MESA FORTE

Um sábado com direito a fortes emoções e fortíssima chuva adiando o fim da noite.

Marcelo Vidal, Fernando Szegeri, Isaac Goldenberg, Felipe Quintans (o Felipinho Cereal) e Luiz Antonio Simas, QUITANDA ABRONHENSE, na Tijuca, 27 de setembro de 2008, 15h29min
Fernando Szegeri, Fernando Goldenberg e Isaac Goldenberg, QUITANDA ABRONHENSE, na Tijuca, 27 de setembro de 2008, 15h43min
Fernando Szegeri e Felipe Quintans (o Felipinho Cereal), ESCONDIDINHO DA MATOSO, Tijuca, 27 de setembro de 2008, 17h03min
Fernando Szegeri, Luiz Antonio Simas e José Sergio Rocha, BAR DO CHICO, na Tijuca, 27 de setembro de 2008, 20h36min
Fernando Szegeri e Luiz Antonio Simas, BAR DO CHICO, na Tijuca, 27 de setembro de 2008, 20h36min

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3 Comentários

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3 Respostas para “MESA FORTE

  1. As duas últimas fotos estão maravilhosas, parecem até pinturas. E o engraçado é constatar que o Zé Sérgio continua com sua obsessão por ovos.

  2. Olha, Brunão, de fato parecem pinturas, mesmo. De dentro do balcão – com a intimidade que só os anos de balcão permitem -, fui feliz. Chovia torrencialmente – não era brinquedo, não, a chuva rugia, malandro, com pingos grossos, barulhenta, gelada -, e nós cinco (éramos cinco, a essa altura) conversávamos, nessa altura, sobre sambas-enredo. Na primeira foto vê-se, no canto à esquerda, a mão do Eli, parceiro e amigo do Zé Sergio, segurando também um ovo cozido (batemos uma dúzia de ovos, eu acho). Note os cálices com limãozinho da casa (o Szegeri disse, com a sobriedade que o caracteriza, que foi o melhor limãozinho que ele já bebeu na vida). E a cortina d´água perto do foco de luz que vem do alto. E na segunda foto, meu caro, para que eu mantenha minha fama de preciso do início ao fim, flagrei o momento em que o nosso Simas cantava: “E desde então o baticum não quer parar… Zambê, zabumba, ilu-abá… Angoma, tumba, candongueiro.. Batá-cotô no meu terreiro…” Quando ele cantou o cotô, sentei o dedo na câmera! Sacou? Beijo e obrigado!

  3. Lindo, querido! Preciso do início ao fim, como sempre. E, olha, eu tinha certeza absoluta que o Simas fora flagrado no meio de um samba-enredo. Mas se você não me diz qual era o samba, eu teria chutado – a julgar pela chuva torrencial ao fundo – que ele cantava aquele samba que ele fez para Iansã!

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