LANÇAMENTO DO LIVRO EM SP

Na foto, comigo, o seu Clóvis, que foi o primeiro a chegar no Ó do Borogodó, em São Paulo, onde lancei o livro no sábado passado, 17 de dezembro. Seu Clóvis leu sobre a festa no Estadão e fez questão de aparecer pra comprar dois livros, pra dizer que é louco pelo Rio de Janeiro, alucinado por Vila Isabel e, vejam que lindo!, filho de um médico que atendeu Noel Rosa dias antes de sua morte!

Começou assim, emocionante, a tarde de autógrafos regado ao samba quente dos Inimigos do Batente no meu buteco preferido em São Paulo.

Aliás, foi emocionante demais.

Acompanhem isso.

O Szegeri chegou-se a mim a certa altura, ainda no começo da festa, e já veio chorando, que o Szegeri chora mais que bebê recém-nascido com cólicas olímpicas. Entregou-me um tinteiro e uma caneta.

– Edu, presente meu… – e chorou ainda mais – Aprendi a escrever com ela…

Uma Parker 51, linda de morrer, e que quase me derrubou antes mesmo do segundo autógrafo.

Falei em emoção, né?

E encontrar esse malandro aí ao lado comigo? Marcelo Coelho, o grande Coelho, parceiro de grandes noitadas com o Vidal, a quem não via há uns 5 anos, despencou-se de Campinas com a mulher, Cristina, e o filhão, Pedro, só pra me dar um abraço e dividir a alegria pelo livro.

Choramos – eu havia me esquecido de como chora o Coelho – um Rio de Janeiro inteiro. E eu fui de uma franqueza com ele que vou lhes contar…

– Edu… Você achava que eu não viria, né?

– Eu tinha certeza a-b-s-o-l-u-t-a disso… – e choramos mais.

Augusto, o biltre, estava lá. Marcão, que divide com o Augusto e com o Szegeri a história “Hotéis sem estrelas” brilhou a tarde inteira, atingindo o auge da felicidade quando bebeu, pelo gargalo, eu tenho isso filmado, uma garrafa magnum de Cidra, molhando a camisa por inteiro, o que gerou o muxôxo:

– Pô, Edu… Ela vai pensar que eu tava no motel com esse cheiro…

Quem também apareceu e me encheu de alegria foram a Aninha, a Ju e o maridão, aí na foto comigo. E a Denise, mãe da Aninha e do Dado (que fez forfait) também me deu a presença de presente.

Pra eles eu cantei “O Bêbado e a Equilibrista”, assim como pro Coelho ofereci “Saindo à Francesa”, frisando que o verso “discutir a importância da velha amizade, redimensionar a palavra saudade, é nela que tudo o que amei sobrevive” era pra ele. E o Coelho chorou de novo.

Apareceu também a Bia, o Wanderley Monteiro, o Capitão Leo, o velho Zé Szegeri, Armando e Jeremy, e a Maria Elisa, que merece um capítulo à parte.

A Maria Elisa está morando em São Paulo e é amiga de infância da Sorriso Maracanã. Sente-se, disse-me ela, um pouco peixe fora d´água na paulicéia.

E sentiu-se tanto em casa no Ó do Borogodó, e estava tão feliz (repetiu-me isso dezenas de vezes), e o Szegeri e a Stê foram tanto com a cara dela, que tenho a impressão de que cravei o início de uma relação de amizade entre eles, que há de frutificar.

Vejam aí, ao lado, a alegria das duas, Dani Sorriso Maracanã, e Maria Elisa, que foi de um carinho indizível comigo.

Como de um carinho indizível foram o Robson, que cuidou das vendas, a Railídia, a Iara (minha sereia amada, minha afilhada número 6), a Stê, o Szegeri, a Roberta Valente (que também esteve no lançamento do Rio), o Julio Vellozo, o Fernando (de quem gostei demais, disse isso ao Szegeri entre goles de Black & White), o Julio Cesar Cardoso (que foi mas não entrou no Ó, lotadíssimo!), toda a rapaziada dos Inimigos do Batente que me aturaram cantando inclusive o Hino da Independência (com gritos de Brizola e tudo no final!), as garçonetes mais-que-craques do Ó do Borogodó, a Luli e a Ana, minhas preferidas, enfim… todo o povo que deu as caras por lá.

Fechando, fiquem com a foto da minha Dani, mais-que-amada, com a Luli, e peço, de público, de pé no banquinho imaginário, ao meu irmão Szegeri, que dê um apelido pro sorrisão dessa craque na arte de servir e de sorrir.

No decorrer da semana, conto sobre o lançamento em Volta Redonda, na segunda-feira, 19 de dezembro.

Szegeri, meu irmão, a bola tá contigo. Depois da Sorriso Maracanã (minha Dani), depois da Sorriso Via-Láctea (Lelê Peitos) e da Sorriso São Januário (Maguinha), aguardo ansioso vosso parecer.

O tom desses dois sorrisos foi o tom da tarde em São Paulo.

Bonito demais.

Aguardem aí as novidades sobre Volta Redonda, onde comandados pelo Comandante, dezenas de amigos fizeram tremer a Cidade do Aço.

Até.

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3 Comentários

Arquivado em viagem

3 Respostas para “LANÇAMENTO DO LIVRO EM SP

  1. >Du , vou abrir os comentários dizendo apenas do jeito que as coisas estão indo , voce vai longe !!! Não é por nada que és meu ” poeta preferido ” !! rs..rs..rs.bjs.eu !!

  2. >Edu, meu novo amigo.Tomei conhecimento ontem a noite, através da Roberta Valente, da sua gentileza em colocar nossa foto em seu site, bem assim tecer comentários a respeito do meu pai,um dos últimos médicos a examinar o grande Noel de Medeiros Rosa.Estou adorando o livro, já identificado com todos os personagens, em especial com o Osório.Bom Natal junto com todos os seus, são os votos do Clovis com um até breve em qualquer buteco da Tijuca ou da Vila.

  3. Pingback: OS PRESENTES IRRETRIBUÍVEIS | BUTECO DO EDU

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