Arquivo do mês: maio 2006

>DANI CHEGOU!!!!!

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Está dormindo.

E a seu lado…

Pepperoni dormindo, 21 de maio de 2006

Descansa o Pepperoni.

Ao lado de um dos pés de meu chinelo, que ele não larga.

Até.

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>20 DE MAIO DE 2006

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Receita ideal para um sábado de sol gelado sem a minha Sorriso Maracanã

Bar Brasil, Lapa, Rio de Janeiro, RJ, 20 de maio de 2006

Pegar o 433 na porta de casa, pagar R$1,90 em moeda, ir acompanhando tudo pelo caminho, sem pressa, atento, pra encontrar – quem?, quem? – Betinha e Flavinho no Bar Brasil conforme marcamos ontem à noite…

bolachas de chope no Bar Brasil, Lapa, Rio de Janeiro, RJ, 20 de maio de 2006

Jogar muita conversa fora, beber bastante chope, sempre schnitt, lembrar demais do Toledo com quem bebi dezenas de vezes naquela mesa, falar da saudade da minha garota, fazer planos de viagem, escolher o prato…

kassler defumado com salada de batatas do Bar Brasil, Lapa, Rio de Janeiro, RJ, 20 de maio de 2006

Ficar com a boca cheia d´água quando chega o kassler defumado com salada de batatas, beliscar a lentilha que eles dois escolheram, ficar contando as bolachas e dizer “ih!, já passamos de dez chopes cada um”

Betinha lendo O PASQUIM em minha casa, 20 de maio de 2006

Daí realizar quase que um sonho, um plano que fiz com Dani quando ganhei a coleção d´O PASQUIM do Luiz Carlos (Toledo também!), e voltar pra casa só pra mostrar, orgulhosíssimo, os exemplares caprichados, capa dura, numerados um a um, e ficar de papo, lendo alto as entrevistas, lendo alto os textos todos, rir muito, fotografar, brincar com o Pepperoni, beber muito uísque…

Flavinho lendo em minha casa, 20 de maio de 2006

E pegar pequenos tesouros da biblioteca só pra ver a cara e os olhos de espanto do Flavinho, um leitor voraz, que passa a ler em voz alta trechos do livro “Palestinos: judeus da terceira guerra mundial”, do Fausto Wolff, até que alguém diz:

– Vamos beber cerveja e comer carne assada no Rio-Brasília?

Assim seja.

De lá saímos quase à meia-noite.

Estou numa alegria louca.

Ela vem chegando.

E feliz vou esperando.

A espera é dífícil.

Mas eu espero cantando.

Zazoeira.

Até.

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>ELE TÁ DEMAIS!!!!!

>Pepperoni, 20 de maio de 2006

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>30.000 VISITAS!!!!!

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Inaugurei o Buteco no dia 24 de março de 2004 e é bastante gratificante verificar que, pouco mais de dois anos depois, o troço deu certo.

eu na casa da Betinha e do Flavinho em 19 de maio de 2006

Valendo-me de comentário que fiz ontem durante agradabilíssima noite na casa da Betinha e do Flavinho: eu posso me vestir mal (a Dani nunca permitiria que eu saísse desse jeito se estivesse em casa!), mas já atingi 30.000 visitantes, pô!

Até.

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>19 DE MAIO DE 2006

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Receita ideal para uma noite fria de sexta-feira sem a companhia da minha Sorriso Maracanã

taxímetro do táxi do Paulinho

Chamar o Paulinho, de longe o maior, o melhor, o mais fiel e prestativo taxista de todo o Rio de Janeiro, e tomar o rumo da casa da Betinha e do Flavinho que convidaram para – oh, troço chato… – provar toneladas de embutidos trazidos da viagem à Espanha com uísque e boa conversa, que é sempre garantida em se tratando deles, dois amados.

Leopoldo em 19 de maio de 2006

Nina em 19 de maio de 2006

Chegar lá e dar de cara com o Leopoldo e com a Nina e com uma confissão reveladora da Betinha:

– O Flávio ligava a cada dois dias aqui pra casa pra falar com a minha prima… E sempre ficava de olhos marejados quando perguntava do Leopoldo e da Nina…

Quem diria que o Xerife, macho cascudo egresso do Cachambi, fosse dar pra esse tipo de, como direi?, delicadezas emotivas?

Betinha em 19 de maio de 2006

Ficar de papo com a Betinha, a mais-querida, sempre exaltadíssima, falando com as mãos, com os pés, com a boca, com o corpo todo.

Flavinho em 19 de maio de 2006

Ficar de papo com o Flavinho, que chegou com a história das culinárias espanhola e basca na ponta da língua.

Guerreira em 19 de maio de 2006

Ficar de papo com a Guerreira, excitadíssima com a iminente mudança para a Tijuca, onde comprou apartamento.

Dalton em 19 de maio de 2006

Ficar de papo com o Dalton, meu irmão e cada vez mais meu irmão.

eu com a Nina em 19 de maio de 2006

Ficar de dengo com a Nina, beber mais de um litro de uísque, brindar à graça de ter os amigos, chamar o Paulinho pra me levar de volta às duas da manhã, tomar o rumo de casa com o Dalton, sentar no Buteco do Edu, beber mais quatro garrafas de Brahma, acertar o almoço de sábado no Bar Brasil e, ó, pra caminha contando as horas.

Ela chega amanhã!

Até.

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>VOLTA PRA CASA

>(pra Dani, com amor)

“Casa de sombra, vida de monge
Quanta cachaça na minha dor
Volta pra casa, fica comigo
Vem que eu te espero tremendo de amor”

(Tom Jobim)

Dani em Ipanema, Rio de Janeiro, RJ, 21 de maio de 2005

Ela chega amanhã, madrugada de sábado para domingo.

Domingo, faça chuva ou faça sol, vai ser o dia mais bonito da semana.

Disparado.

Até.

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UM ENCONTRO HISTÓRICO

Reuniu-se ontem, 18 de maio de 2006, a confraria S.E.M.P.R.E. (Sociedade Edificante Multicultural dos Prazeres e Rituais Etílicos) para mais um Encontro Ordinário, dessa vez organizado por mim, e foi, meus poucos mas fiéis leitores, me perdoem o que pode lhes parecer presunção, um encontro do escol carioca em matéria de buteco. E digo “escol carioca em matéria de buteco” e não posso deixar de me lembrar do Jota, aquele sujeito que joga permanentemente contra tudo o que vivemos ontem, intensamente, das 20h, quando teve início a peleja, até às 3h, quando fechamos a conta. No Quitutes da Vovó, na gloriosa Rua do Matoso 125, na Tijuca, dica que me foi passada pelo Cesar Tartaglia (presente ao Encontro), vimos e vivemos a antítese dos botecos grifados, dos Cordon Bleu da baixa gastronomia, dos pés-sujos fashion, para citar apenas três termos nojentos cunhados pela citada consoante. (eu não sei se vocês já notaram, mas pousando o mouse sobre as fotografias é possível ler as interessantes legendas de autoria desse que vos escreve, algumas delas bastante elucidativas, como a que há na foto do Vidal com o Xerife)

Sob a copa de uma gigantesca pata-de-vaca, imensa mesa na calçada, os sete Confrades Efetivos, hoje o quadro completo da S.E.M.P.R.E., pela ordem de chegada, eu, Vidal, Branco, Fefê, Dalton, Szegeri e Flavinho e mais os convidados, também pela ordem de chegada, Isaac Goldenberg (meu pai), Zé Sergio, Cesar Tartaglia e Lara.

Notem que o Szegeri, o Pompa, meu Otto prático, veio de São Paulo apenas e tão somente para o Encontro que se anunciava histórico e histórico foi. Notem que o Flavinho, ainda confuso com o fuso da Europa (chegara na véspera da Espanha), fez questão de comparecer e o fez munido de um aparelho de CD para que pudéssemos ouvir Sérgio Sampaio, o homenageado da noite. Notem que o Zé Sergio despencou-se de longínquas terras em Niterói e bateu um bolão ao longo da noite (na minha opinião, o craque do jogo). Notem que o Tartaglia deixou a redação do jornal às dez da noite, suponho que cansado, mas esteve lá, foi bater o ponto e engrandecer a mesa. Notem que meu pai anda ressabiado de sair à noite, mas foi incapaz de recusar o convite e, mesmo cambaleante (bebe pouco, meu pai), agüentou o tranco até bem tarde.

Dalton e eu no Encontro da S.E.M.P.R.E. em 18 de maio de 2006... ou será o Flávio Silvino e eu?????

Szegeri e Branco no Encontro da S.E.M.P.R.E. em 18 de maio de 2006

No comando do buteco, dois craques: Raimundo (balcão e cozinha) e Adaílton (atendendo a mesa). A S.E.M.P.R.E. regalou-se com porções de salaminho, porções de queijo, croquetes de carne, porções de carne assada, canja de galinha e dobradinha. Bebemos dois engradados de cerveja (sempre geladíssima), uma garrafa de cachaça Cande, aprovadíssima, várias doses de Dudu e de destilados capazes de fazer um homem como o Jota tremer nas bases (eu tenho a impressão de que o Jota gosta mesmo é de um drink).

visão do balcão do Quitutes da Vovó, na Rua do Matoso 125, na Tijuca, Rio de Janeiro, RJ

Tornando a noite ainda mais especial, o Flamengo venceu o Ipatinga por 2 a 1 e passou à final da Copa do Brasil que será disputada com o Vasco, em dois jogos que acontecerão apenas depois da Copa do Mundo. Em detalhe que torna tudo ainda mais coerente, nada de TV: o Dalton, com um radinho de pilha colado no ouvido, foi narrando, durante todo o tempo, os detalhes da partida.

Inúmeros momentos épicos deram cores ainda mais impressionante à noite, e não caberiam todos aqui, podendo, e devendo, os Confrades, listarem os melhores nos comentários a este texto. Mas é preciso destacar a senhora que foi à mesa, à certa altura, puxou da bolsa uma fotografia onde aparecia abraçada a seu filho e disse, olhos de orgulho:

– Esse é meu filho. Está jogando no Guarani, de Campinas. Mas já jogou no Fluminense. Ele é o Acerola!

E o Vidal deu de urrar:

– Sou fã do seu filho!

– Dá-lhe Acerola!

Isso comoveu demais a tal senhora. Que, depois das intensas demonstrações de carinho do Vidal, prometeu uma feijoada a ser marcada, bancada pelo Acerola (!!!!!), ali mesmo, naquela calçada! Isso, meus caros, só na zona norte.

E isso para não falar nos momentos clássicos… Telefonemas para Zé Szegeri, pai do Szegeri, sempre tão agredido pelo Fefê, seu fã número um. Telefonemas para a Rino, mãe do Dalton, obrigada, coitada, a falar com um por um. Agressões bárbaras entre os Confrades, notadamente entre o Dalton e eu, cessadas com manifestações de carinho olímpicas. E a sempre esperada sessão fodam-se-os-ausentes, sempre com o Flavinho como mediador.

Uma noite, como se vê, histórica. Com apenas uma nota triste. Eu diria que quase-trágica: Zé Sergio, a dinda afetiva do Szegeri e minha também, valendo-se de reprovável cavilação, mandou chamar o Paulinho, taxista do coração de todos, fez o Paulinho levá-lo ao inferno em Niterói e lá chegando disse ao trabalhador:

– Ih! sem dinheiro. Acho que o Edu me roubou.

Gargalhou, arrotou, entrou pelo portão e mais não disse. Um biltre incomensurável, o Coroca.

Até.

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