Arquivo do mês: janeiro 2007

>CURTINHA

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Enquanto esse cocô chamado Conversa Fiada abre mais uma filial, dessa vez em Búzios, esse empregado d´O GLOBO comete seu trigésimo primeiro atentado.

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O que é curioso notar – dando pra sacar qual o tamanho dos tentáculos do esquemão – é que no dia 11 de janeiro, na coluna da empregada d´O GLOBO, Flávia Oliveira, o citado bar-de-merda já havia sido citado, justamente a inauguração da “filial em Búzios”.

Até.

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>ESQUEMÃO

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Ouço daqui o papai gemendo entre dentes, comentando com mamãe:

– Mas não é possível! O Dudu está ficando maluco! De novo o mesmo assunto!

Pausa: papai me chama de Dudu, papai acha mesmo que estou ficando maluco (não está de todo errado), e papai está certo (de novo), já que de fato volto ao mesmo assunto. E como sempre, pra bater firme nos empregados de O GLOBO e denunciar o esquemão que a máfia dos investidores donos de bares-de-merda armou.

Atentem para a matéria abjeta publicada na revista O GLOBO, encartada no jornal aos domingos. Assinada por uma empregada do jornal chamada Aline Gomes, devidamente cooptada pelos tentáculos que jogam contra o patrimônio o tempo inteiro, ostenta o título de PETISCOS DE GRIFE e é apenas mais uma prova de que esse movimento sujo que destrói os butecos de verdade é bem articulado e não joga pra perder.

matéria publicada na revista O GLOBO de 14 de janeiro de 2007

Os bares-de-merda citados pela citada matéria são, não por acaso, os preferidos de outro empregado do jornaleco – o jota – e os mesmos adulados pela jornalista (risos), ou melhor, pela empregada do mesmo jornal, Flávia Oliveira (a seguir falo mais sobre a moça): Botequim Informal, Espelunca Chic e Conversa Fiada.

Bom, vamos à Flávia Oliveira.

Anotem! Tomem nota! Para que vocês notem como o Buteco é coerente!

Essa lamentável empregada do jornal, Flávia Oliveira, adulou dois bares-de-merda na semana passada, leiam aqui, o Espelunca Chic e o Conversa Fiada (vocês realmente acreditam em coincidência?????).

Essa moça vem a ser casada com um dos mais odiados jornalistas (risos) da crônica esportiva brasileira, Aydano André Mota. Esse moço, um dos mais odiados jornalistas, estreará, nas próximas semanas, um blog – pausa para gargalhar – falando apenas sobre butecos, ligado, é evidente (todas as merdas vêm de lá…) ao jornal O GLOBO. Depois não digam que eu não avisei… Quando o blog de merda for lançado (parece que pelo Ancelmo Góis) eu vos direi, aos gritos:

– Eu avisei! Eu avisei! Eu avisei!

Aydano André Mota que é casado com Flávia Oliveira, que citou dois bares-lixo na semana passada…

Coincidência?

Francamente, como diria o Leonel Brizola

Até.

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>FEIJOADA NA ACADEMIA

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Vai pegar fogo no gongá! E lá vamos nós, ela de mãos dadas comigo, eu sofrendo – e tolo de quem associar sofrimento a dor – tudo como manda o figurino.

banner da feijoada do Salgueiro
Até.

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ESPELHO, ESPELHO MEU…

… existe alguém, no mundo, mais ansioso do que eu?

Como é público e notório, no dia 24 de junho faz anos o meu irmão paulista, o Szegeri, o Pompa, o maior ser humano que já conheci em 37 anos de vida. Como ele merece as melhores coisas, e como com isso concorda também o Criador, meu irmão ganhou de presente, justamente no dia de seu aniversário, a Iara, minha afilhada, minha doce e querida afilhada, que mereceu comovente texto, hoje, no indispensável blog do Simas, leiam aqui.

E como eu sou ansioso, e isso vem piorando a olhos vistos, comprei, hoje, minhas passagens e as da Dani, minha Sorriso Maracanã, para a manhã de 23 de junho, com volta para o último vôo do domingo, 24 de junho, o que não foi de todo ruim, já que paguei pelas passagens aéreas menos do que pagaria pelas rodoviárias.

bilhete eletrônico da GOL

Mano Szegeri, doce Stê, minhas amadas Iara e Rosa: até junho!!!!!

Isso – pigarros – se você, meu irmão, não aparecer, de sopetão, pro desfile do Bola Preta, que sairá ligeiramente murcho sem você.

Até.

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DIA 20 DE JANEIRO

Sábado que vem, não amanhã!, é dia 20 de janeiro, dia de São Sebastião do Rio de Janeiro, padroeiro da mais linda cidade do Brasil, quiçá do mundo, que ainda pode se salvar, como vaticinaram Moacyr Luz, Aldir Blanc e Paulo César Pinheiro, autores do hino afetivo desse pedaço de terra.

Dia 17 de dezembro a livraria do meu coração, a Folha Seca, comandada por dois cariocas máximos, Daniela Duarte e Rodrigo Ferrari, comemorou três anos encravada ali, naquele lindíssimo canto da cidade, na rua do Ouvidor, entre a Primeiro de Março e a travessa do Comércio.

Vai daí que, juntando duas datas tão significativas, a Dani e o Rodrigo tiveram uma idéia genial, fomentada – devo dizer em nome da precisão e da verdade! – por mim, pelo Pratinha, pelo Simas, pelo Loredano e pelo Leo Boechat, num desses finais de dia lá mesmo, quando a livraria se transforma numa espécie de bar, de lar, nesses troços fundamentais na vida da gente.

convite para a festa de 3 anos da Livraria Folha Seca

No próximo sábado, então, 20 de janeiro, a partir das 13h, o coro come naquele pedaço do Rio, com muito choro, muito samba, muito caldinho de feijão, muita cerveja gelada, festejando mais um ano de vida de uma livraria que engrandece a cidade que, por sua vez, a acolhe como mãe.

Será, efetivamente, um puta prazer ver todo mundo lá.

Até.

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MERDA NA TIJUCA

Esses investidores de merda, esses escroques capitalistas que não estão nunca satisfeitos com os lucros que auferem, esses mentirosos canalhas que encontram guarida na coluna do jota, esses porcos que criam tentáculos por toda a cidade pisando e cuspindo na história carioca não têm, definitivamente não têm, limite.

Meu querido Fraga, leitor assíduo do Buteco, mandou-me email hoje pela manhã apontado-me a tragédia. Ei-la:

nota publicada no jornal O GLOBO de 11 de janeiro de 2007

Na coluna chamada NEGÓCIOS & CIA a jornalista (risos) Flávia Oliveira faz, hoje, propaganda ostensiva – como seu coleguinha, o jota, empregado do mesmo jornal – de dois bares-de-merda, duas mentiras, duas empresas de franquia: Espelunca Chic e Conversa Fiada.

Sobre a primeira merda, Espelunca Chic, a moça anuncia a inauguração, em Copacabana, da segunda “unidade própria”, menos de seis meses depois da inauguração da primeira unidade, na Gávea (o que comprova que a metástase alastra-se numa velocidade impressionante…), dizendo, ainda, que o sócio-investidor planeja abrir a terceira até julho, em Ipanema ou no Leblon. Assim seja. Inaugurem “unidades próprias” na puta que pariu, mas não na Tijuca, não na zona norte!

Torcida em vão no caso da segunda merda anunciada, Conversa Fiada.

Pausa: dêem uma sacada no site do Conversa Fiada. Vocês nem vão precisar pôr os pés nesse lixo para perceberem o que é evidente. Esse cocô nunca foi nem nunca será o que pretende ser, um buteco. Ou um buteco tem departamento de marketing, departamento de eventos, departamento financeiro, departamento de compras e departamento de recursos humanos????? Está tudo lá, na merda do site do bar-de-merda.

Eu sei que estou com a boca suja demais, hoje, mas a sujeira é proporcional à minha revolta.

O Conversa Fiada inaugurará, em breve, uma filial na Tijuca. Já soube que será na rua Conde de Bonfim, próximo a rua Uruguai. Convoco, daqui, os cariocas máximos que não se conformam com esse espalhar de merda, com esse atropelo desmedido, com essa sede insana pelo espaço do cidadão simples que quer apenas um buteco pé-sujo pra chamar de seu, para uma manifestação, no dia da inauguração do troço, com direito à pajelança, trabalhos fortes, torcida apaixonada, para que dê tudo errado, para que haja uma caveira de burro enterrada sob o piso imundo da filial tijucana capaz de impedir o sucesso, o êxito e o lucro dos investidores forasteiros, mesmo que não estejamos lá, até mesmo porque jamais pisaremos nessa merda.

Não passarão!

Até.

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>METÁSTASE

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Quando a gente pensa que ele, o homúnculo, atingiu o cume do ridículo e da podridão, pronto! Quebramos a cara. Vocês que acompanham a marcação cerrada que fazemos daqui do balcão do Buteco, expondo, não torremos, não moelas, não lingüiças e ovos coloridos, mas notas fétidas publicadas na coluneta do jota, sabem que o conjunto da obra – os atentados cometidos pelo arremedo de jornalista – provam a coerência que é nunca pisar nos lixos exaltados pelo cara, provam a coerência que é falar mal, sempre que nos é dada a oportunidade, desses drinking centers, desses bares-de-merda, desses lixos mentirosos que se proliferam como células cancerosas.

Vocês notem, inclusive, que a escrotidão consoante faz escola. Leiam devagar a nota abaixo, publicada no suplemento GLOBO BARRA (que outro jornal? que outro bairro?), para não vomitarem.

nota publicada no jornal O GLOBO de 07 de janeiro de 2007

Que tal? O Conversa Fiada, um dos bares-de-merda mais exaltados pelo jota, está promovendo, às segundas-feiras, as Segundas Esotéricas, oferecendo, como cortesia aos clientes, consultas com um tarólogo, uma cartomante e um numerólogo. Não é mole, não. Tinha que ser na Barra Cada Vez Menos da Tijuca e tinha que ser num cocô desses, o Conversa Fiada. Tentem imaginar o impossível… Um buteco cravado na Rua do Matoso lança a tal idéia. Os freqüentadores chegam e – garanto! garanto! – enchem de porrada os palhaços poupando apenas a cartomante, isso se for gostosa. Mas não dão refresco. A cena é rigorosamente inimaginável… Na Tijuca, na zona norte, merdas como essa não vingam até mesmo porque sequer são implantadas.

Mas eu falei em coerência e vejam que coisa bonita isso… Bonito, quero dizer, é verificar como a coerência está presente na luta que travamos aqui, quase que solitariamente, contra o mal que o jota propaga, quase que diariamente. Está presente porque fica evidente que o autor da matéria-de-merda que anuncia (a que custo?) a babaquice lançada pelo Conversa Fiada – Lauro Neto (escrevam para ele, perguntem a ele como surgiu a idéia de tão genial matéria, exijam do cara uma resposta decente!) – imita o mesmo modus operandi do homúnculo e segue o modelo que buscamos deixar evidente nas prateleiras onde ficam expostos os atentados cometidos pelo jota.

E como não podia deixar de ser…

Ontem, 09 de janeiro de 2007, o jota quebrou seu próprio recorde e eu diria que recorde, inclusive, de rentabilidade. Numa única nota – mal escrita, como sempre – ele consegue fazer propaganda de SETE – vou repetir em negrito… SETE – estabelecimentos!!!!! E não há, meus caros, um único jornalista dentro daquela bosta que atende pelo nome O GLOBO, um único ombudsman que seja, um revisor, um editor, que chegue pra ele e diga:

– Ô, caralho, tá foda! Devagar com o andor que tá ficando muito na cara, porra!

nota publicada no jornal O GLOBO de 09 de janeiro de 2007

Ele não perde tempo, não dá ponto sem nó.

E querem ver o que há de bacana nessa marcação em cima?

Querem ver como é fantástico perceber que não erramos quando apontamos o indicador na fuça dos caras acusando-os de fazer um péssimo jornalismo, de fazer propaganda ostensiva (a que preço?)?

Vamos ao sete estabelecimentos citados pelo ganancioso jota, pela ordem: Nakombi, Mr. Lam, Capricciosa, Gula Gula, Adega do Porto, Rebouças e Braz.

Em 05 de maio do ano passado, leiam aqui, o homúnculo exaltava justamente (pela ordem) o Mr. Lam, Nakombi, Braz, Rebouças, Gula Gula e Capricciosa.

Se você não teve a pachorra de ir ao link acima indicado, eis a nota do jota de 05 de maio de 2006.

nota publicada no jornal O GLOBO de 05 de maio de 2006

Conclusão a que chegamos?

Os donos do Adega do Porto (o único não exaltado na nota imunda de maio de 2006) levaram pouco mais de oito meses para toparem pagar o preço pedido pelo jota.

Ah, sim! E tem mais uma coisinha… O Rebouças, chamado na nota de hoje de pé-sujo (coisa que ele não é porra nenhuma!), foi chamado, em maio do ano passado, de “pé-sujo grifado”, uma das mais podres expressões criadas pelo autor dos atentados que colecionamos.

E pra fechar…

O moleque, filho de um casal trabalhador ao extremo, ajudava os pais na kombi de cachorro-quente diante do Canecão já há mais de três anos. Juntou mesada durante cinco meses pra poder levar a namorada pra jantar no japonês trazido de São Paulo pelo Roberto Talma. Liga pra moça:

– E aí, gata? Vamos sair hoje à noite?

– Vamos – ela respondeu lânguida.

– Jantar?

– Arrã – ela respondeu ainda mais lânguida – Mas aonde?

– Nakombi.

Ela bateu com o telefone na cara do moleque e nunca mais voltaram a se falar.

Até.

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