ZÉ SÉRGIO E O SZEGERI NO ESTEPHANIO´S

Vamos interromper, de leve, a saga desse embusteiro que é o Dedeco, pra que eu possa contar a vocês sobre a noite de ontem.

Recebemos, eu e Dani, e mais o Fefê, no Estephanio´s, uma seleção de craques que nada deve aos craques que desfilaram na TV às 16h. Se em Porto Alegre o Robinho, o Ronaldinho Gaúcho, o Adriano, o Kaká, o Dida & cia. deram uma goleada na combalida seleção paraguaia, eu, Dani, Fefê, Brinco, Yayá, Szegeri, Stefânia, Zé Sérgio, Vidal, Gláucia, Mariana Blanc, Marquinho Presidente, Zé Colméia, Marquinho e Dedeco batemos um bolão naquela esquina da Rua dos Artistas com a Ribeiro Guimarães.

Preciso explicar algumas coisas para que todos notem a beleza das coincidências. Em primeiro lugar, preciso dizer que o texto que segue abaixo, escrito em maio de 1999, quando o Estephanio´s ainda não existia, menciona um bar chamado Xodó da Bahia. O bar, hoje, é onde fica o Estephanio´s.

Mais: percebam isso… O SZEGERI. Agora anotem o nome de outro craque: ZÉ SÉRGIO. Letra por letra, embaralhadas e recolocadas em ordem, e estão cravados em meu peito os nomes de ambos.

Tem mais, tem mais! O Zé Sérgio, que ontem bebeu com a fúria de um cossaco, disse em determinado momento, “que beleza essa esquina em Aldeia Campista!”. Vai daí que o Szegeri pediu-me que republicasse, aqui no Buteco, o texto que publiquei, pela primeira vez, no extinto “Sentando o Cacete”, revista eletrônica que eu mantinha com o Fernando Toledo e o Aldir Blanc.

E o Zé, que partiu de volta pra Niterói num estado etílico olímpico, tem mesmo a impressão que o Estephanio´s fica em Aldeia Campista. Tanto que mandou-me hoje cedo um email, e cometo aqui uma breve indiscrição, do seguinte teor:

“Que bela recepção tive ontem de vocês – e também da Dani, do Fefê e demais comparsas – no Estephanio´s. Samba, chope, cachaças maravilhosas, ovo cozido, aqueles fabulosos croquetes de carne e, acima de tudo, os papos maravilhosos no pedacinho do universo que atende pelo nome de Aldeia Campista (ou Vila Isabel ou qualquer outro nome, tanto faz). Creio ter exagerado um pouco no álcool, mas seguramente a ressaca vai passar daqui a pouco, na hora do almoço. Fiz boa viagem de volta, a bordo do álcool-táxi da estefânica frota. Em breve repetiremos a façanha em algum lugar do planeta – Rio, Sampa ou Nikity – para gáudio dos deuses da boemia que nos carregam no colo e envidam todos os esforços para que nossos pequenos excessos não transtornem os respectivos organismos. Sangue de Jesus tem poder e nos protegem como bons discípulos de Samuel que somos.”

Pequena pausa para o comercial: notem que o Zé menciona o croquete de carne do Estephanio´s, que ele qualifica de fabuloso. E é mesmo fabuloso o croquete de carne do Estephanio´s. Vá conferir e ver que nem o croquete da Casa do Alemão, famosíssimo, faz sombra ao nosso croquete! Outro pequeno detalhe: há, em frente ao Estephanio´s, um centro espírita chamado “Discípulos de Samuel”. Vejam como isso impressionou o Zé.

Notem, mais, que há um personagem no texto, o Amorim, que criei para homenagear um amigo, um irmão, o Nilsinho Amorim, que como num passe de mágica apareceu no Estephanio´s ontem, e eu o apresentei ao Szegeri, que pôde perceber, diante do relato de um emocionado Nilsinho, a doçura do coração do Nilsinho, a quem a Dani chama de padrinho eis que foi ele, Nilsinho, que em setembro de 1999, diante de meu espanto diante da chegada da Dani no Clube Maxwell, onde estávamos, disse, “em frente, mano!”, e estamos aí, casados há 6 anos.

Notem mais, notem mais!, que há um personagem, o seu Osório, que criei para homenagear outra figura lendária da Rua dos Artistas, o seu Nélio, que, acreditem, não só apareceu no Estephanio´s como sentou-se à mesa conosco.

E a Dani fez o Szegeri chorar, e o Szegeri cantou em homenagem ao Nilsinho, e o Fefê me fez chorar, e o Zé Sérgio beijou as mãos do Dedeco em sinal de devoção, e a Stefânia embeveceu-se com a beleza do lugar, latu sensu, e o troço estava tão bonito, tão redondo, que a Dani convidou o Dedeco e o Marquinho pra uma saideira aqui em casa.

Eis, então, o texto, que dedico a esses dois craques, o Szegeri e o Zé Sérgio, anagramas fincados no meu coração, o primeiro meu irmão há anos e o segundo, como ele mesmo diz, meu mais recente amigo de infância, que, ainda bem, não vale rigorosamente nada.

VILA ISABEL – GENESIS

Abril de 1999. Vidal me telefona e manda antes de responder meu alô, “vou me casar em agosto e morar em um apartamento que ganhamos de presente, Rua Ribeiro Guimarães, sabe onde fica?”. Não, não sabia. Ele bem que tentou me explicar, mas diante da dificuldade disse, “tô passando aí, vamos até lá.”.

Rua tranqüila, décimo segundo andar, e Vidal já estava com seu arsenal pronto; comprara sete lunetas, três binóculos e dois telescópios, todos com lentes de precisão cirúrgica, longo alcance e nitidez de TV a cabo, e de cara foi me mostrando as melhores janelas da vizinhança, os melhores ângulos, já tinha preparado uma tabelinha com os horários quentes, que ninguém é de ferro, todas as posições foram escolhidas ainda no período de visita ao apartamento, que Vidal, minha gente, é isso aí. E a varanda, ah, a varanda, embora estreita, é campo de observação de causar inveja a OTAN. Vê-se com perfeição a Ponte Rio-Niterói, o Maracanã, o estádio de São Januário, os bares da região, o Xodó da Bahia, o Siri, os quartos de uma dezena de vizinhas, uma festa.

Havia um bar na esquina mais próxima, o Xodó da Bahia, muros azuis e brancos, um clima assim meio ladeiras de Ouro Preto… Fomos à inspeção, que bar perto de casa é mão na roda. Eu já conhecia o buteco por alto, mas já com aquela intimidade que só os balcões permitem. Fica na esquina da Rua dos Artistas com a Ribeiro Guimarães. Minha intenção era apresentar Vidal ao dono, Quincas.

“Cadê o Quincas?”, perguntei ao sujeito por trás do balcão.

“Prazer, sou o Pires, amigo do Quincas. A gente tá armando uma meinha aí, ele encheu o saco do bar e eu do táxi. Trocamos por uns meses pra ver se dá certo.”

Meinha? Tá bom. Pires? Gordo daquele jeito? Na sexta garrafa chamamos o cara à mesa e dissemos aos berros, “Olha, mermão, você é muito gordo pra Pires. Vamos chamá-lo de Bule, certo?”.

Todo o povo que se espremia junto ao balcão caiu de rir e o apelido, é verdade, já pegou.

Papo vai, papo vem, cerveja que desce, caldinho de feijão com parmesão, “dois-com-fome” (uma especialidade do bar à base de carne, cebola e fritas, que dois, com muita fome, comem com folga), Vidal resolveu fazer uma enquete de improviso pretendendo ganhar a simpatia dos freqüentadores, glorioso Bule no comando da mesa-redonda. Interrompeu a porrinha e expôs o problema: o bairro do apartamento que ganhara, no IPTU, constava como sendo Tijuca. Na conta da CEG, Maracanã. Na papelada do cartório, Andaraí. Na opinião do porteiro do prédio, Aldeia Campista. E na boleta da Light, Vila Isabel.

Ânimos exaltados. Um – o Seis-com-Fome, apelido ganho pela gula insana – berrou que a Tijuca começa na Praça da Bandeira e termina na Rua Uruguai, limitada à direita de quem vem da zona sul pelo estádio do Maracanã e à esquerda pela Rua Hadock Lobo. E que a Praça Varnhagem é um dos limites. Passou da Praça, à direita, não é mais Tijuca. Apupos, gritos, torresmos atirados em várias direções como confete, e o consenso: é, não é Tijuca.

Maracanã? Outro freguês, o Amorim, barba por fazer, aspecto de quem estava há anos naquele balcão, o piso próximo à geladeira tem a marca do pé do cara, gritou que Maracanã nem sequer é bairro. Maracanã é o estádio, e quando muito, se bairro for, só as ruas que rodeiam o estádio. Consenso atingido mais rápido, assovios, palmas, não é Maracanã.

Andaraí? O bicho pegou violento. Um coroa, seu Osório, mudo até aquele momento, parecia estar só esperando a deixa. Pediu silêncio e um limãozinho. Deu um gole só, mandou um arrotaço de parar o trânsito e disse tirando uma carteira vermelha e branca do bolso: “Porra, eu sou América, seus putos. Só quem é América lembra onde fica o Andaraí. Só quem é América sabe que o Andaraí é um lugar que não existe mais, aquele resto de bairro, aquele canto americano agora chama-se Iguatemi, especuladores de merda…”.

Caiu num choro comovente, jurou amor eterno à sua santa trindade, Castilho, Pompéia e Luizinho, craques das antigas, e obteve unanimidade, aquilo não era Andaraí.

Mas se todos achavam que a solução estava próxima, ilusão. Aldeia Campista, proposta na mesa. Vidal entregou Bigode, o porteiro, como sendo o responsável pela indicação.

“O quê?!” – urrou o Bule – “aquele filhodumaputa não paga a conta dele aqui há meses, cachaceiro da pior espécie, bebe mal, Aldeia Campista é o cacete!”.

O estopim. Bule no meio, dois grupos divididos, mais aguerridos e agressivos que sérvios e albaneses. Voaram os restos de torresmo torrado jogados no chão, nego cuspia verde na direção dos outros, Bule em absoluto desespero, Quincas acabava de estacionar o táxi e assustou-se com a cena. Outro arrotaço, mais monumental ainda, de fazer eco e tremer os copos, do mesmo coroa, que assumiu orgulhoso – “fui eu de novo, seus putos!” – a autoria da eructação. Silêncio absoluto, misto de nojo, respeito e medo.

“Trégua, seus putos, trégua de 10 minutos, porra! Vou em casa rapidinho e já volto com a solução.”.

Os 10 minutos mais longos da carreira comercial de Bule. A integridade do bar estava em jogo, neguinho rosnava de ódio, e seu Osório convocara Quincas para uma corridinha de táxi rápida até sua casa, na rua General Espírito Santo Cardoso, ia buscar a tal solução do impasse.

Chegaram com intermináveis três minutos de atraso, o velho com um livrinho na mão pediu a todos que sentassem. Uma multidão cercava o bar, apostas eram fechadas, os churrasqueiros de todo o quarteirão montaram às pressas seus apetrechos atrás de um melhor faturamento. O velho bebeu outro limão, mandou novo arroto tremendo, lambeu os beiços, pôs os óculos remendados com esparadrapo nas hastes, subiu numa cadeira amparado por Bule e mandou em tom monástico:

“Vila Isabel, Inventário da Infância, de Aldir Blanc, seus putos, hoje meu quase-vizinho, página 23, editora Relume Dumará: ´Já adulto, era comum ter pela frente chatos e bêbados, ou bêbados chatos, garantindo que eu não morei em Vila Isabel, porque minha rua ficava em Aldeia Campista. Respondo o seguinte: no dia em que me mudei pra lá, meu avô português me ensinou: – Se te perderes e alguém perguntar onde moras, tu dizes: na rua dos Artistas, número 257, em Vila Isabel. Vão se fuder. Babacas, eu nunca saí de Vila Isabel, estão entendendo?´ Estão entendendo, seus putos, seus babacas, vão se fuder, seus bêbados chatos! Vem cá, Vidal, meu filho, vem cá, porra… – seu Osório chorou de novo – você mora em Vila Isabel, entendeu?, em Vila Isabel, porra, você mora em Vi-la I-sa-bel, ouviram babacaços!?!?!?!”.

Mais palmas comovidas, seu Osório saiu carregado nos braços do povo, Vidal chorou junto e pagou emocionado o “pendura” do porteiro, Bule ofereceu uma rodada de cerveja, e assim escreveu-se o primeiro capítulo das muitas lendas daquele pedaço da Vila.

Até.

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13 Comentários

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13 Respostas para “ZÉ SÉRGIO E O SZEGERI NO ESTEPHANIO´S

  1. >Caramba, isso tinha que ser publicado em papel, é um relato épico, merece a glória do toque!

  2. >Edu, o texto sobre as raízes do Estephanio´s tem o sabor e a consistência do croquete de carne do supracitado buteco! Veja que no meu email eu me refiro a Vila Isabel, entre parênteses, como alternativa à Aldeia Campista. Como acabo de enviar a parte mais dramática do frila, pude entrar no Google e teclar Aldeia Campista. Bom, 90 e tantos por cento dos retornos têm a ver com o grande Nelson. Tem outras referências ao pioneiro do samba Donga, morador da Aldeia Campista, ao também grande Orestes Barbosa, nascido na Aldeia Campista, e ao poeta e político Olegário Mariano, que hospedou a família do Nelson Rodrigues na mesmíssima Aldeia Campista antes que os Rodrigues mudassem para a Rua da Alegria. O mistério já se desfez naquele esporro do seu Nélio/Osório. No entanto, achei outro retorno do Google remetendo para o endereço http://plenus.net/modules.php?name=Web_Links&l_op=MostPopular. Veja só, é o endereço de um portal espírita que, ao citar o Grupo Espírita Discípulos de Samuel, afirma que essa entidade fica … na Aldeia Campista! Bom, o nome do bairro era charmoso por causa do Nelson e do Donga, mas com Garotinho e Rosinha no poder é melhor mesmo chamar de Vila Isabel. Na verdade, o que suponho é que o nome Aldeia Campista caiu em desuso e continua confundindo muitas cabeças. Tem um cidadão que diz em outro site que a Aldeia Campista é o antigo nome do atual bairro Sampaio, que fica ali perto do Riachuelo. Em outro site dizem que Aldeia Campista é um bairro da região de Vila Isabel. E outro afirma que é um bairro da região da Tijuca. Sabe o que eu acho? Que a Aldeia Campista é como o Lido, no início de Copacabana. Pouca gente se refere ainda ao Lido. Usa-se falar na Praça do Lido, mas não mais, como no meu tempo de infância, a um lugar chamado Lido. Porque o Lido era só a praça e seus arredores. A Aldeia Campista devia se restringir a algumas ruas, entre elas a da Alegria. E deve ter esse nome porque há 200 anos tudo ali custava um real. O trocado era embolsado por um antepassado do Garotinho. Só pode ser.

  3. >A epopéia de Canudos não foi descrita com tamanha maestria. Um épico, decerto. Não entendi a furia contra a Aldeia Campista. Só por que é campista? Já chega o Garotinho e a Rosinha? O pior é que quando pedi para me deixar na rua dos Artistas o taxista me garantiu que ali era meio Tijuca meio Maracanã…. Vocês não se entendem…

  4. >Eu, que sou um passional olímpico, e que tenho no Aldir uma das minhas maiores referências, brigo, discuto, discurso, tudo pra convencer a tudo e a todos que o Estephanio´s fica no coração de Vila Isabel!Zé, o “Discípulos de Samuel” realmente impressionou você, heim…Jota, quando você aparece pra conferir o croquete? (de carne, porra!)

  5. >Para mim, a palavra e a autoridade de Ceceu Rico, avô da Mariana, se impõem. Jamais vou me referir de novo ao local como Aldeia Campista, nem que todos os discípulos de Samuel, juntos, implorem por isso. É Vila Isabel e acabou! PS – Olha a Marinilda no pedaço! Ou será outra Mari?

  6. >Último comentário do dia: senhor texto! Bem lembrado JC: que Canudos qual nada!

  7. >Zé, não consegui saber… alô Mari… quem é você, criatura? Marinilda? Mariana Blanc? Mari Blanc? Quem? Quem?

  8. >Peço ao meu irmão Szegeri que, aqui nos comentários, complemente a saga de ontem com coisas que me escaparam. Como o Zé, já torto, passou a mão na cabeça da Yayá, 11 anininhos, e disse: “Você se chama Estephanio´s?”, para assombro da criança. Depois, quando o mesmo Zé tratou com o taxista o valor da corrida pra Niterói por “baratíssimos 40 reais”, para, minutos depois, dizer… “ladrão safado… está me cobrando os olhos da cara!”. E mais, mais… o próprio Szegeri, num dia de perdulário, pagando a conta do seu Nélio, dando R$20,00 de gorjeta pro Léo, segundo ele o melhor garçom do Rio de Janeiro… Uma noite, de fato, épica.

  9. >O Zé Sérgio ontem levou o motorádio de craque do jogo. Chamou a Yayá de Estephanio’s sim! Ele tinha achado a corrida a 40 paus uma pechincha porque o taxista dele de infância cobrava 50! Depois que descobriu que o cara morava em Maricá (ele mora pros lados de Piratininga) só falava: “esse puto tinha obrigação de me dar uma carona…”Quanto ao melhor garçom do Rio de Janeiro, não abro mão: Léo na cabeça! 20 paus de gorjeta foi é pouco!

  10. >Sobre a menina, vocês é que não repararam que por trás daquele sorriso lindo e de uma tranquilidade incomum em crianças da idade dela estava uma entidade espiritual cujo nome não sei, protegendo-a e ao bar, daí eu ter perguntado, não à minha, mas sim ao guia espiritual se o nome dele era Estephanio´s. Foi isso, amigos.

  11. >errata: “daí eu ter perguntado, não à menina, mas sim ao …”

  12. >É…. Que bom se fossem todos os que bebessem no Stefi craques como essas figuras….Só lamento o fato de não ter podido “encaveirar” com eles. Fico aguardando nova oportunidade.Beijos em todos.

  13. >Edu,Com certeza foi uma tarde/noite maravilhosa, papo legal, chopp gelado, pura descontração do stress do dia a dia.Aqui parceiro, você só esqueceu de citar a presença do Jongo, que pra quem não conhece é um meio bebê labrador lindo, e que se comportou melhor que muitos frequentadores malas de bar.Quanto ao jantar com o Fernando, eu estava com ele desde cedo na feira da Garibaldi e mais tarde decidimos ir para o bar do Costa em Vila Isabel.Eu sou testemunha, o mesmo não teve culpa pelas manchas na camisa, foi pego de surpresa por uma porção de lingua a dorê, que sem mais nem menos pularam em cima dele, e algumas erraram a boca, rs.Dê um desconto e absolva o rapaz, nós começamos os trabalhos ãs 11 da manhã neste dia, né !Valeu, fui !!!Marquinho Nem Muda.

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