… DIGNIDADE, UNIÃO E GLÓRIAS.

  91. Guilherme Azevedo

    Seu texto caiu como uma luva, porque há cerca de 1 mês eu vinha questionando isso aqui em SC, coisa de ver 4 camisas em 10 minutos na rua, depois de uma derrota… Até meus amigos que não são palmeirenses, comentaram que é uma praga, me mandam SMS dizendo quantos viram em meia hora. É O TSUNAMI VERDE.

  92. Fui ao Rio em 2010 (acho eu) ver Palmeiras e Flu no Maraca. Quando o Murici era nosso técnico. Havia mais de 65 mil pessoas, mas tinha bastante espaço vazio. Estádio gigante. A nossa torcida ocupava a parte inferior do estádio. Este espaço começava um pouco antes do gol e terminava um pouco antes da outra grande área. Todas as fileiras estavam cheias e as de trás, por conta do sol, estavam lotadas. Não conheço o estádio, mas diria que havia mais de 10 mil palestrinos.

    • Ricardo

      Eu também estava nesse jogo, Marcelo. Nesse dia a PM demorou mais de uma hora pra ampliar nosso espaço!

      • Marcos

        É um absurdo como a PM ferra com o espetáculo sempre que pode.

        Isso é culpa também dos administradores dos estádios.. Mas pela recorrência imagino que seja mais culpa da PM que da administração..

        É inaceitável a PM estragar a alegria e um investimento financeiro sério para muitas pessoas.. absurdo!

    • Ramiro Vieira

      Foi em 2009… eu estava lá.

    • Toki

      Eu também estava lá…

  93. Ramiro Vieira

    O Rio é alvi-verde, ao contrário do que muita gente pensa há muitos palestrinos cariocas e fora os que vem de outros estados. Você não é o único a perceber isso, vejo isso há muito tempo e faço parte dessa nação alvi-verde carioca! Torcida do Palmeiras a quinta maior do Rio. Cuidado Flu e Bota, estamos chegando.

  94. Rodrigo

    Nao é só no Rio, em SP todo dia se vê alguém com a camisa do Palmeiras, é com certeza a mais vista, porque é melhor? Não, mas porque os palmeirenses se orgulham de torcerem pelo Palmeiras, ao contrário de muitas torcidas que só apoiam o time em grandes fases. A segunda mais vista é a do Corinthians e a terceira é a do Santos, mas ainda assim é bem dificil ver, a do SP é coisa muito rara. Outra coisa, e acho que esse seja o motivo, é muito dificil ver um palmeirense que nao acompanhe o time, não saiba dos jogos, dos jogadores, já outros times, principalmente Corinthians, é comum ver pessoas que torcem porque pai, irmão, namorado torce. Corinthians pode ter a maior torcida, SP pode ter um evento anual na Paulista, Santos pode ser o time herdeiro do Rei Pelé, mas nós somos a torcida mais apaixonada e mais orgulhosa do time pelo qual torcemos!

  95. Jonathas

    Eu moro no Pará… e vejo camisas alvi-verdes todos os dias!!!

  96. Olá Edu, sou corinthiano e pelo menos uma vez por ano visito o Rio a passeio, tenho que concordar contigo, pois é fato! Dos times paulistas as camisas do Palmeiras são as que vejo com mais frequência, vejo muitas do Corinthians, algumas do Santos, quase nenhuma do São Paulo e muitas do Palmeiras, não sei explicar o que acontece, pois “teoricamente”, o Palmeiras não tem ligação com as origens de nenhum dos grandes de lá, apesar da aproximação existente entre as torcidas organizadas do Vasco com a do Palmeiras, mas não sei se isso seria suficiente para o grande número de camisas verdes pelas ruas e pontos turísticos da Cidade Maravilhosa. Sou paulistano e corinthiano com TH, mas devo citar minha tamanha surpresa, quando lá no Cristo Redentor vi dois palmeirenses, um com a camisa azul e outro com a tradicional verde, pensava eu que seria o único representante paulista lá nas alturas, com o manto sagrado alvinegro, fiz questão que me vissem, tanto que um deles puxou conversa comigo e também surpreso disparou “pelo menos aqui temos mais torcida que vocês”, enfim, caro Edu, é um dado curioso, que eu também já havia percebido, me parece que você mora aí no Rio, então terá mais tempo e condições de estudar esta questão, da admiração carioca pelo clube paulista que ultimamente é aquele que faz menos sucesso dentro dos gramados do país, um abraço, parabéns pelo blog e quando puder visite também o meu blog, nele eu procuro abordar o tema central da minha vida, o Corinthians, mas sempre cito os outros grandes clubes do país também!

  97. Lucas

    Perfeito!!!
    O Rio é verde!!

  98. Renato Rock

    Meu caro Flamengo Edu !!!

    Primeiramente, queria lhe agradecer, por estas palavras, e mais surpreso ainda por vc estar falando do RJ, cidade que tem grandes, enormes clubes, onde é dificil, existirem torcedores de outros clubes de fora do Estado, surpreso e ao mesmo tempo emocionado de ver como o Palmeiras mantém seu gigantismo, com tantos diretores e presidentes que tentaram diminui-lo, mas é mais ou menos o que falaram ai, o PALMEIRENSE NASCE, predestinado ao amor do clube, que nos dá em troca, a paixão descabida dentro do nosso peito !!!

    Esta favoritado e mais uma vez obrigado pelo tão bello texto !!!

  99. Thiago Acosta

    Eu cuidadosamente li seu texto achei maravilhoso e digo mais … não só no Rio de Janeiro mas no Nordeste Brasileiro em peso existem muitos palmeirenses, espanta me saber por meios de comunicação que nossa torcida é só a 4ª no Brasil sendo que em muitos estados e cidades somos quase a segunda torcida … mas isso é tema para outra coluna sua e outra matéria .. quando viajo vejo muito torcedores palestrinos também e sei que é verídica sua informação … ta ai ate no Japão temos uma sub sede com muitos torcedores, EUA e ate na Africa diga se de passagem rs gabamos por ser um Time de muitos povos rs …

    Ei Palmeiras minha vida é vc !! eeeeee !!..

  100. Eli

    Edu, você escreveu este texto em 2088. Veja o que o Fabio Tatu e o Palmeiras fizeram. Acho que já é o mais lido dos seus textos. Abraços verdes. Eli

  101. Viviane

    Parabéns pelo texto… Espero eu, um dia, desfilar pela Cidade Maravilhosa vestindo o Manto Alvi-Verde Imponente!!
    Saudações Palestrinas!
    Abraço 😉

  102. Pingback: PALMEIRAS: UM FENÔMENO NO RIO « Divino, o blogue do Ademir

  103. Luiz H.

    Ótimo texto, cara! Aqui no interior do estado de São Paulo se você contar camisa do Palmeiras você perde o dia inteiro, metade tem descendência italiana, é muita gente! E um dos maiores motivos do amor pelo Palmeiras ser forte, é porque só nós sabemos o quanto somos perseguidos, parceiro.

  104. Bom dia, o Palmeiras é forte aqui no Rio porque a torcida do Vasco e do Palmeiras são uma só; quem torce pelo Vasco normalmente é Palmeiras.

  105. Pingback: Camisa do Palmeiras: use sem dó

  106. Bruno Cerboncini

    Fenômeno similar acomete a cidade de Belém-PA, em que camisas do Alviverde Imponente são vistas aos montes pelo Ver-o-Peso, Cidade Nova, Doca de Souza Franco, chegando até os limites de Benevides e Ananindeua. Indubitavelmente houve participação de meu palestrino pai para a ocorrência dessa onda esmeralda pela região Norte do país. Forte abraço, e muito belo blog.

  107. DouglasPaulistano

    “(…) torcida que canta e vibra
    por nosso Alvi-Verde inteiro
    que sabe ser B r a s i l e i r o
    ostentando a sua fibra.”

  108. Cara, isso nao eh soh no rio nao! Todo lugar tem!

  109. A torcida do Palmeiras não é modinha, belo post.

  110. Abraão Cardozo

    Antes de qualquer coisa, para bens pelo post, muito bom.
    Independente da fase pela qual está passando agora, o palmeiras é um time de historia e de tradição. É bom ver que ainda existam torcedores que sabem admirar outros times e outras torcidas.

  111. PALMEIRAS não é MODINHA meu amigo, PALMEIRAS É TRADIÇÃO… É AMOR, É PAIXÃO A UM CLUBE QUE TEM HISTORIA… É uma ALMA ALVIVERDE que envolve quem torce pra esse time não importa aonde ele esteja… Uma pena que péssimos presidentes tenham feito isso com o PALMEIRAS, mas o TIME, A MARCA, A ALMA PALMEIRAS ninguem nunca vai destruir

  112. Enrico

    Tenho constatado isso tbm aqui em São Luís, têm até torcida organizada, Tup, onde ando vejo camisas do Verdão, por isso fico puto da diretoria ñ ter capacidade de explorar esses mercados!!!

  113. Bruna

    Morando bem longe daí também noto mais pessoas com o manto do que até de outros times de torcida maior. É orgulho demais, eu diria. Mas talvez também sejam só os nossos olhos de lince atraídos pela camisa do verdão e não notamos mais nenhuma outra ;P

  114. Fiquei orgulhoso….sou gaúcho e palmeirense fanático…moro em sp a 20 anos….primeira coisa que fiz…virar sócio…..estamos limpando Conselho…eleições direta em 2014…..Nova Arena melhor da América do sul….vai ser maior clube em patrimônio do Brasil…..e voltar a vencer!!!não é modinha!!!

  115. Ser Palmeirense não é para qualquer um, alguns o escolhe por côr da camisa, vindos de outros países, outros por herança de avô, pai, etc… sou daqui de São Paulo, moro inclusive à 1 km do Palestra na Pompéia, me credencia sem duvida á torcer pelo Alviverde Imponente, ainda mais por meu Italiano Avô ter chegada na década de 20 aqui no Brasil, e logo se instalar na Vila Romana, vizinha da Pompéia, e dai para meu pai, de meu pai para mim e eu para meus filhos. Mas o que me impressiona, são os torcedores de longe do Palestra, seja aonde for, terem o mesmo amor que nós aqui da capital temos, sou do grupo Academia, o grupo do Paulo Nobre, e ja dei idéias de nosso marketing atuar mais firmemente no Norte, Nordeste, Centro-Oeste, e Sul do Pais, levando caravanas, com produtos oficiais do Palmeiras à preços menores, nossa torcida é muito maior do que apregoam nessas estatisticas !!!!
    “NOSSO AMOR PELO PALMEIRAS NÃO TEM DIVISÃO !!!

  116. Wilson Saldanha

    Estive recentemente no Rio e voltei exatamente com esta impressão, não fosse a praia teria certeza de estar andando pelo entorno do Parque Antártica tamanho o número de Palmeirenses, levei é claro o meu manto o qual levo para todo lado, no primeiro dia confesso fiquei com certo receio de usa-lo mas depois de ver o que vi coloquei com a maior tranquilidade e não tive receio algum de pensarem “Lá vai o paulista folgado” afinal tem tanto carioca palmeirense que não teriam como saber se sou paulista ou não.

  117. A minha tese é que o Palmeiras é o clube com menos sinais de ser ‘de outro estado’. O SPFC e o Corintians ‘Paulista’ carregam isso no proprio nome, no distintivo e nas cores.

    Alem do mais o Palmeiras é verde e branco, uma cor inédita nos clubes da cidade do Rio de Janeiro, não se confundindo com ‘alvi negros’ ou ‘tricolores’.

    Outro fato que o Palmeiras teve muitos jogadores do Rio como seus ídolos. Desde do astro maior o Ademir da Guia de Bangu, antes o Jair Rosa Pinto, e Zinho, Edmundo, Djalminha, Vagner Bacharel, Cesar Maluco, Vagner Love, Diego Souza. Pena que paramos de ter cariocas no elenco (talvez explique a atual decadencia rssss).

    Seria interessante ter uma sub-sede do clube no Rio, pelo interesse local e por ser visitada por turistas.

  118. Artur Verdão

    Isso é verdade, eu trabalho com caminhão e constantemente vou ao Rio e lá eu sempre vejo muitas camisas do Palmeiras muito mais do q os rivais.Eu sempre estou com a minha tb e é muito legal. Outro dia tinha um menino no farol fazendo malabares com a camisa verde limão!! São muitos PALMEIRENSES no Rio e em outros estados tb!

    • Renato Rock

      MAS HOJE ARTUR, É ANIVERSÁRIO DO NOSSO PALMEIRAS 99 ANOS DE GLÓRIAS =, O MAIOR VENCEDOR DO BRASIL !!!

      Te amar é poder gritar seu nome aos 4 cantos, e nunca me calar Te amar é estar com você nos bons momentos e jamais te abandonar nos momentos difíceis Te amar é não precisar explicar, pois esse amor é inexplicável Te amar é poder passar esse amor de geração a geração, sabendo que esse amor não tem fim. Te amar é lutar para te ver sempre bem, usando a melhor arma, que é o próprio amor que tenho por você Palmeiras Te amar é ter limites no site para dizer o quanto TE AMO, mas saber que na vida real esse amor não tem limites Te amar é poder vir a público e dizer TE AMO MEU PALMEIRAS !

  119. Gostei da história e da forma como foi contada.
    Costumeiramente, brinco com meu irmão mais novo (ele são paulino e eu palmeirense), de realizar uma contagem das camisas que vemos pelas ruas, quando estamos juntos.
    Então, começamos a contar cada cidadão com uma camisa de time de futebol. Ao final, quando chegamos em casa, tiramos nossas conclusões (ex: Hoje, foram 7 camisas do Palmeiras, 4 do São Paulo, 1 do Santos, 2 do Flamengo, 1 do Vasco. Logo, concluímos: O Palmeiras joga hoje e está em ascensão. É por isso.) E fazemos isso com todos os times.
    Morei no RJ (Barra da Tijuca), por 2 anos, e tive a oportunidade de fazer esta “brincadeira”, sozinho. Mas todos os dias, eu ligava para meu irmão visando apurar os dados obtidos (quantidade de camisas, vistas nas ruas).
    Logo posso dizer que vi muitos, muitos palmeirenses, mesmo, aí no RJ. Bem como, vi muitos são paulinos.
    Obviamente que a comparação com os times daí era impossível, mas, por estar fora do estado, achava um número abusivo de palestrinos.
    Em conversa com um colega de trabalho aí no RJ (ele natural de Recife-PE), me disse que era uma praga. A qual já havia se espalhado por sua cidade natal e ainda haviam resquícios em vários estados brasileiros, inclusive o RJ: A Era Parmalat!
    Concordei, descordando!
    Mas, valeu a sua idéia, Eduardo Goldenberg, de elucidar o fato e publicá-lo para que, sendo herança ou não da Parmalat, temos uma grande e honrosa torcida, espalhada pelo país a fora.
    Valeu cara!
    #Palmeiras99Anos
    #ParabénsPalmeiras

  120. AGORA É OFICIAL. PESQUISA DO GOOGLE REVELA QUE O PALMEIRAS , 3ª TORCIDA DO RIO DE JANEIRO (OU PRÓXIMO DISSO).

    http://www.lancenet.com.br/minuto/Pesquisa-Google-Flamengo-procurado-RJ_0_1308469184.html

  121. Alessandra Malta

    Palmeirense é igual chinês vai dominar o mundo…kkkkkkk…parabéns pelo texto…

  122. Bruno Valle

    Edu, quero parabenizá-lo pelo texto e dizer que sim o Palmeiras é uma realidade no rio de janeiro.
    Além da Mancha-rio, temos uma apaixonada e crescente torcida ( PALMEIRAS – RJ
    Deixo o convite, quando quiser ou puder acompanhar um jogo com a gente, na nossa casa palestina aqui no rio o Terraço Verde.
    Grande abraço e parabéns

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