>DISCUSSÃO NO BALCÃO

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O assunto – buteco – é tema permanente de discussões intermináveis, e ainda bem que intermináveis, porque enquanto há discussão, há garrafas e copos como pano de fundo. E havendo garrafas e copos, todos querem uma pausa de mil compassos para ver as vitrinas e suas sardinhas e moelas e pastéis, e vamos em frente.

Tendo em vista que estamos a poucos dias do lançamento do “Guia Rio Botequim” edição 2006, sua sétima edição, que eu esculhambei aqui, e o fiz radicalmente, como é praxe em se tratando de mim, a tendência é que a discussão sobre o tal livro, o tal guia, o tal vade-mécum de otário (cada um chama como quiser), cresça. Sempre haverá os eufóricos com o lançamento, sempre haverá os enfadados com a coisa, e assim a gente tem assunto pra levar à mesa e aos balcões, sejam eles reais ou virtuais.

Dia desses chegou-se ao balcão do Buteco o Paulo Thiago. Não sei exatamente como, mas sei que chegou pisando devagar, prova de extremo bom senso e de bom caráter segundo meus critérios de avaliação, que cada um tem o seu particular critério também pra isso. Daí trocamos alguns emails e já temos marcada – ou ao menos planejada – uma visita ao Rio-Brasília, o que muito me honra. Foram comigo, pela primeira vez, ao melhor buteco da cidade, o Szegeri, o Borgonovi, o Augusto Diniz, o Caio Vinícius, o Bruno Ribeiro, o Simas, o Rodrigo Folha Seca, o Pratinha. E para minha intensa satisfação, todos, sem exceção, tornaram-se fãs de carteirinha do melhor maracujá do mundo (vejam se eu exagero), do Joaquim, da Terezinha, de Deus (que é garçom da casa), da carne de panela com coradas e de cada metro quadrado desse pé-sujo que – é preciso dizer – jamais foi visitado por qualquer estudioso do malfadado guia.

Voltando ao Paulo Thiago.

Quero recomendar a vocês, meus poucos mas fiéis leitores, a leitura de um texto honesto, publicado no blog do malandro, chamado “Meu bar é o botequim”. Muito mais que escrever um texto meramente opinativo, o Paulo Thiago, que é jornalista, faz um grande apanhado sobre a trajetória do “Guia Rio Botequim”, desde sua primeira edição. É evidente que eu ingressei na discussão que já rendeu, até o momento, 28 comentários, muitos deles meus, do próprio Paulo Thiago e até do Moacyr Luz, o que demonstra ser verdadeira a afirmação que fiz no começo deste texto.

Leiam! E entrem na discussão!

Até.

5 Comentários

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5 Respostas para “>DISCUSSÃO NO BALCÃO

  1. >Edu, já postei um discreto e elegante comentário me assumindo como soldado das suas hostes fundamentalistas. Se islâmico fosse, seria fácil candidato a homem-bomba para explodir esses lixos todos. Não passarão!

  2. >Rio Botequim hahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahaha

  3. >Rio Botequim hahahahahahahahahahahahahahahahahaha

  4. >Edu, boa discussão mesmo. Botequim é como futebol… dá pano pra manga. Aliás, acabo de encontrar o Janjão, que te manda um abraço, e me pede pra avisar que ir também ao Rio-Brasília.abraçãopt

  5. >Edu, li o texto no blog do Paulo. A discussão é válida mas, é o que penso, o guia não é representativo minimamente da cultura carioca dos botequins. Que mude de nome ou então que seja publicado como encarte na espúria agenda carioca, da tal antônia rónai.Não Passarão.

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