AINDA, PERMISSIVIDADE

Eu odeio e desprezo, já disse isso um milhão de vezes, todo e qualquer ser abjeto que se vale do anonimato para manifestar sua opinião sem a coragem de assumir o que diz e as conseqüências decorrentes disso.

Mas como o anônimo que tem dado as caras por aqui, nos comentários ao texto PERMISSIVIDADE (leia-o aqui), tem tornado, em razão do ridículo conteúdo do que escreve, o balcão do BUTECO ainda mais divertido, resolvi transcrever, abaixo, os mais hilariantes momentos desse bate-boca. Até mesmo por quê envolve uma pá de gente que, de fato, se conhece e que vai – tenho certeza – se reconhecer ainda mais depois disso tudo.

Ei-los:

Eugenia disse…

gente, que loucura, mas isso é mt absurdo, envolver o nome do Aldir assim, poxa…

Victor Alves disse…

Baiano quem é? O dono daquele lixo em frente ao Palácio do Catete que desonra o nome de Gegê? Aquele que de vez em quando aparece na coluna desse Joaquim Ferreira dos Santos como inventor de piadas sem nenhuma graça? Aquele que é adulado como um personagem da cidade mas que é chato, previsível e repetitivo? E Cadu quem é? O playboy que se acha bamba? O dono do Bracarense, daquele lixo na Barra da Tijuca e um dos faturadores e exploradores do Samba Luiza ao lado do dono do Beco do Rato? Duvido que o grande Aldir Blanc se misture com esses caras numa manifestação tão imbecil como essa. Grande momento do blog, Edu. Abraço.

4rthur disse…

quando li a nota, pensei na hora:

aldir? protesto A FAVOR do Belomonte de merda? Duvido!

Ainda bem que você dissipou minhas dúvidas, Edu.

Eduardo Goldenberg disse…

Betinha: é isso… a podridão desse protesto-bacaca reside justo nesse ponto oportunista e corporativista.

Caíque: que algum gaiato (ou mau-caráter) mandou o nome do Aldir para o pessoal da coluneta não tenho dúvida. O que me enoja é perceber que nenhum dos empregados do jornal, atrelados ao jota, se deu ao trabalho de checar a veracidade da informação.

Eugênia: o Aldir é recordista mundial quando o assunto é “menção indevida”.

Victor, Craudio e Arthur: não creio que o grande poeta da Muda se meta numa dessas, mesmo. Mas não cheguei a dizer que o protesto-babaca não conta com sua adesão, ao menos no que diz respeito ao fundamento do mesmo. É bem capaz que ele defenda bar, botequim, buteco, birosca, contra qualquer tipo de perseguição (o que não é o caso). Mas acho muito pouco provável que defenda o fim das fiscalizações, ainda mais sabendo do episódio que flagrou muita carne vencida nesse lixo chamado Belmonte. O que AFIRMEI é que ele não irá ao evento-babaca de amanhã, mentira rotunda (mais uma) plantada pelo homúnculo.

Anônimo disse…

Quem é você, Edu, para falar de protesto permissivo, covarde e sem sentido algum?! Talvez, seja você o esperto, o carioca nato, que fez um protesto legítimo (???) ao colocar um bonezinho do Brizola para aparecer na Globo e ferrar de vez o Moacyr Luz que concorria com a música Água de Beber num festival. No cúmulo de egocentrismo, ainda coloca o vídeo no You Tube. Parabéns, Edu. Você deve se achar um ídolo. Ídolo sem princípios, calcado em modelos e que perdeu a amizade de uma grande figura que é o Moacyr para satisfazer um sonho mesquinho e infantil de ter a necessidade de mostrar que era brizolista….Nem voltar no ônibus da torcida que vinha de São Paulo você teve a liberdade…Parabéns, tijucano nato!

Anônimo disse…

cadê o comentário?! não aceitou?! se escondeu?!

Eduardo Goldenberg disse…

Anônimo: para que seu comentário fique exposto como torresmo e moela em balcão de buteco, publico essa merda que você mandou pra cá. Não vou me dar ao trabalho de responder a nada do que você escreveu, eis que não me dirijo a covardes que, sob o manto do anonimato, saem por aí dizendo o que pensam sem a necessária coragem para assinar embaixo o que escrevem.

Milton Molon disse…

Edu, você fez muito bem em não responder a este covarde, e fez ainda melhor deixando exposta sua vergonhosa mensagem. Mas eu posso responder pelo menos três coisas.

1) O nome da música do Moacyr Luz era EU SÓ QUERO BEBER ÁGUA, e não ÁGUA DE BEBER, de Vinícius de Moraes e Tom Jobim.

2) O Edu ferrou “de vez o Moacyr Luz que concorria” por ter gritado o nome do Brizola? Só um tolo crê nisso. E se fosse, se fosse, teria valido a pena pela expressão patética da patética repórter (Renata Ciribeli, se bem me lembro).

3) Ele “perdeu a amizade de uma grande figura que é o Moacyr para satisfazer um sonho mesquinho e infantil de ter a necessidade de mostrar que era brizolista”??? Por que o Moacyr Luz concedeu então, ao Edu, a maravilhosa entrevista para o blog??!!

Anônimo, você é patético.

Saudações acreanas a todos. Menos a você, anônimo.

luiz antonio simas disse…

Faço minhas as palavras do Victor Alves e aproveito para dizer que o anônimo não sabe nem o nome da música do Moacyr.

luiz antonio simas disse…

Anônimo, você é dono de que bar?

Victor Alves disse…

Simas, é uma honra ser citado por você. Vou ao seu blog diariamente. E agora é minha vez de dizer que faço suas as minhas palavras. Esse anônimo é dono de algum bar mesmo, he he he he…

Bruno Ribeiro disse…

Edu: anônimo é tudo igual a cachorro que late atrás de moto. Quando a moto pára, não sabe o que fazer. Se ao menos assinasse o nome e desse as caras, haveria a possibilidade do diálogo. Mas eles são “diplomáticos” no sentido tucano do termo. Da mesma forma que acharam um absurdo você “perder” (como se tivesse perdido) a amizade com “uma grande figura” como o Moacyr, também não querem abrir mão da possibilidade de um dia virem a contar com sua amizade ou qualquer benefício que você possa propiciar à eles. São assim mesmo: não dão as caras por puro medo de enfrentar o debate e se posicionar. Anônimos serão sempre anônimos porque não sustentam opiniões. São aqueles que, entre a família, dizem de peito estufado que são “contra o radicalismo”. Por isso, meu irmão, é que o futuro reservará à essa gente a lata de lixo da História, de onde jamais sairão.

Bezerra disse…

Comparação perfeita e extremamente cabível a do Bruno Ribeiro. Faço minhas as palavras dele.

Eduardo Goldenberg disse…

Milton Molon, Simão, querido, Victor Alves, Bruno Ribeiro (saudade tua, pô!) e Bezerra: é essa, então, vê-se, a fuça da canalha que se esconde sob a capa nojenta do anonimato. Deixemos, pois, como dizem os sábios, de acender cotoco de vela pra defunto desinteressante. Uma pessoa capaz de fazer isso, de dizer uma pá de merdas sem assinar embaixo, não conseguiria, jamais, cotovelo apoiado no balcão, manter uma conversa, mínima que fosse, olho no olho, troço de sujeito homem. Não passarão!

Anônimo disse…

Quanto discurso bonito dos valentes que botam a cara. Edu, a todos o Moacyr confessa que você é um bobalhão. Bobalhão que precisa provar sua carioquice atacando os outros. Defenda seu ideais e respeite os outros.

Eduardo Goldenberg disse…

Anônimo, covarde de merda: confesso que está ficando divertida sua intervenção. A ser verdade o que você diz, e mais uma vez sem coragem de assumir sua identidade, Moacyr Luz merece, de mim, apenas, piedade. Os meus ideais, eu os defendo. Não falto, e jamais faltei, com o respeito, seja com quem for. Mesmo com você, um ser desprezível que – repito – está tornando esse troço um bocado divertido. Eu não preciso provar nada a ninguém. A exceção é agora, publicando pela última vez um comentário seu, desse teor, para provar que há um certo fundo de verdade no ditado “diga-me com quem andas e te direi quem és”.”

Até.

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1 comentário

Arquivado em Uncategorized

Uma resposta para “AINDA, PERMISSIVIDADE

  1. >Dentre os refúgios mais recorrentes dos covardes (o anonimato sendo apenas um deles), estão os trêmulos véus da fofoca. Que descaramento, que filhadaputice é jogar o Moa contra o Edu com a maior das caras de pau, e num locus público com é este balcão virtual. Se a informação procede, esse cara é próximo do Moacyr. E se é próximo do Moacyr, é um belo dum traidor, apunhalando o cara pelas costas ao espalhar disse-me-disse como quem joga merda no ventilador. Na boa, Edu, só não te encorajo a ignorar esses comentários anônimos porque você tem razão: está mesmo ficando divertido. E caro anônimo, você sabe o que é que o pessoal do Rio faz quando descobre um X9, né? Vou cantar pra você um trecho dum funk bem conhecido por aqui:”cheiro de pneu queimadocarburador furado é o X9, foi torrado”ass: 4rthur (pensou que eu não ia botar a cara, malandro?)

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