30 ANOS DA BETINHA

Doces figuras, a Betinha, musa do bom Szegeri, completa 30 anos hoje, festejados ontem, em um furdunço com 10h de duração, na Rua Alice, em Laranjeiras, em uma sensacional casa alugada apenas para o evento.

A Betinha é uma unanimidade. Não fosse, e eu não lhe teria feito a dedicatória no livro que lhe demos eu e Dani, parafraseando Aldir Blanc, “mostre-me um que não seja torcedor do Clube de Regatas Betinha e eu apontarei, convicto: ali vai um filho-da-puta”.

Quase 200 pessoas passaram por lá. Seresteiros de Conservatória e a StefiBand animaram a festa.

Quer dizer, quase 200 pessoas e um quadrúpede, que acreditando no sucesso da investida, dizia pras mulheres que era um “heterossexual tarado”, logo depois de lançar elogios às mesmas. Uma mistura de falta de educação, falta de classe, excesso de grossura. Típico de um homem que é nada e pensa que é capaz de tudo.

Foram derrubadas 19 grades de cerveja, 3 garrafas de Black Label, uma de Ginjinha, pernil com limão, azeitona calabresa, salaminho, amendoim, pães variados.

Betinha, cuidadosa com a supreprodução, contratou uma carrocinha da Geneal, a exemplo da Fumaça contratou a equipe de garçons do Vilarino, e montou uma mesa pros erês, onde borbotavam balas Juquinha, Tofel, Soft, jujubas, pirulitos e afins.

Onze engradados foram reservados pro enterro dos ossos hoje à tarde, onde não compareci por razões óbvias.

Depois de me esbaldar na festa, depois de servir uísque e cerveja pro Edu, meu xará de pouco mais de um ano, filho da Tatá e do Fernando, que assistiam a tudo assustados mas sem poder de reação diante da sede do moleque, depois de assistir o Zé Colméia levar pro carro um pedaço de provolone do tamanho de um paralelepípedo, depois de testemunhar o retorno de Dalton e Alê (o vigésimo num espaço de 2 anos), depois de ver mais uma atuação de Exu Meliante, parti pra quadra da Vila Isabel com a Dani na companhia do Márcio Branco e uma amiga, cujo nome não me lembro por razões óbvias.

Destaque da noite na quadra da Vila Isabel, historinha real: Mestre Mug chegou recentemente de uma viagem à Noruega, para onde foi com a bateria da azul-e-branco. Trouxe algumas amostras grátis de uns tubos de pasta de caviar. Sua mulher desfez as malas. Dias depois, durante o jantar, a mulher diz docemente… “Puxa, Amadeu, a pasta de dente que tu trouxe da Noruega é uma bela duma bosta!”.

Até.

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