FECHADO TEMPORARIAMENTE (EU ESPERO)

Conforme o prometido, vou deixar hoje aqui, com vocês, os links para os textos MAIS do Buteco. Os mais lidos, os mais comentados, os com maior repercussão, os que mais emails me renderam, os que transformaram anônimos em celebridades. Vou pôr os links abaixo, sem qualquer preocupação com a cronologia, resumindo um a um, e pedindo a vocês, com veemência, que abram os mesmos com o botão direito do mouse (ou rato, como gosta o bom Szegeri) em uma nova janela, a fim de lhes facilitar a leitura e o acompanhamento.

Como já lhes disse, parto hoje, às 20h, com a Dani, o Fefê e o Zé Colméia (façam uma idéia do que será o KLM sobre o oceano) rumo à Amsterdam (onde encontraremos a Evelin, o Cristiano e a Guerreira, façam uma idéia do que será aquela cidade liberal) e depois Itália (onde nos juntaremos ao Mauro e à Fumaça, e façam uma idéia do que será a bota nesses dias). Pelos planos traçados pela Dani, estou de volta no dia 27 de junho, quando pretendo retomar minha rotina no Buteco, prometendo, desde já, relatos de Homero.

Vamos a eles:

A hérnia do Szegeri – no dia de meu aniversário, em 2005, de última hora, meu irmão Szegeri viu-se obrigado a cancelar sua vinda ao Rio de Janeiro em razão de uma grave crise de hérnia. E os festejos viram-se prejudicados por uma preocupação coletiva com seu estado de saúde.

Os piadistas de elevador – a apresentação desse tipo detestável, que existe por aí, à mancheia, com situações reais, todas vivenciadas por mim.

O respeito que o Szegeri impõe – um dia encontrei o Augusto e não o reconheci, tendo sido salvo, naquele momento, pelo Szegeri, que passou-me um pito histórico. E fui eu, a São Paulo, em busca dele, o Augusto, para reparar meu erro capital.

Mais uma peça pregada pela memória – valendo-me do mesmo mote, a falta de memória, outro caso real, que vivi em Volta Redonda, envolvendo a Marcela, prima da Dani, e seu cunhado, que pensei ser seu marido, o que rendeu-me uma situação entre o drama e a comédia.

Um final de semana pra entrar pra história – um relato de Homero sobre um final de semana em São Paulo, eu, Dani e Fefê, recebidos por Szegeri e seu pai, com detalhes absurdos, minimamente dissecados.

Feriado de Páscoa – um belo dia, num belo final de semana, numa bela praia em Niterói, eu e Szegeri resolvemos aceitar bizarro convite do Pierre para uma travessia, a nado, de quilômetros. Poderia não ter escrito a crônica, eis que quase morri.

A mulher que me ensinou a sorrir – poema dedicado à Dani, a mulher que me ensinou a sorrir, escrito durante um sufoco que passamos no início do ano de 2005.

Um casamento memorável – outro relato de Homero sobre uma festa de casamento, eu como fotógrafo, Dani como madrinha, uma Juíza secular dirigindo a cerimônia com um atraso de mais de duas horas, convidados bêbados, Guerreira no auge, e por aí vai.

Cunhados, cunhadas e um caso real – o primeiro capítulo da saga do Batista.

E eu encontrei o Batista – o segundo capítulo da saga do Batista.

Mais sobre o Batista – o terceiro capítulo da saga do Batista.

A aventura do Batista – o quarto capítulo da saga do Batista.

A ressaca do Batista – o quinto capítulo da saga do Batista.

O mais novo drama do Batista – o sexto, e até então o último, capítulo da saga do Batista.

Truques do Dedeco – a apresentação desse personagem, desse embusteiro, desse mentiroso, que é o Dedeco, que encontrou, bem disse o Flavinho, um novo nicho para sua vida sexual.

O beijo do Dedeco – mais um lance sobre o Dedeco, com uma análise de sua transformação e comentários sobre os comentários histéricos feitos pelas loucas que o perseguem.

33 anos de vida – poema que fiz pro Fefê, na passagem de seus 33 anos.

Piadas reais ao vivo – Dani, minha garota, é professora de inglês e isso lhe rende momentos gloriosos que soam como piada. São casos reais, todos com testemunhas.

São esses aí os 18 mais-mais.

Não fecho sem antes agradecer aos solidários que me mandaram mensagens, aos que me telefonaram, aos que compareceram ao Estephanio´s ontem à noite para a minha – mesmo que lhes soe ridículo, é assim mesmo que vejo a coisa – despedida: José Sérgio, Serjão e Gilda, Joanna, vovó, mamãe, papai, Dona Sá, Maria Paula, Gaby, João Vitor, Dedeco, Branco, Cerveira, Patrícia, Dalton, Szegeri, Tatá, Roberta Valente e Brinco.

Até.

PS: preciso confessar-lhes que choro de esguichos nesse momento. Beijo.

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2 Comentários

Arquivado em confissões

2 Respostas para “FECHADO TEMPORARIAMENTE (EU ESPERO)

  1. 😡 Vou sentir saudade… 😦

  2. >Vaso ruim não quebra, ô! E como diria o Zé Sérgio, esse vaso aí não vale rigorosamente nada! Hasta!

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