S&S – PARTE I

Dedicarei a semana inteira ao evento do ano, que chamarei de S&S (Stefânia e Szegeri), o casamento de minha irmãzinha Stefânia e do meu irmão Szegeri, ocorrido neste último sábado, 26 de novembro, em São Paulo. E a semana inteira, sabe-se lá, não será capaz de dar conta de tudo o que houve. Foi, creiam os que lá não estiveram, a maior efeméride da paróquia (começo antigo…).

Furdunço marcado para as 13h, e a Tijuca, sempre ela, deu as caras às oito da manhã na casa vermelha da Rua Camilo, na Vila Romana. Chegamos de mala e cuia eu, Dani, Flavinho, Betinha, Vidal, Gláucia, Fefê, Dalton e Zé Colméia. E houve o prometido café da manhã. E a Stê, dulcíssima, pressionada pelos hunos bárbaros da zona norte carioca, não ofereceu uma garrafa de champagne, mas cinco. Pão com lingüiça, pão com gorgonzola, pães franceses, mortadela, presunto, patês, frios variadíssimos, café expresso italiano, e a escumalha da Tijuca já arrotava, de fazer tremer os alicerces da casa, antes mesmo das nove da matina.

O dia de hoje será dedicado às linhas gerais, digamos assim. Vejam bem quem estava lá.

Além de nós, da escumalha tijucana, Zé Sergio Rocha (egresso da Abolição), Augusto Diniz, Juliana Amaral, Marcão (um dos destaques imbatíveis da festa), Railídia, Robson, Roberta Valente, Fó (irmã do Szegeri, e minha também), Zé Szegeri (pai do noivo) e sua irmã (figuraça sobre quem lançarei luzes durante a semana), Cecília (mãe de meu irmão Szegeri), Capitão Leo Gola, Marina, os Inimigos do Batente, Dani, Erick, Luli, Ana, Iara (a daminha de honra mais linda do mundo) e mais umas 150 pessoas. Isso mesmo. Mais de 150 pessoas compareçeram ao evento e é preciso dizer que, num determinado momento, quando a Dani Sorriso Maracanã e a Luli sorriram ao mesmo tempo, eu tive a impressão de que não caberia mais uma mosca naquele quintal, tamanha a dimensão dos sorrisos. Em frente.

Eu havia lhes contado que o Szegeri comprara 250 litros de chope. Isso foi pra saída. Durante a festa houve um reforço, e foram devastados 400 litros da bebida. A fatada – chamada de flatada no dia seguinte em razão da quantidade olímpica de peidos durante a cerimônia – foi devorada. Farofa de dendê e arroz à vera, tudo sob o comando da Graça, pequena mas gigantesca no quesito “dou conta do recado”. Litros e mais litros de Black & White, que eu e Vidal, praticamente sozinhos, bebemos.

Fez que ia chover e não choveu.

Eu, que aos 36 anos não tenho mais o preparo de outrora, dormi duas vezes durante a festa, e foi isso que me fez acordar às nove da manhã de domingo com disposição pra ir à chopeira.

Amanhã começo a contar os detalhes.

Um, apenas um, vai agora.

Marcão por volta das dez da noite está segurando a haste de um dos toldos.

Eu:

– Marcão… isso não é um poste, malandro… Você vai cair.

– Não é um poste? – e suspendeu o toldo pra desespero dos convidados.

– Não. Você está bêbado, Marcão?

Ele respira fundo, fecha os olhos, arrota e diz:

– Tecnicamente sim.

Amanhã continuo.

Até.

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4 Comentários

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4 Respostas para “S&S – PARTE I

  1. >Bom, apesar do que melhor que “ressaca” poderia ser chamado de “pós-guerra”, consegui hoje ser o primeiro a lançar aqui o meu comentário, eu que fui o subescritor do primeiríssimo pitaco neste blogue, quando ainda se chamava “Opinião do Edu”.Ao longo da semana teremos as crônicas do evento, mas acima de qualquer coisa quero agradecer e louvar o timaço carioca que deu um verdadeiro show. A confraria S.E.M.P.R.E presente em peso, mais as queridas Betinha e Gláucia, sem falar da figura biltríssima do Zé Sérgio Rocha, cracaço de bola. Zé Colméia e Áurea, chegando de mansinho, praticamente de surpresa, fizeram a minha alegria gigantesca ficar praticamente indizível. E de tudo deram testemunha.Um beijo é mais especial entre todos, pra minha querida Tontom, o Sorriso-Maracanã que eu pela primeira vez fotografei, de bandeiras em festa, rojões e delírios da multidão. Minha comadre, minha cunhada e minha irmã. Que me defende, que me ilumina, que me guia, que me entende, que me nina. E que leu nos meus olhos, desde o primeiro instante, que a Stê seria o mar desses todos meus rios.A semente da carioquice que o velho Vô Dante plantou neste peito, lado oposto ao direito, germinou, espraiou suas raízes pelos subúrbios e butiquins do Velho Centro, foi regada a sambas, choros e cervejas. As flores e frutos estão aí, para minha inexprimível felicidade e orgulho. Vovô viu, lá de cima, e sorriu. Toledão que tudo sempre viu e fotografou com tanto talento, chegou-se a ele, abraçou-o e foram bater na nuvem do Orlando Silva pra um café.Por último, meu beijo enorme a esse irmão de fé, celebrante do meu casamento, testemunha e fiador de tudo de melhor que me aconteceu nos últimos tempos, responsável direto por essas pontes afetivas que me fazem tão melhor: Edu Goldenberg, o maior sujeito que conheci na minha vida.

  2. >Nossa que declaração hein Edu! Bola cheia!

  3. >Ai, Edu…Esse nosso irmão que sempre nos faz chorar!Beijo pros dois.

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