>CHEGA DE SAUDADE

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Fui ao cinema, ontem, depois de 150 anos, com minha Sorriso Maracanã. Como minhas últimas experiências foram entre o América e o Carioca, na Praça Saens Peña, o programa assumiu contornos ainda mais espetaculares já que fomos a um tal de KINOPLEX, no Shopping Tijuca, cinema com lugar marcado, cadeiras confortabilíssimas e uma pipoca a proibitivos R$8,00, um pouco mais barato que o preço do ingresso e o equivalente a uns quatro quilos de milho para pipoca (convencional, não a detestável para preparo no microondas) no Mundial da rua do Matoso.

Feito o intróito, vamos em frente.

Não tenho e não terei, aqui, a pretensão de escrever qualquer espécie de resenha sobre o filme que fomos ver – CHEGA DE SAUDADE, da diretora paulista Laís Bodanzky – eis que me faltam o domínio da técnica para tal e mesmo bagagem cinematográfica. Razão pela qual seguirei, como é rotina no balcão, pelos trilhos da emoção – pura e simples.

Penso que o filme, que é brasileiríssimo, custou muito pouco. Todo ele se passa no Clube União Fraterna, no bairro paulistano da Lapa (alô, Szegeri!), único cenário da história, e que no filme chama-se, é claro, Clube Chega de Saudade.

Passa-se no salão do clube, durante um baile, num desses bailões de salão, à moda antiga, onde quem desfila, a bem da verdade, é o Brasil. Eu disse, com os olhos ligeiramente marejados enquanto descia as escadas atapetadas do cinema:

– Quem não gostou do que viu, não gosta do Brasil!

Tive as mãos afagadas por uma velhinha, na casa dos 80, que me disse:

– É isso…

A história gira em torno dos pequenos dramas dos personagens, como o casal Alice (Tônia Carrero em comovidíssima atuação) e Álvaro (Leonardo Villar, idem, idem, idem!), casal cheio de manias e de mágoas, mas também cheio de carinho e de intensa ternura.

Leonardo Villar em foto de divulgação do filme CHEGA DE SAUDADE

Gira em torno da jovem Bel (Maria Flor), namorada de Marquinhos (Paulo Vilhena), responsável pelos equipamentos de som do clube, e que se deixa levar pela lábia do típico malandro de salão, Eudes (Stepan Nercessian), para desespero de sua mulher, Marici (Cássia Kiss, a grande atuação do filme!), e também de seu namorado, ciumentíssimo.

Há ainda Elza (Betty Faria) e seu sofrimento pelo abandono e pela sensação de declínio, mulheres que amam homens casados e homens casados com amantes em volta, uma mulher rica, Rita (Clarisse Abujamra), que vai ao baile movida pelo tesão, e – grande personagem, esse!!! – o garçom Gilson (Marcos Cesana), perfeito como o garçom nosso de cada dia, aquele que tudo vê, tudo sabe, nada vê e nada sabe, se é que me faço entender, e que entende o drama de cada um e que age como verdadeiro anjo da guarda de bandeja em punho.

As histórias desenrolam-se não apenas num único cenário, mas também em uma única noite, durante o baile (repertório sem tirar nem pôr, retrato fiel dos bailões urbanos, e aqui mesmo, na Hadock Lobo, há o Clube Municipal que não me deixa mentir!) em que os cantores Elza Soares e Marku Ribas, fazendo o papel de casal-crooner da casa, dão show de bola.

Em tempos de estética-acima-de-tudo, de belezas impostas por parâmetros estranhos à nossa gente, fiquei felicíssimo por ver tão intensa exibição de mãos trêmulas, rugas mal-disfarçadas, marcas intensas de expressão, jogando pra escanteio o padrão que assola o mundo moderno, voltado apenas para a (falsa) perfeição de modelos que não chegam ao dedão do pé (mostrado inúmeras vezes!!!!!) da Tônia Carrero.

Não sei como se fala isso… Não sei se é fotografia… Não sei se é simplesmente a câmera do filme… Mas as tomadas (é assim que se fala?!) são comoventes, turvas quando são os olhos dos mais-velhos, cruéis na exposição das fraquezas, sinceras na crueza das emoções de um olhar, de um par de mãos, de quatro pés valsando.

Lembrei-me, no final do filme, agudamente, enquanto discutia sobre ele com minha menina diante de portentosas peças de sushi no glorioso Mitsuba, na não menos gloriosa Tijuca, de meus queridos Fernando Szegeri e Bruno Ribeiro que, se ainda não viram o filme, deveriam fazê-lo o quanto antes.

Os dois – digo isso sem medo do erro – amam o Brasil de forma torpe.

E amarão – cobrarei deles isso depois – o filme, como eu amei.

Até.

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25 Respostas para “>CHEGA DE SAUDADE

  1. >Por aqui vai entrar em cartaz na semana que vem, mano. E já estou morrendo de ansiedade. Obrigado pela dica. PS – O enredo me lembrou um filme argentino chamado Luna de Avellaneda, traduzido por aqui como Clube da Lua. Você deve ter visto, certo? Se não viu, sugiro que assista o mais rápido possível, aproveitando que o Chega de Saudade ainda está fresquinho na memória.

  2. >Belíssimo filme. A fotografia, permito-me acrescentar, é do craque Walter Carvalho, hoje o melhor diretor de fotografia do mundo (e seria incensado muito mais do que é se fosse norte-americano, por exemplo). Ele tem o talento de, ao invés de ‘embelezar’ o que filma, procurar a expressão da imagem em sua forma mais poderosa, como consegue nesse ‘Chega de saudade’, com seus movimentos delicados em torno dos personagens. É como se dançasse também. Subscrevo sua recomendação desse filme que é sobretudo humano, demasiadamente humano.

  3. >Aliás, como está bonita a Cássia Kiss no filme, hein…

  4. >É verdade, Bruno. Os dois filmes são ‘parentes’ mesmo…

  5. >Bruno: não vi esse filme, não, mas vou hoje mesmo à locadora atrás dele para assisti-lo ao lado da minha Maracanã, à noite. Dica sua não se desperdiça.Moutinho: de fato a Cássia Kiss, na minha humílima visão a mais pungente interpretação do filme, está belíssima, como belíssimas estão suas imagens, nuas, cruas e intensas, projetadas na tela.

  6. >Faça isso sim! Edu, estamos todos retratados nesse filme argentino. Você vai morrer assistindo. Beijo!

  7. >Pois desta vez, meu querido mano, você caiu do cavalo! Eu JÁ VI O FILME – e antes de você, no dia de estréia! Tirando essa mácula na decantada precisão de-fio-a-pavio, porém, cravo a assinatura ipsis literis.Minha emoção, entretanto, não há como não ser ainda muito maior que a de todos vós. Porque foi nas matinês do glorioso União Fraterna (o mais belo salão de baile em atividade na cidade) que ensaiei meus primeiros passos, imberbe, conduzido por nobilíssimas damas muito parecidas com aquelas que desfilam no filme, movidas pelo exclusivo prazer de ensinar um menino os prazeres do bailar, já há quase 25 anos. Porque, não faz muito, ainda estive numa bela soirée onde cantava meu falecido camarada Nikinho, um grande crooner ainda a moda antiga. E creia, mano: além da beleza e do lirismo daquelas histórias e personagens entrelaçados ali num salão de baile, a crônica do evento, enquanto recriação do clima, dos diálogos, dos figurinos e cenários é impressionantemente fiel àquela atmosfera. Esses bailes acontecem a rodo pela cidade de São Paulo, tem todo um circuito de bandas e casas disputadíssimas. E o União, pertinho de casa, tem um ou dois toda semana. Da próxima vez em Sampa, quem sabe, traga o teu bico fino, que eu meto meu S-120… Brunão também está convidado!Vocês todos tem razão: é muito Brasil, é a minha Lapa suburbana, operária, que estão tentando destruir com mega-xópin-centeres, condomínios de luxo e todo o lixo capitalista que a canalha venera. E você tem muita razão, Moutinho. Cássia Kiss é uma das mais belas mulheres do Brasil, inclusive porque sabe envelhecer bela e dignamente. Sem silicones, botoxes, plásticas e os caralhos. No lugar certíssimo, portanto, como de resto o elenco todo impecável.P.S.:Favela, desafio-te a encontrar entre os dançantes-figurantes, numa aparição relâmpago de não mais que meio segundo, uma carimbadíssima figura dos sambas barrafundenses…

  8. >Mais um P.S.: mano velho, assistindo a nossa roda de buteco, tão emocionada quanto despreparada para um pitaco mais substantcioso sobre as coisas do cinema, acometeu-me uma saudade aguda, quase crise de abstinência, de um texto de Fernando Toledo. O que o malandro não escreveria sobre esse filme (choro, de esguichar…), hein?

  9. >Desafio aceito, ó Pé-de-valsa Szegeri.

  10. >Meu querido mano Szegeri: divido com você, neste momento, aguda saudade de nosso parceiro de copo e de tantas outras conexões, Fernando Toledo. O bom malandro, querido – cravaste na mosca, como sempre! -, seria um entusiasta do filme.E se eu não sabia que você já tinha visto o filme, sabia que você iria mais-que-amá-lo, ou não teria escrito um “alô, Szegeri!” logo depois de me referir à Lapa no meio do texto.(soma-se à minha saudade do nosso Toledo uma saudade torpe de um daqueles butecos que você me apresentou no entorno do glorioso Mercado da Lapa… ah, se eu pudesse, malandro, embarcaria no primeiro vôo e te bateria o telefone já de dentro de um!)E já que você viu o filme, querido, e não estragando nada pra quem ainda não viu, diga-me lá o que são essas cenas, mano, que me fizeram ora rir, ora chorar…?????…01) o grosso e o doce Álvaro mandando o motorista do táxi cobrar metade da corrida da Alice quando chegam ao clube…02) o mesmo Álvaro, terno demais neste momento, pedindo ao garçom – repito: graaaaande personagem, o garçom, o Gilson!!!!! – para dar uma ajuda à Alice naquele lance do analgésico…03) o diálogo, tijucano em estado bruto, entre o argentino e o Álvaro, encerrado com um finíssimo “pimenta no cu dos outros é refresco”…04) o deslumbre da Bel diante dos galanteios do Eudes…05) e o bilhete da Bel…06) a solidão cortante da Elza e a euforia de sua amiga e vizinha diante do salão cheio, sua primeira vez, e o choque das duas diante desse grande malandro que é o Ernesto (o que é o Ernesto, mano?!)…07) o paliativo para a própria dor que a Elza se auto-ministra…08) a pré-porrada entre as duas mulheres no balcão do bar…E eu ficaria aqui, querido, listando 10, 20, 30, 40 cenas de antologia, todas retratos fiéis da realidade tantas vezes repetida por esses salões de taco lustrado, Brasil afora… A gambiarra feita de improviso e às pressas no quadro de luz do salão, os esporros do português, diretor do clube, no pobre Marquinhos, o pedido de ajuda do Marquinhos ao crooner da noite (que momento!), a mulher rica, bêbada depois de doses industriais de um uísque de quinta, dentro do banheiro, e isso tudo será pra qualquer dia desses, mano, sentados um diante do outro à mesa de um buteco qualquer.Quando falaremos disso tudo, é verdade, e também da beleza colossal da Cássia Kiss – a grande dama do baile.Só fico devendo, querido, e você bem sabe disso – provavelmente você pretendia (deu certo!) me expôr ao ridículo (mais uma vez) com tal proposta -, a ida ao clube, para dançarmos. Sou um incompetente clássico na matéria.Iria, sim, de muito bom grado.Irei – para ser mais preciso.E sentado ali, diante daquele balcão de azulejos brancos, beberei a noite inteira, de tudo e de todos.Como bebi, de certa maneira, ontem, durante o filme todo.Beijo!

  11. >É tudíssimo verdade, mano! E procedendo esse inventário resta absolutamente incontéstil tratar-se de um grande, grande filme.E pensando em tudo agora, deu-me vontade de fazer o que só uma vez na vida me atrevi: ir ver de novo. Aliás, ocorre-me que se esta vontade me acomenteu, se bem te conheço, a pobre Sorriso Maracanã será obrigada a acompanhá-lo até à decoração dos diálogos…

  12. >Szegeri: responda-me, por favor…01) qual filme – “só uma vez na vida me atrevi” – você foi ver de novo? Pergunto isso porque sei que INDEPENDÊNCIA OU MORTE, com seu ídolo Tarcísio Meira, você asssitiu à exaustão. A ponto de decorar os diálogos;02) não sei se verei de novo, embora tenha agudíssima vontade de assistir ao lado de mamãe e de vovó, no meio das duas, a bem da verdade. Não sei por qual razão, querido – eis a confissão pública que faço -, mas ver o Leonardo Villar no papel do Álvaro, tremendo as mãos e bebendo uísque à vera naquela noite, deu-me, pela primeira vez, saudade de meu avô Milton;03) mas já aluguei – ah, minhas compulsões… – o filme indicado pelo Bruno. O assistirei hoje à noite com a Maracanã.Beijo, saudade imunda de sua pessoa.

  13. >Querido, sabes que padeço da mesma doença, só que em estágio ainda não degenerativo, como é o vosso caso. O dito Independência ou Morte, como assisto pelo menos uma vez por ano desde os sete, seguramente deve estar pelas 30 vezes. Assisti “Butch Cassidy” umas 15 e “Tarde demais para esquecer”, com Carry Grant e Deborah Kerr, vinte ou vinte e cinco (esse eu sei, rigorosamente, a seqüência de todas as cenas). Refiro-me a IR ao cinema. Esses todos aí vi e vejo em vídeo, TV, DVD etc. O único que fui duas vezes intencionalmente foi “Paisagem na neblina”, um filme grego, seguramente um dos maiores de todos os tempos, na minha modestíssima. Porque houve outros, também, mas não de propósito, se é que me entendes.

  14. >Se o filme for tão bom quanto seu texto sugere, quanto os comentários do Bruno, do Marcelo, do Szegeri e os seus sugerem, vale muito a pena! Vou amanhã!

  15. >Fui ao cinema três vezes nos últimos cinco anos. Devo ter visto, em DVD, no máximo vinte filmes neste período. Em suma, não gosto de cinema. Isso, acreditem, cria alguns problemas com a Candida, que não entende o meu completo descaso pela sétima arte. Gosto, entretanto, mais de cinema que de teatro. A última peça que assisti foi Capitães da Areia, quando eu tinha uns quinze anos. Teatro, nem debaixo de porrada. Namorei uma atriz em priscas eras e, garanto, foi o pior ambiente em que me vi metido; tenho verdadeiro horror de atores.Diante, porém, do entusiamo deste texto, vou matar dois coelhos com uma porrada só. Assisto ao filme – que desde já me interessa em virtude da indicação confiável – e faço uma graça com minha amada, que não vai entender picas quando eu fizer o convite.beijo

  16. >Querido (sim, não o conheço pessoalmente, mas É querido):Estava enrolando pra ver o filme, por preguiça, mas quando li seu post, ontem, chequei o cinema mais próximo e saí, direto do trabalho, pra assistir.E, de fato, quem não gostou do filme, não gosta do Brasil!Beijos!

  17. >Nunca vou entender a implicância do Simas para com a Sétima Arte. Mas concordo quanto ao teatro. Atores – sempre – me constrangem. O teatro – sempre – me soa falso. E afetado. E me deixa tenso, porque espero – sempre – pelo erro do ator. Por um súbito esquecimento. Um ataque de risos. Uma repentina dor de barriga. O mundo do teatro, além do quê, é como disse o Simas: o pior ambiente que pode haver.

  18. >Edu,Não posso perder esse filme por nada. Só ouvi elogios até agora.O José Wilker fala uma coisa interessante sobre o cinema nacional.Ele diz que gosta de todos os filmes, até mesmo aqueles que não são bons, pois acha melhor prestigiar uma merda nacional do que uma americana.Um forte abraço!

  19. >Roberto, decerto a frase do Wilker é uma citação da célebre assertiva do Paulo Emílio Salles Gomes, que dizia, um pouco de modo provocativo, que “o pior filme nacional é melhor que o melhor filme estrangeiro…”

  20. >Obrigado pela dica Marcelo. Pelo visto o Zé “surrupiou” descaradamente a assentiva do Paulo Emílio.Ele falou isso numa entrevista sem citar a fonte! : ) Sds

  21. >Marcelo,És um cinéfilo?Por acaso conheces o Sylvio Gonçalves?

  22. >Roberto, gosto muito de cinema e eventualmente escrevo resenhas de filmes para o site Críticos.com. Não conheço o Sylvio Gonçalves. Quem é?

  23. >Edu,Assisti o filme ontem com minha esposa.Adoramos.Acho que não havia nenhum casal mais novo no cinema…Todos os outros já tinham passado dos 60.Posso estar enganado, mas não creio que seja um filme para menores de 39/40. : ) Marcelo,O Sylvio é um amigo de infância que mora aqui no Rio de Janeiro e trabalha no ramo de traduções. É um cinéfilo de carteirinha e – recentemente – escreveu o roteiro do filme (Sem Controle) http://festivaldorio.com.br/site/index.php?)option=com_content&task=view&id=362&Itemid=152&limit=1&limitstart=10).Ele também escreve resenhas. Além se saber tudo sobre cinema o cara é um especialista em trilhas sonoras. Ele também escreveu um livro sobre seriados outro chamado (Liberdade Virtual)e fez alguns curtas.

  24. >tua descrição foi tão comovente que eu corri atrás de ver o filme. é maravilhoso, tens toda a razão. brasileiro, humano e poético. obrigado.

  25. >Queridos irmãos Edu, Bruno e Szegeri: assisti com atraso quase imperdoável o Chega de Saudade. Assisti ontem após largar o trampo um pouco mais cedo e pegar a sessão das 18h30 na Lilian Lemmertz com a Milena. O filme causou-me, do princípio ao fim, arroubos de alegria e nostalgia. Chorei quando Álvaro, grande bailador de outrora, se imagina, em meio à litros de uísque, saindo aplaudido pelo salão inteiro, o que depois aconteceu graças à Alice. Que o filme retrata à vera o baile, não há que se negar, mas retrata além disso as saudades bonitas e doloridas da juventude passada, e a retomada da mesma ali, dentro do salão; o reviver das mil e uma sensações tais quais as que Eudes relata à Bel, e que encantam a menina.Szegeri: Concentrei-me, desde o começo do filme, em teu desafio. Só depois de uns dez minutos desencanei e assisti sem culpa de um não-sucesso. Confesso que vi numa mesa o Dadinho – não era ele -, vi de passagem o Gilmar – também não era ele – e, quando achei que o tal “meio segundo” havia passado, achei o tal personagem de teu desafio. Só não vi teu violão…Mano Edu, fui com o Szegeri e a Stê praí. Beijo na Dani e pra ti também.

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