>O MATOSO QUE DÁ NOME À RUA

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Meu dileto amigo e vizinho, com quem divido a paixão pela Tijuca e adjacências, arredores que nos encantam a alma, o queridíssimo Felipinho Cereal, o bardo da Barão de Sertório que conhece a Tijuca como às mais invisíveis ranhuras da palma de sua minúscula mão, e que a partir de amanhã explorará, comigo, a rua do Matoso (como lhes contei aqui), nos dá, hoje, mais uma lição em seu BOEMIA & NOSTALGIA. Revela-nos, o Felipinho, quem foi Eusébio de Queirós Coutinho Matoso da Câmara, que deu nome à rua do Matoso, alvo de nossa expedição de amanhã (não vejo a hora!, não vejo a hora!), que dará início à saga RUA DO MATOSO – A SÉRIE. Leiam aqui.

Até.

2 Comentários

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2 Respostas para “>O MATOSO QUE DÁ NOME À RUA

  1. >Ensina-nos o professor Alberto da Costa e Silva que o homem era angolano e que depois de eleito para as Cortes Gerais portuguesas aderiu a causa de independência do Brasil e não seguiu viagem para Lisboa, ficando por essas bandas junto com outro angolano, Fernando Martins do Amaral Gurgel Silva.Como é conhecido pela lei Eusébio de Queirós, de 1850, jamais supus que a rua do Matoso fosse homenagem ao homem. Taí mais m mistério tijucano.Abraço!

  2. >Pra você ver, Diego, o que está ainda escondido nos recônditos tijucanos. Assim como o Brasil, meu velho, a Tijuca não é para principiantes. Sorte a nossa, que vivemos aqui. Abração.

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