>RIO SHOW – A MATÉRIA

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Depois de, na semana passada, ter escrito o texto UMA SEMANA ANTES (leiam aqui) e de ter provocado intensa discussão (até o momento 38 comentários!!!) quando escrevi CRÔNICA DE UMA MORTE ANUNCIADA (leiam aqui) – ambos sobre as conseqüências da matéria que sairia hoje na revista RIOSHOW, de O GLOBO -, volto ao balcão hoje, feriado, apenas para lhes mostrar a capa, o título e o subtítulo da dita cuja.

capa da revista RIOSHOW de 21 de março de 2008

Não vou, daqui, sob pena do enfado coletivo, ficar dissecando o texto da matéria e expondo no balcão do BUTECO as pequenas barbaridades, as baboseiras olímpicas, contidas aqui e ali.

Quase não resisto, quem me conhece sabe bem.

Mas definitivamente não irei fazê-lo. Quem quiser que faça isso…

O espaço no balcão é imenso e os comentários estão aí pra isso mesmo.

Além do mais, todos os dois alertas que dei, na semana passada, foram apenas sobre as conseqüências da matéria, e não sobre seu conteúdo.

Conteúdo que (não resisto…) me trouxe algumas agudas surpresas. Exemplo?

Fiquei arrasado com isso… Eu não tenho um único livro, de autoria do meu mano Luiz Antonio Simas, sobre samba, ele que, segundo o autor da matéria, “também é autor de livros sobre o ritmo”.

Em frente, pra terminar.

E eis o que eu temia – e ainda temo.

título e subtítulo da matéria publicada na revista RIOSHOW de 21 de março de 2008

A rua do Ouvidor NÃO É e NÃO PODE se transformar num point (ele tinha que usar um nomezinho desses…) aos sábados.

Até.

11 Comentários

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11 Respostas para “>RIO SHOW – A MATÉRIA

  1. >E o verme bastardo, sem originalidade alguma, ainda rouba verso do Chico pra usar de manchete – não aspeia, nem credita. Mande-o à point-que-o-pariu!!!

  2. >Edu, gostaria de saber também aonde ele viu o Moacyr Luz. Se eu não me engano no dia que a matéria foi feita, e eu estava lá, o Moacyr Luz não estava presente.Grande abraço e parabéns pelo blog!!!!

  3. >Edu,Eu estava na praia da Barra e vi/ouvi uma roda de emergentes combinando uma visita ao mais novo “point” do Rio de Janeiro. Lembrei-me logo de ti e da sua preocupação. Olha, era um grupo bem grande de patricinhas e pitiboys. Fedeu!

  4. >Edu,O pouca telha ao lado do Pratinha é o Professor Simas?

  5. >E será que alguém esperava outra coisa do abjeto jornalista, meu irmão? Não, né? Em tempo: estou aqui me roendo com sua abstenção de comentários sobre o texto! Pô, eu até consigo achar O Globo em Campinas, mas hoje tive umas obrigações e não pude ir atrás do jornal. Além disso, muitos leitores seus, de outros Estados, certamente vão querer ter acesso às pequenas barbaridades e as baboseiras olímpicas que você citou.

  6. >Brunão: a revista não circula fora do Rio, você não a acharia mesmo… Quanto às pequenas barbaridades e às baboseiras olímpicas, nada de muuuuuito grave. Mas…Disse que o “mestre Moacyr Luz” dá canjas com freqüência, o que não é exatamente verdade.Disse que a roda é, “voilá” (a expressão é dele, evidentemente), um programa para a família, no pior estilo Galvão Bueno.Referiu-se ao Moutinho como “freqüentador histórico”… o que significa isso?Disse que o samba lá começou há um ano, um ano e meio. Nosso Digão, nos comentários ao CRÔNICA DE UMA MORTE ANUNCIADA conta a verdade sobre a idade da roda.Como eu já disse, pôs livros sobre samba na carreira do Simas, o que não procede…Troços desse tipo.Sacou?Abração.

  7. >David, sem entrar no mérito da qualidade (ou falta de) da matéria, queria dar um pitaco por questão de justiça: repórteres raramente são responsáveis por títulos e subtítulos das matérias. Esta função cabe ao editor. Ou seja, nem a citação ao Chico, nem a referência a ‘point’ são necessariamente da lavra do autor da matéria. Abração!

  8. >O que mais, Edu? O que mais?Como disse o Bruno, tem gente de longe (eu sou uma delas) que gostaria de saber o que mais foi dito. Entendi a sua preocupação no outro texto e acho que ela é correta, embora torça (como você também afirmou torcer) que estejas errado, pois mesmo não tendo o prazer de participar do “furdunço” acho, pelas narrações dos freqüentadores, que o que acontece lá seja realmente um troço belíssimo de se ver.Em tempo: se um dia for ao Rio de Janeiro, vou querer conhecer a Livraria Folha Seca por causa das muitas coisas que você já falou dela por aqui diversas vezes. AbraçoPerla (do Pará)

  9. >Bom para começar li a matéria…E li o blog… Bom nao sei como me definir dentro das discussões em curso, frente ao que li em outros posts do blog, não sou um frequentador de rodas de samba, mas gosto muito do estilo desde novo por causa de meus avós. Nao sou dos meios academicos ligados ao samba, sou Biofisico profissão extremamente desligada dos meios sociais. Tambem nao sou um expert em textos, porem li a materia e me interessei pela roda de samba e vim procura-la na internet, acabei chegando aqui durante a pesquisa, e aqui chegando li os posts, o que me deixou preocupado pois me pareceu haver um clima esquisto em torno do futuro da roda. Bom o que me leva a escrever esse texto meio sem logica é que eu e minha namorada estavamos afim de conhecer a roda, devido a materia no jornal, mas nao sabemos mas se seremos bem vindos. Entende? afinal pareceu haver um certo preconceito para com aqueles que vierem a conhecer a roda atraves do jornal. Gostaria de saber se minha preocupação é infundada ou não? Seremos nós bem vindos? p.s Por favor perdoem meus erros dentro deste texto como disse não sou um bom escritor.

  10. >eu sabia que tu ia implicar com o “point” da matéria. Mas pra ser sincero, esperava tanta besteira que, fazendo o balanço final, acho que até que saiu barato. Manteve o respeito e não afrescalhou nem vulgarizou nem moderni-hype-zou a roda de samba. resta agora torcer pra que não vire o “point de azaração” em que a Rua do Mercado um dia se transformou – mas duvido muito que isso aconteça.Por fim, é bom comentar: gostei de ver o Simas na capa!

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