>CURTINHA É SÓ A NOTA

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Curtinha é só a nota, pois a nota que gera nota após nota de curta não deve ter nada. Pra bom entendedor meia palavra basta. E vamos a mais um atentado cometido pelo inigualável jota, em sua coluna de ontem, 22 de janeiro de 2007, dia em que o mesmo retornou de férias.

Tudo bem que Antônio Pedro Figueira de Mello tenha sido nomeado diretor de operações da TurisRio. Não se discute, aqui, se tal nomeação merecia ou não menção na imprensa. Sejamos complacentes (e sendo complacente estou sendo o anti-Edu, mas sejamos…).

Mas vamos ao aposto explicativo que o jota usou:

nota publicada no Segundo Caderno de O GLOBO de 22 de janeiro de 2007

Quer dizer… o homúnculo conseguiu, na referida nota (imunda, como de costume), fazer propaganda de três estabelecimentos comerciais que atentam contra a carioquice.

É, sejamos precisos, o trigésimo segundo atentado cometido pelo empregado de O GLOBO.

E se você acha que eu exagero, se você acha que eu marco em cima demais, se você acha que o jota não é tendencioso e que tudo não passa de uma simples coincidência… Dê uma olhada nisso aqui, de julho de 2006. Trata-se de mais uma imunda nota (como sempre) do empregado d´O GLOBO, exaltando a mais fresca loja de cachorro-quente da cidade, justamente do cidadão recentemente empossado diretor da TurisRio.

Até.

8 Comentários

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8 Respostas para “>CURTINHA É SÓ A NOTA

  1. >Até quando, meus deuses, até quando? Tá feia a coisa, meu Edu, tá feia a coisa…

  2. >Caro Edu,vim parar aqui por uma dica do Rodrigo Ferrari, que no último sábado, no aniversário da Folha Seca (só tinha gente fina), me falou da entrevista do Wilson Moreira. Foi o Rodrigo também quem me indicou o seu livro, mas até hoje não sabia da existência deste blog. A grande coincidência é que pouco depois de ter lido o seu livro, me mudei para São Paulo por conta do trabalho (a gente faz coisas terríveis pra pagar a conta do bar)e depois de dois meses morando em hotel, encontrei um apartamento que atendia aos meus anseios: perto do trabalho(pra fugir do trânsito) e perto dos sambas (pra não morrer de saudade do Rio). Moro a um quarteirão do Ó do Borógodó, que passei a frequentar semanalmente, e onde pude conhecer os Inimigos do Batente e o seu amigo Fernando( eu disse pra ele: Porra, vc é o cara do livro, o Impronunciável…). No último sábado o Rodrigo me apontou quem vc era mas confesso que fiquei sem jeito de ir falar, até pq toda a sua atenção estava voltada para uma garrafa de batida laranja fluorescente. Eu até me lembrei de vc de um sábado lá do “Ó”(com uma horrível camisa rubro-negra).No mais gostaria de te parabenizar pelo livro e pelo Blog (sem babação de ovo), e dizer que vc tem o meu apoio nessa campanha contra esses pseudo-butecos (que não vendem cerveja)e que abrem filiais que nem a “Cantão” e o “Fran’s Café”, frequentados por “clientes” que pedem batata-frita pra acompanhar a birita(aliás, alguém no livro do Moa disse que pedir batata frita em buteco é tão grave quanto pedir cachaça no McDonald’s).Lá na minha terra, Niterói, buteco de verdade é o Bar do Pernambuco e o Bar Campeão. O Zé Sérgio, velho conhecido das rodas do Candongueiro e de outros sambas, que vi ser frequentador desta casa, pode confirmar. Infelizmente, como tem acontecido no Rio, o Devassa, o Informal e o Manuel e Joaquim já estão invadindo. Tem também um tal de “Botequim Honesto”, outra fraude. Temos que divulgar essa sua campanha por lá… Um abraço,Arthur Mitke

  3. >Capitão-do-mato,Veja você a qualificação do sujeito: sócio de Informal, Jiló e Küpper (cachorro-quente a quinze merréis)…Diretor de operações da TurisRio? É por essas e outras que o turismo do Rio é essa brincadeira que nós já conhecemos.Saravá!p.s. como consolo, tenho umas dez ações trabalhistas ajuizadas contra o Informal, com êxito em todas …

  4. >Simas: a coisa tá feia, é verdade, mas esses caras não passarão, meu irmão. Ficando cada vez mais evidente a venalidade desses supostos jornalistas, colunistas, desses investidores de merda, desses donos desses bares horripilantes, maior fica nossa disposição para a luta. E eu sei que você estará, sempre, na linha de frente!Arthur: seja bem-chegado! Se você acompanha o Buteco sabe que o Ó do Borogodó é meu buteco preferido em São Paulo. Conto contigo pra ajudar a ampliar isso aí que você chama de campanha, e que pra mim já virou guerrilha. Não passarão!Fraga: que sejam cem! Que sejam mil! Até esses merdas quebrarem!

  5. >Alô Szegeri, alô Augusto, alô Marcão, alô Borgonovi! Levem o Artur na Mercearia urgente! Se é que o cara já não aprendeu o caminho sozinho. Sendo de Nikity, já deve ter. Basta chegar no balcão e pendurar na conta do “Carioca” hehehe. Grande abraço!

  6. >Fala Zé Sergio!!! Fala mais dessa Mercearia, acho que não conheço, mas faço questão de pendurar a conta… Mande uma abraço no Leo Brandão, que nunca mais encontrei (esse envolvimento na política deve está afastando ele do samba e da cachaça). Quinta é feriado aqui em SP e por isso estou me mandando pra terrinha na quarta que eu não sou de ferro!!! Arthur

  7. >Com certeza, não é o melhor bar de São Paulo, mas é onde o Augusto Diniz, que você certamente conhece do Candongueiro, compra de tudo – de birita a Diabo Verde. Fica na Rua Rodésia, em Vila Madalena.

  8. >Esbarrei por aqui e, ao acaso, descobri este espaço que é um monumento à espontaneidade carioca!!!!Viva o ovo rosa!!!!!!!!!!!!!

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