>O MEU PAI E O HELION

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Tá bonito de ver (de ler, na verdade…) o diálogo que vem sendo travado entre meu velho e amado pai, Isaac Goldenberg, e meu querido Helion Póvoa, a sabedoria em pessoa, nos comentários ao texto MAIS SOBRE A TIJUCA, que pode ser lido aqui e que foi publicado em 27 de maio de 2008. O troço começou com uma provocação do Helion sobre cinemas extintos no glorioso bairro da zona norte, resvalou sobre a arquitetura art-decò predominante numa escondida rua tijucana, num desafio feito pelo próprio Helion, e que eu matei!, e daí meu pai abriu o bico no balcão imaginário, tirou conhecimento de dentro de sua memória prodigiosa, e os dois estão num papo desses de admirar.

Vou – como já disse a eles – armar, assim que for possível, uma cerveja com os dois.

Sentar-me-ei diante dos dois, sorverei aquela cultura tijucana-zona-norte que há de pingar das bordas da mesa e estou pensando até – pode dar certo! – em chamar gente pra assistir ao espetáculo!

Acompanhem lá!

Até.

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10 Respostas para “>O MEU PAI E O HELION

  1. >Nos botecos da vida, o que há de melhor, como se sabe, é o bate-papo entre pessoas inteligentes/interessantes. Se ele não existisse, o mundo seria constituído por abstêmios, e, naturalmente, seria um porre (com o perdão do trocadilho)!

  2. >Autorizei, excepcionalmente, o comentário de um anônimo em razão do brilhantismo do que foi lançado! De toda forma… identifique-se, pô!

  3. >Eduardo, moradora da Tijuca desde que me entendo por gente, não pude resistir em recomendar a torta de côco da Pituchinha e os salgados deliciosos, lojinha pequenininha, em frente à antiga padaria Regina.Obs.: nunca comentei em nenhum blogue, me atrapalho com máquinas, mas minha irmã recomendou o blogue dizendo que se eu desejasse argumentos fortes para usar contra a mania do maridão em sair da Tijuca, deveria dar uma passada por aqui. E, que bela surpresa, entro aqui justamente na semana de intensa louvação ao bairro. Um abraço!

  4. >Sonia: seja bem chegada! É um tremendo prazer recebê-la aqui, creia firmemente nisso! E qual o tijucano que não tem adoração pelas tortas, doces e salgados da Pituchinha????? Ali, na Campos Sales, hoje ao lado de um posto de gasolina devastado, a brava Pituchinha resiste!!!Agora… me permita…01) quem é sua irmã? Ela é leitora do BUTECO faz tempo?;02) se você tiver paciência, leia mais o blog que você descobrirá o quanto falo bem do melhor bairro do Rio de Janeiro!;03) espero que você tenha êxito quanto a seu marido… Leve-o, amanhã, a um desses passeios!!!!!Um beijo.

  5. >Velha Pituchinha ao lado da ex-garagem/agencia do famoso cardoso , bom portugues que vendia os melhores carros usados da cidade.

  6. >Eduardo, meu marido gosta da Tijuca, o problema é que ele teve duas experiências péssimas por aqui, daí essa idéia de sair. Conhecemos muitos lugares citados por você. Temos um filho de três anos e muitos finais de semana vamos com ele à “pracinha dos bodinhos”(Xavier de Brito). Enquanto ele se esbalda no parquinho, nós beliscamos uns petiscos e bebemos um chopinho gelado, pois ninguém é de ferro.A minha irmã se chama Olga. Não sei há quanto tempo ela visita o blogue. Sei que há alguns dias comi a carne assada com douradas do Rio-Brasília e ela me falou que tinha pego a indicação aqui e recomendou a visita. Bom, agradeço o carinho.

  7. >Olá, Sônia, se “experiências péssimas” for assalto, posso contar as minhas. Na Tijuca e – principalmente – fora da Tijuca!Olha, espero que você passe a ler o BUTECO com freqüência; espero que seu marido mude de idéia para que o filhote de vocês, com 3 anos ainda, cresça no melhor bairro da cidade; e espero, por fim, que você tenha gostado da carne assada com coradas do Rio-Brasília, meu buteco de fé.Um beijo, volte sempre!

  8. >Edu, metendo o bedelho onde não fui chamado – e longe de mim querer dar qualquer lição de moral na Sonia, até porque não sei quais foram estas “experiências ruins” -, quero apenas registrar que conheci uma moça, aqui de Campinas, que foi pela primeira vez ao Rio de Janeiro no ano passado. Ela foi morrendo de medo. A família armou uma verdadeira operação de guerra para garantir sua proteção em terras cariocas. Só faltou implantar chip debaixo da pele para ser localizada via satélite, em caso de seqüestro. A moça foi para se divertir e não conseguiu relaxar durante os sete dias em que esteve na Cidade Maravilhosa. No, entanto, nada lhe aconteceu. Nada. A ironia da história é a seguinte: assim que chegou em Campinas e desembarcou na rodoviária, foi assaltada na esquina, enquanto aguardava um táxi. Levaram a carteira, a mala, a máquina fotográfica com as fotos. Enfim…

  9. >Velha Padaria Regina ( Ed. Ibituruna) e ao lado melhor boteco do chopinho. Do outro lado a Casa da Banha.joao

  10. >Issac, o nome da ex-garagem/agência era “Lorde”. Meu pai era viciado em Corcel II, e comprou uns dois ou três ali.bjs.

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